Trief

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25 de maio de 2009

ITABUNENSES PRESTIGIAM O PROJETO ARTE NA PRAÇA - A idéia da Prefeitura de Itabuna de tornar a Praça Otávio Mangabeira (antiga Camacã), no centro da cidade, num lugar apropriado para disseminação de cultura está dando certo e vem conquistando o gosto do público. O Projeto Arte na Praça, implementado pela Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo, em parceria com a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc) e Secretaria de Educação (SEC), transforma, aos finais de semana, a área multiuso da Otávio Mangabeira num palco para manifestações artísticas, exposição e comercialização de artesanato e comidas típicas regionais. No último sábado e domingo, dias 23 e 24, a programação cultural coordenada pela Ficc levou para o Arte na Praça o poeta cantador Carlos Silva, com o show “O Brasil em versos cantados”; o Grupo Lobos de Rua, com espetáculo “Nossa cara” de dança de rua (street dance); e Grupo Musical Menina Baiana, de Buerarema, com show de voz e violão. Uma atração à parte foi Solange, a Gaga de Ilhéus, que arrancou gargalhadas do público com sua participação.(Erivaldo Bomfim - Foto: Vinícius Borges).

2 comentários:

  1. ESSE ESLOGAN É MUITO BONITO!!! entretanto chegou atrasado. Sabe porquê? A TURMA DA "MEOTA" lançou este projeto antes da FIC. A praça do bairro São Caetano que o diga. "A ARTE" lá já é rotina. ( os moradores de rua, os viciados em alcool e drogas, os pedintes, as melitrizes, os charlatões, e outros... do género). Eles... desenvolvem "A ARTE NA PRAÇA" há muito tempo. Somente a FIC, a (SEC), a (SDS) aínda não descobriram. Portanto, fica a nossa sugestão, para que a próxima praça a ser escolhida, possa ser a do bairro São Caetano, lembrando de que basta apenas á extrutura como: palco, som, e alambrados. Pois os "ARTISTAS" já encontram-se lá. Vai ser porradão. ass. Braguinha/Sarinha.

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  2. Não é novidade em qualquer seguimento das civilizações que a arte e a cultura manifestadas dão o diferencial dentro do cotidiano das sociedades pragmáticas ou não. Lazer, entretenimento, crítica dos costumes, inventário de memória e história, mimeses do comportamento, arte exercitada para o melhoramento das relações humanas e salvação do espírito a estágio avançado e nobre. Em toda cultura e sociedade, como princípio de invenção e reprodução da religiosidade experimentada, pagãs ou cristãs atuações do homem sobre o mito ou o místico, sempre houve a arte personificada como coletivização do centro para a periferia e a reverberação em resposta ao manifestado. No meio dessa licença poética da humanidade está o artista, às vezes melhor percebido, outras injustiçado. No entanto, o criador e criação sobreviveram a todas as épocas e o matiz artístico se impôs ao nosso tempo sem tempo de perder-se do exercício continuado. Itabuna também dispõe duma diversidade artística a não dever quem quer que seja. Na arte da música, artesanato e teatro então, são notórios os bons exemplos de representação da cena. São eventos como este da FICC, que estimulam e valorizamnosssos artistas; e deixa a sociedade mais próxima das nossas mais belas e agradáveis manifestações artísticas. Parabéns Cyro de Matos: nota dez para seu trabalho.

    Paulo do Pontalzinho
    paupont@bol.com.br

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