O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que, do ponto de vista da candidatura da m
inistra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Planalto, ter dois palanques na Bahia é um cenário positivo. “Na Bahia, houve um desgaste desnecessário (entre Wagner e Geddel). Os dois individualmente teriam vontade (de estar juntos), mas não aconteceu. Temos de trabalhar com a hipótese de duas candidaturas (ao governo estadual) e espero que a campanha se dê num nível alto”, afirmou Lula. Sobre a candidatura de Dilma, ele rebateu as críticas de que a ministra não é simpática. Lula avaliou o potencial que tem de transferir votos para os candidatos que apóia. Para ele, é mais difícil transferir votos para cargos como os de vereador e prefeito, por se tratar de políticos que estão mais próximos das pessoas em seus bairros e cidades. Já no caso de presidente da República, o presidente avalia que seu apoio teria mais peso. “Acho que o governo tem possibilidade de repassar muito voto, claro que tudo isso é relativo, porque vai depender muito da performance da nossa candidata, do desempenho dela durante a campanha, nos debates”, disse. Lula disse ontem que não aceita concorrer ao terceiro mandato porque, desta forma, “nasce um ditadorzinho”. Ele afirmou que nenhum político é “insubstituível”. “É importante que haja uma espécie de alternância do poder, rotação, para exercermos a democracia em toda sua plenitude”. Lula disse que oito anos para quem está no poder passam muito rápido, mas para os adversários, afirmou, “é uma eternidade”. “Na política, a gente não pode se achar nem insubstituível, nem imprescindível.
inistra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Planalto, ter dois palanques na Bahia é um cenário positivo. “Na Bahia, houve um desgaste desnecessário (entre Wagner e Geddel). Os dois individualmente teriam vontade (de estar juntos), mas não aconteceu. Temos de trabalhar com a hipótese de duas candidaturas (ao governo estadual) e espero que a campanha se dê num nível alto”, afirmou Lula. Sobre a candidatura de Dilma, ele rebateu as críticas de que a ministra não é simpática. Lula avaliou o potencial que tem de transferir votos para os candidatos que apóia. Para ele, é mais difícil transferir votos para cargos como os de vereador e prefeito, por se tratar de políticos que estão mais próximos das pessoas em seus bairros e cidades. Já no caso de presidente da República, o presidente avalia que seu apoio teria mais peso. “Acho que o governo tem possibilidade de repassar muito voto, claro que tudo isso é relativo, porque vai depender muito da performance da nossa candidata, do desempenho dela durante a campanha, nos debates”, disse. Lula disse ontem que não aceita concorrer ao terceiro mandato porque, desta forma, “nasce um ditadorzinho”. Ele afirmou que nenhum político é “insubstituível”. “É importante que haja uma espécie de alternância do poder, rotação, para exercermos a democracia em toda sua plenitude”. Lula disse que oito anos para quem está no poder passam muito rápido, mas para os adversários, afirmou, “é uma eternidade”. “Na política, a gente não pode se achar nem insubstituível, nem imprescindível.
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