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| Augusto e Davidson devem ter maior tempo de Radio e Tv |
Trief
4 de julho de 2016
NOVO CÁLCULO DE TEMPO DE TV PARA PARTIDOS JÁ PASSA A VALER NESTA ELEIÇÃO
3 de julho de 2016
LULA É ACUSADO DE AJUDAR OAS A CONSEGUIR OBRA DE R$ 1 BI NA ÁFRICA
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| A maioria do povo brasileiro quer ver Lula condenado e preso |
FRAUDADORA DA ROUANET TEVE 243 PROJETOS APROVADOS PELO MINC
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Casamento de dono da
Bellini foi pago com verba desviada
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BRASIL TEM CERCA DE 5 MIL OBRAS PARADAS
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| Numerosas obras paradas fazem parte da realidade do sul da Bahia |
De Norte a Sul do
Brasil, milhares de empreendimentos iniciados com o dinheiro público estão
parados, sem perspectiva de retomada. Um levantamento feito pelo Estado mostra
que há, pelo menos, 5 mil obras paralisadas no país inteiro, num total de
investimentos de mais de R$ 15 bilhões. Os projetos estão espalhados por vários
setores e incluem restauração e pavimentação de rodovias, expansão de
ferrovias, escolas, construção de prédios públicos e saneamento básico. O
trabalho foi elaborado com base em informações dos tribunais de contas dos
Estados (TCEs), programas online de acompanhamento de obras e levantamento dos
Ministérios de Cidades, Integração Nacional e Transportes a pedido da
reportagem. Embora seja alarmante, o resultado pode ser considerado conservador:
de todos os TCEs consultados, dez tinham acompanhamento dos projetos
(municipais e estaduais), como o tribunal do Paraná, Pernambuco, Minas Gerais,
Rio Grande do Sul e Goiás. Os prejuízos causados pela paralisação de obras são
incalculáveis, afirmam especialistas. Além do transtorno para a população, que
não contará com os benefícios dos projetos, a situação representa um grande
prejuízo para os cofres públicos, com o inevitável aumento dos custos numa
retomada da obra. Outro reflexo está estampado no crescente avanço do
desemprego no país. Importante indutor de emprego e renda, o setor da
construção já demitiu mais de 700 mil pessoas com carteira assinada de novembro
de 2014 para cá. "A situação piorou muito no último ano. As obras que não
pararam estão com ritmo bastante lento", afirma o presidente da
Confederação Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins.
Com o país afundado numa das piores crises da história, falta dinheiro para
quase tudo, especialmente para a continuidade dos investimentos. O problema é
que a deterioração das contas do governo federal tem um efeito cascata nas
finanças de Estados e municípios, que hoje não têm dinheiro nem para pagar os
funcionários públicos. Com as contas no vermelho, a medida mais fácil - e mais
perversa - é cortar investimentos. "Boa parte das obras dos governos
estaduais e municipais é feita com recursos de convênios do governo federal.
Eles não têm recursos para tocar os projetos", afirma Martins. O
enfraquecimento da economia brasileira, no entanto, é apenas um dos motivos da
paralisia generalizada de obras Brasil afora. Há questões crônicas como
projetos malfeitos, burocracia, entraves ambientais e falta de planejamento. Na
pressa para começar a construção, muitas obras começam sem ter um projeto
executivo adequado - medida que atrasa os empreendimentos e dá margem à
corrupção. "A falta de planejamento é muito presente nas obras
públicas", afirma o auditor Alfredo Montezuma, do Núcleo de Engenharia do
TCE de Pernambuco. Ele afirma que o Estado tem hoje 514 obras paradas, no valor
de R$ 3,7 bilhões. Outros 913 projetos, cujos contratos somam R$ 3,08 bilhões,
estão em fase de análise e têm indícios de paralisação. Por Renée Pereira.
PARA TUCANOS, CHANCES DE DILMA VOLTAR À PRESIDÊNCIA SÃO NULAS
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| Lideres do PSDB focam atividades com prioridade contra Dilma |
2 de julho de 2016
QUASE 900 JOVENS MORREM POR ANO NA BAHIA
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| O governo dos petistas abandonou a segurança pública na Bahia |
Um estudo divulgado nesta quinta-feira mostra que, em 10 anos, 8.828 pessoas com idade abaixo de 19 anos foram assassinadas na Bahia. O levantamento inclui dados relativos ao período de 2003 a 2013. Nesse período, o ano em que mais morreram jovens foi 2012, com 1.252 assassinatos no estado. No ano seguinte houve redução, com registro de 1.171 mortes de crianças e jovens. O estudo elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais mostra ainda que o Ceará foi o estado que teve o maior aumento de assassinatos de jovens no período, aumentando de 505 para 1.052. Em 2013, a taxa de homicídios de pessoas com até 19 anos no Ceará era de 33,7, a segunda maior do Nordeste. A maior foi registrada em Alagoas, cuja taxa foi de 43,3. O estudo indica ainda que Itabuna, Simões Filho, Lauro de Freitas, Porto Seguro e Eunápolis faziam parte do grupo dos 100 municípios brasileiros mais violentos para crianças e adolescentes. Itabuna ficou na terceira colocação, com 79,5 homicídios para cada grupo de 100 mil pessoas nesta faixa etária. No período foram 250 homicídios. A boa notícia é que de 2012 para 2013 houve redução de mais de 50% no número de assassinatos de pessoas com menos de 19 anos. Em 2012 foram 87 e no ano seguinte, 35 mortes. Houve redução de mortes de menores também em Simões Filho, que era líder nacional. A taxa de homicídios por 100 mil moradores com até 19 anos baixou de 48 em 2012 para 33 em 2013.
JUSTIÇA ANULA PRISÃO DE HOMEM POR TENTAR APAGAR TOCHA OLÍMPICA
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| As Olimpíadas não começaram, mas já causam transtornos |
A Justiça anulou a prisão de um homem por tentar apagar a tocha olímpica durante a passagem por Cascavel, no Oeste do Paraná, por considerar que a conduta era “atípica”. Daniel Ferreira, de 35 anos, foi preso na noite da última quarta-feira (29), quando a tocha passava pela cidade (clique aqui e saiba mais). O juiz criminal Marcelo Carneval, ao analisar o pedido de habeas corpus, impetrado por um grupo de advogados, entendeu que a conduta era atípica e não homologou a prisão. Daniel Ferreira também não responderá a um processo criminal por dano ao patrimônio público e perturbação do sossego alheio. Ao analisar o auto da prisão, o magistrado observou “que a presente peça não resiste ao exame dos requisitos formais de aptidão, pois não noticia a prática de infração penal”. O juiz ainda lembrou que, desde 2013, existem manifestações populares de rua e que protesto não é uma contravenção penal. “O inconformismo com a situação da máquina estatal (onde capricha-se no desperdício do dinheiro público) está fora do campo de intervenção do Direito Penal, que é fragmentário e subsidiário. Aliás, basta caminhar pelas ruas das cidades brasileiras para se constatar que muitos gostariam de se manifestar do mesmo modo”, sentenciou o juiz.
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