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| A soberba pode fazer Rui Costa perder para Zé Ronaldo! |
Soberba, segundo o Novo
Dicionário Aurélio, é orgulho excessivo; altivez; arrogância; presunção... Ao
desenlace político que desaguará nas eleições para governador do Estado em
outubro próximo não falta soberba. Este atributo que pode abreviar a carreira
de políticos que insistem em não calçar as sandálias do pescador. Aliás, parece
que a história teima em se repetir. O quadro que ora se desenha se assemelha ao
das eleições em que foi eleito Jaques Wagner, onde um governador muito bem
avaliado e com uma brilhante história politica se lança candidato a reeleição e
perde para perplexidade de quase todos cientistas políticos e ele mesmo, que já
tinha sua vitória como farvas contadas. Paulo Souto recusou-se a entender que
" Mineração e eleição só depois da apuração". Achando-se invencível, em qualquer hipótese, não deu a devida
atenção a antigos aliados e se lançou numa eleição praticamente ganha que
desabou num abismo. Os aliados, insatisfeitos e cia se juntaram e apoiaram o
ilustre desconhecido Jaques wagner, que venceu as eleições para governador, em
primeiro turno. O quadro atual se não é igual, mas parecido com o anterior aqui
abordado. Um governador com excelente trajetória, granjeou prestígio que o
alçou àao comando máxima do Estado e o fez está credenciado à condição de
favorito absoluto. Rui Costa é tido com franco favorito a vencer as eleições de
outubro, segundo pesquisas e "as bocas de Matildes". Entretanto,
parece que o trato com aliados não é forte do seu temperamento pouco amistoso.
Em Itabuna os petistas foram rebaixados ao posto de “sombras” do tradicional arquiinimigos
do PT, Fernando Gomes (Cuma). Alguns aliados aguardam os acontecimentos e
outros já começam a fazer parte de um bloco de oposição que galvaniza os
opositores, descontentes e desafetos de toda ordem. Se esta hoste continuar a
crescer poderá haver surpresas próprias de singulares momentos históricos que
faz o desenlace navegar contra todas as probabilidades para um rumo inesperado
e imprevisto. Esta guinada não será novidade nenhuma. É apenas a história que
se repete por que os atores se negam a apreender as suas lições. Eleições podem
ser uma morte anunciada ou uma "caixinha de surpresas". Aguardemos!

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