CÂMARA TENTARÁ VOTAR REFORMA POLÍTICA - O presidente da Câmara, deputado Michel Temer-PMDB/SP, vai tentar colocar em votação nesta semana o pedido de urgência para a proposta de reforma política elaborada pelo deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS). O projeto prevê eleição em lista partidária fechada - quando o eleitor vota no partido e não no candidato individualmente - e financiamento público exclusivo para as campanhas eleitorais. A lista fechada já foi descartada pela maioria líderes que participaram da reunião com Temer na semana passada, na qual se discutiu a votação da reforma política. O financiamento público exclusivo também não tem apoio da maioria das legendas. Na hipótese de a urgência ser aprovada, os deputados deverão alterar a proposta de Ibsen, para rejeitar esses dois pontos e incluir emendas que alterem a legislação eleitoral. Os deputados estão preocupados em definir regras claras para as eleições de 2010, como forma de evitar que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) baixe resoluções surpreendendo os candidatos durante a campanha no próximo ano.Trief
25 de maio de 2009
CÂMARA TENTARÁ VOTAR REFORMA POLÍTICA - O presidente da Câmara, deputado Michel Temer-PMDB/SP, vai tentar colocar em votação nesta semana o pedido de urgência para a proposta de reforma política elaborada pelo deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS). O projeto prevê eleição em lista partidária fechada - quando o eleitor vota no partido e não no candidato individualmente - e financiamento público exclusivo para as campanhas eleitorais. A lista fechada já foi descartada pela maioria líderes que participaram da reunião com Temer na semana passada, na qual se discutiu a votação da reforma política. O financiamento público exclusivo também não tem apoio da maioria das legendas. Na hipótese de a urgência ser aprovada, os deputados deverão alterar a proposta de Ibsen, para rejeitar esses dois pontos e incluir emendas que alterem a legislação eleitoral. Os deputados estão preocupados em definir regras claras para as eleições de 2010, como forma de evitar que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) baixe resoluções surpreendendo os candidatos durante a campanha no próximo ano.
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Lula não imaginava que seria presidente da República quando disse que, no Congresso Nacional, há pelos menos 300 picaretas responsáveis pelas tantas aberrações a que temos de assistir neste Brasil. A frase inspirou, na época (era 1995), uma música dos “Paralamas do Sucesso”, que diz: “Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou. São 300 picaretas com anel de doutor”. Se a vida prega peças, imagine-se a política num País como o nosso? Pois Lula acabou virando presidente, fazendo o jogo político do Congresso (assim como o jogo dos juros altos, o jogo do FMI, o jogo dos bancos). E, por exatos 300 votos, tomou a maior derrota diante do Poder Legislativo: seu candidato oficial foi derrotado por um desconhecido, do chamado “baixo clero” congressista, numa evidente prova de incapacidade de articulação. Severino Cavalcanti, que é filiado ao PP de Pernambuco depois de já ter passado por seis partidos de diferentes ideologias (esta é uma palavra que virou retrógrada na política promíscua de hoje), foi eleito presidente da Câmara Federal, o terceiro posto de poder da República Federativa do Brasil.. Com que propósito? Prometendo aos seus colegas parlamentares um aumento do “pequeno” salário de R$ 12,8 mil para R$ 21,5 mil, além de outras regalias que, segundo Severino, são mais que necessárias aos congressistas. Conservador assumido, Severino odeia os homossexuais e, pior que isso, não quis -como representante do povo de um País tão heterogêneo- que lhes seja permitido o direito à união civil. É contra qualquer tipo de aborto, inclusive quando a mulher é vítima de estupro, caso em que a própria Constituição permite (depois de uma longa briga judicial que às vezes custa a gravidez toda, diga-se). Poderia o leitor perguntar por que este homem foi eleito presidente do Congresso. E a resposta é o mais frustrante. Por puro jogo político. Porque o Congresso -ou melhor, os 300 deputados “severinistas”- quis mostrar força ao presidente da República, que não soube negociar, assim como seu partido sequer soube ser coeso. Mais que mostrar força, os deputados quiseram dar um recado: que Lula passe a tratá-los melhor, quem sabe com o afeto da caneta palaciana. Na música dos Paralamas, um dos trechos diz “Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez. O Congresso continua a serviço de vocês. Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou.” Severino caiu e outros severinos o sucederam. E, agora, quatorze anos depois, Luiz Inácio, presidente da República, falhou. Venceram os 300.
ResponderExcluirPaulo do Pontalzinho
paupont@bol.com.br
Insano, perturbador, inquietante, indignante, covarde, desleal, prevaricado, sujo, corrompido, bandido, desqualificado, manipulador, criminoso, ladrão, fingido, podre, vendido... CONGRESSO NACIONAL
ResponderExcluirPubliquei essa postagem no meu blog.
ResponderExcluirUm abraço,
Neto
www.zonadanoticia.blogspot.com
300 PICARETAS NÃO...: 513!
ResponderExcluirBETO