20 de fevereiro de 2017

ITABUNA PEGA FOGO E RUI COSTA TOCA HARPA

Rui Costa está pouco se lixando para os problemas de Itabuna
Esta semana passada foi marcada por mortes diárias em Itabuna. Os dias também foram sucedidos de diversas tentativas de assassinatos. A violência tem sido preocupante na maior cidade do sul da Bahia. E o que tem feito o governo do Estado para contrapor este drama? Patavinas. Nada. O número de policiais é menor quando comparado ao início do governo Rui Costa. Também diminuiu a quantidade de viaturas e postos policiais. Itabuna sangra e está entre as cidades mais violentas do Brasil. E por que isto acontece? A causa pode ser creditada à ausência de interlocutores e lideranças, que pudessem influenciar nas decisões governamentais. Há muito tempo Itabuna é órfã de correligionários e aliados de governadores, que os fizessem compreender a urgente necessidade de fortalecer a cidade no combate ao crime. Itabuna possui hoje, apenas um terço do contingente de agentes de segurança, que tinha há dez anos e alguns bairros tiveram seus postos policiais extintos. Este fato fez a Mangabinha passar a ser referência de violência urbana. E bairros como o Maria Pinheiro, São Judas, Califórnia e Santa Inês, passaram a não ter mais respostas rápidas às demandas de insegurança. Enquanto os assassinatos atormentam o cotidiano do povo itabunense, o governador Rui Costa se embevece em cerimoniais palacianos e se prepara para o deleite dos festejos carnavalescos.

QUEIRAMOS QUE TODOS OS DIAS SEJAM COMO UM DIA DE DOMINGO PARA O IDOSO


É cada vez mais importante cuidarmos melhor dos nossos idosos
Vejo nos comentários da imprensa e das revistas médicas que a longevidade do idoso está se tornando bem evidente nos últimos dez anos. Agora mesmo assisti na televisão a história de um cidadão, que acaba de completar 96 anos de idade. Ele está sendo assistido pelo abrigo da Fundação Balduíno, mas diz que não vai mais trabalhar com plantações, entretanto, sempre que possível, irá frequentar sua rocinha que é a sua vida. A repórter, então, perguntou como ele chegou a essa idade tão bem disposto e tão dinâmico? Os pesquisadores da longevidade após anos de estudos concluem que 30% da longevidade devem aos fatores genéticos e 70% a outros fatores como a paciência, o bom humor, a boa alimentação, saber caminhar dentro dos seus limites, fazer exercícios físicos e tonificar sua mente com o silêncio, boa música e boas leituras. E, sobretudo, viver em plenitude no convívio com a família. Nosso envelhecimento começa no momento em que deixamos o útero materno. Cada década da nossa vida tem um significado e ao chegarmos aos 70, 80 e 90 anos devemos colher os frutos que plantamos. A longevidade só é vantajosa se for acompanhada de saúde. A doença está em ascensão porque nosso modo de vida está cada vez mais ameaçado por pressões cada vez maiores. A reportagem também ouviu especialistas, que afirmaram ser o estresse o principal fator que estimula a doença. Ele contrai os músculos afetando o fluxo sanguíneo e o funcionamento dos nervos, provocando uma sensação de fraqueza no indivíduo. Envelhecer não é morrer aos poucos como muita gente pensa. É viver cada vez mais. Os cientistas estão nas clínicas e laboratórios de pesquisas em várias partes do mundo, trabalhando para que você, meu caro leitor idoso, tenha uma vida mais longa. E graças a Deus, a média de vida do ser humano aumentou nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Quando eu nasci em 62, era de 64 anos, hoje é de 74 anos. Envelhecer com saúde é uma felicidade. A vida é como uma caminhada ao longo da estrada. No começo os passos são apressados, do meio para o fim já diminuímos a velocidade para economizar energia. Más é com passos lentos que melhor apreciamos a beleza da estrada. A felicidade é possível se formos capazes de vivermos bem o momento presente. A velhice é o domingo da vida. Viva esse dia. Deixe entrar o sol em sua existência, abra as janelas do seu coração e bendiga a Deus, meu caro eleitor idoso, a alegria do dia de hoje.

18 de fevereiro de 2017

A CAUSA DA VIOLÊNCIA NAS LEIS QUE NÃO MUDAM

Enquanto o país pega fogo, os deputados e senadores
cantam e  dançam o "samba do criolo doido"!
Em que pesem a total falta de propostas, incompetência e despreparo dos governos de Rui Costa e de Michel Temer, para pôr em prática ações e planos necessários para conter a crise no setor de segurança pública na Bahia e no país, não se pode esquecer que o Congresso Nacional tem enorme responsabilidade pela onda de insegurança que impera em diferentes Estados brasileiros. Isso porque, tanto os deputados federais como os senadores (com raríssimas exceções), não fazem nenhum esforço para mudar o arcaico Código Penal vigente no país. Além de ser datada da década de 40 do século passado, a legislação é cheia de brechas e regalias que acabam funcionando como um incentivo para que mais pessoas de má índole se associem ao mundo do crime. É preciso que a sociedade pressione o Congresso Nacional para que ocorra o quanto antes o endurecimento das leis. Ao mesmo tempo, é indispensável que os cidadãos de bem exijam também da União a apresentação de políticas públicas que realmente solucionem essa baderna generalizada que o país está se transformando, com a criminalidade amedrontando cada dia mais a sociedade. Da forma que está, não pode permanecer. Tem que haver um basta!

RUI PODE PERDER PARTIDOS DA BASE ALIADA PARA 2018

Rui ri hoje, mas a perspetiva é de seu choro em sua sucessão
A mudança do comando do Palácio do Planalto, agora sob a tutela do PMDB, provocou uma reorganização das forças políticas de maneira que partidos que compõem a base aliada do governador Rui Costa (PT) podem ter um caminho diferente para a eleição em 2018. Pelo menos duas legendas, PP e PSD, aliadas desde a formação da chapa de Rui em 2014, integram a base de Michel Temer em Brasília e começam a dar sinais, no plano federal, de aproximação com oposicionistas do PT na Bahia. Emissários do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), virtual adversário de Rui, se reúnem com frequência com representantes das bancadas do PP e do PSD na Câmara dos Deputados para cortejar uma relação. Por enquanto, o quadro segue favorável ao governador, já que os diretórios nacionais dão liberdade para que interesses regionais sejam discutidos por cada direção estadual. Entretanto, o gargalo da disputa pela sucessão de Temer pode embaçar o relacionamento entre os caciques na Bahia. Para além de PP e PSD, outra legenda que integra a base de Rui e pode ter futuro decidido no plano federal é o PSB. A legenda, declarada independente em âmbito federal, pode aderir a um projeto que a aproxime do PSDB ou até mesmo seguir numa carreira solo, o que distanciaria a sigla da eventual permanência como apoio de Rui. Tanto que integrantes do partido mantêm laços, ainda que distantes, de aliados do prefeito de Salvador. O governador baiano deve, desde sempre, manter-se atento para as mobilizações nacionais, para evitar ser surpreendido no futuro.

17 de fevereiro de 2017

NÃO HÁ QUE PERDER A TERNURA DIANTE DA DUREZA DO CÁRCERE

Como ressocializar gente, que é tratada como rato de esgoto?
Algo que esteve em pauta na mídia este ano foi a difícil situação carcerária em nosso País. O assunto veio à tona com mais força pelos fatos tristes de chacinas, decapitações e rebeliões que chocaram nosso povo. A discussão é ampla e, com o advento das mídias sociais, a opinião das pessoas pode ser melhor percebida. Muitos afirmam: “bandido bom é bandido morto”, “olha o que eles fizeram, então, foi merecido” e o ódio se instaura em nossa cultura de morte. Analisando projetos modelos de algumas prisões e sabendo do que a Igreja já fez e continua fazendo através da Pastoral Carcerária e grrupos evangélicos e espíritas, acredito que o criminoso pode sim mudar a sua conduta, e tem o direito dessa possibilidade que não lhe poderíamos tolher. Acompanhei casos de criminosos que tiveram oportunidade de ajuda e mudaram completamente o seu caminho. Um deles vivia em uma região de alta periculosidade em Itabuna e era envolvido com o tráfico de drogas. Disse-me que não era usuário, mas a facilidade de ganhar dinheiro com esta prática fez com que ele se afundasse nessa realidade. Com o apoio de um grupo cristão, a experiência com Deus e o contato com pessoas que tinham uma vida diferente no mesmo lugar onde ele habitava, fez com que seus conceitos fossem pouco a pouco mudados. Deixou aquela prática, constituiu família, engajou-se na Igreja e tive a felicidade de acolhê-lo como afilhado quando recebeu seu sacramentos. Anos depois continua firme nessa nova vida. Também conheci ladrões e assassinos que tiveram suas histórias transformadas e dão testemunhos concretos. Como humanizar o sistema carcerário? Quais as alternativas possíveis para quem deseja sair do mundo do crime? Estas e tantas outras perguntas permearam a mente de muitos que precisam dar respostas à sociedade. O contexto é complexo, e os governos nas suas diversas instâncias estão claramente perdidos em quais decisões tomar. O que particularmente posso afirmar é o fato de termos encontrado soluções e as estatísticas provam a eficácia dos métodos utilizados. Acredito que as Igrejas que atuam na busca de facilitar a ressocialização de egressos do sistema carcerário, poderiam ser mais ouvidas nessa circunstância. Digo que com mais apoio poderão fazer melhor, e isso resultaria em benefício a todos.

POR QUE SER CONTRA APENAS POR SER CONTRA?

NÃO SÃO POUCAS AS DÚVIDAS EM NOSSA VIDAS
As circunstâncias atuais leva-nos a usar, de forma irresponsável, o vocábulo “contra”. Observado a acepção da palavra acima citada, com seu significado retirado de um dicionário online de português, temos os seguintes sentidos: oposição, direção contrária, obstáculo, inconveniência, coisa adversa, dentre outros. É uma significação simples, todas semelhantes, embora de classes gramaticais diversas. A questão é que nós, brasileiros, viralizamos (usando uma linguagem bem atual e virtual), talvez d e forma inconsequente, devido à nossa ignorância ou falta de informação. É comum, nos dias atuais, que sejamos apenas contra alguma coisa, alguém ou determinado assunto. Não há nada de anormal, é verdade. Porém, o problema reside no fato de que, muitas das vezes, não sabemos justificar as nossas posições, dizer os porquês. Muitos brasileiros não sabem justificar a oposição à reforma da previdência, à reforma do ensino médio, à reforma da legislação trabalhista, por exemplo. Muitos brasileiros não sabem a razão pela qual Dilma foi cassada e seu vice, Temer a substituiu. Sobre a política da segurança, da saúde da educação de investimentos, que sabemos que não dá certo, somos todos contra, mas por que somos? Em diálogos com nossos familiares, somo s contra. Nas escolas, alunos e professores são contra. O mesmo acontece nas universidades: a maioria é contra. Mas é certo que poucos são aqueles que possuem justificativas plausíveis para seus contras. E digo que nosso problema é gravíssimo, mas podendo ser, facilmente, resolvido. O exercício da leitura, o senso crítico, a necessidade de assistir a um simples noticiário, ler um jornal, uma revista informativa ou participar/acompanhar um debate de especialistas sobre determinado assunto… Maneiras de combater a nossa humilde ignorância. Possuímos um senso perceptivo que é peculiar dos seres humanos. Temos a noção do certo e do errado, porém muitas vezes por não termos conhecimento argumentativos. Observamos a informação de vários ângulos, sendo, então, que o certo pode se tornar errado, e, mesmo assim, continuamos no c ontra. Até porque, afinal, a maioria das pessoas usam o contra. Aquele meu professor que admiro é contra, meus pais dizem que são contra, meu amigo – que é muito informado – é contra. Então vos digo que, apesar do caos que estamos, com perspectivas péssimas, com a falência dos estados, do país como um todo, com nossos representantes sem credibilidade nenhuma para reerguer a nação, a impressão que tenho é que as únicas coisas que a maioria de nós ainda não é contra são: na crença em papai Noel e coelhinho da páscoa (e, mesmo assim, poucos sabem a histórias de tais mitos). No final das contas, é assim que caminha um país onde seus principais atores não querem aprender seus textos e acabam optando pela cultura do contra. Mas fica sempre o questionamento: por que o contra?

AUGUSTO CASTRO APRESENTA DEMANDAS SULBAIANAS AO MINISTRO IMBASSAHY

Imbassahy deverá atender os pleitos de Augusto Castro para
fazerem o sul da Bahia se melhor prestigiada pelo governo Temer
 
O Deputado Estadual Augusto Castro (PSDB) foi recebido no Palácio do Planalto na tarde do último dia 17, em Brasília, pelo baiano Ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Antônio Imbassahy. Com o intuito de alinhar as demandas dos municípios aos projetos do Governo Federal, o deputado reivindicou investimentos nas áreas de infraestrutura e saúde pública dos municípios que representa. “Trouxe ao Ministro alguns pleitos que há muito tempo não são contemplados pelo governo do estado na Bahia. Acredito que com a nossa articulação e com o baiano Imbassahy a frente desse Ministério as necessidades de nosso estado terão atenção especial do Governo Federal”, disse. Para o parlamentar, a atuação do baiano contribui com o urgente encaminhamento de políticas públicas em benefício da sociedade. 

16 de fevereiro de 2017

A DESLEALDADE DAS AVES DE RAPINA QUE SE DIZEM AMIGAS

Há entre nós, muitos cachorros disfarçados de boas ovelhas
Uma das características intrínsecas à vida em sociedade é, sem dúvida, a competição. A convivência, com semelhantes, nas mais diversas atividades humanas, leva à constante comparação de desempenhos. A concorrência entre os indivíduos, desde que se respeite um determinado limite, pode ser benéfica. Desde épocas muito remotas o ser humano já competia com o seu semelhante. Porém, com o passar do tempo, competir parece ter perdido o seu real significado. Competir, atualmente, tornou-se uma forma de vencer a tudo e a todos, a qualquer preço, desrespeitando até mesmo os limites da moral e da ética humana. Um exemplo disso tudo foi quando me assumir o cargo de Assessor de Imprensa da Câmara Municipal de Itabuna. Alguns colegas de imprensa tentaram convencer o presidente Chico Reis a me preteri, ou simplesmente me exonerar, logo após a minha posse. Os argumentos foram inúmeros e até com recorte de matérias que eu escrevi com críticas ao mesmo. Alguns desses colegas de categoria, foram autores dessa tentativa de minha exoneração e todos eles, me telefonaram, ou me enviaram e-mails e mensagens via whatsapp, me parabenizando e dizendo que eu era a pessoa mais oportuna para assume este cargo. Assim, o exemplo aqui citado é péssimo, choca, entristece. Pois todo profissional que se respeita vive daquilo que é seu, do que produz. Logo, para ser profissional de imprensa é necessário algo mais além de títulos. É preciso ser GENTE. E quem se apropria do alheio é, no mínimo, desonesto…Mas não vou falar dessa má ação, isso não é competir. Não vou falar da ‘pessoa’ que se apropria do alheio, seria dar fama a quem não a tem. Apenas o fato ilustra aquilo que é capaz o ser humano, em nome da competição (?!). Todavia nem tudo está perdido. Apesar de a competição gerar efeitos negativos como a inimizade, o egocentrismo, a falta de sensibilidade e o desrespeito aos limites impostos, ela também nos apresenta virtudes. Se não houvesse nenhuma competição entre os seres humanos, a vida não teria a razão que tem, e as conquistas não teriam o menor valor. Além disso, para que vivêssemos com tecnologia, indústria, classes sociais, f oi necessário, por exemplo, que espanhóis e portugueses lutassem pelo domínio das terras descobertas com a navegação, que russos e americanos competissem pela melhor tecnologia para viajar ao espaço. Foi essa competição que criou o mundo do qual fazemos parte. Na verdade, competir é um instinto humano. Graças a ele vivemos como vivemos hoje. Todavia, o seu sentido real deve ser resgatado, a fim de que vivamos melhor e que não sejamos vítimas de quem não sabe competir. Competir na era do capital humano exige muito trabalho, esforço e determinação. O ser humano, com toda a sua potencialidade, é a figura principal na formatação destes novos tempos e efetivamente pode fazer a diferença no sentido de construir não somente assessorias de imprensa mais ágeis e objetivas, mas, também, e principalmente, um mundo justo e human o, pois só assim terá valido à pena ter vivido estes novos tempos em que o capital humano é personagem principal da história.

TENTAM MANTER A CRIMINALIDADE SEM LIMITES ESCONDIDA EM BAIXO DO TAPETE

Chacina em Porto Seguro lembra mortes em países em guerra
Saques à luz do dia, tiroteios e mortos. Este não é o cenário da Guerra da Síria e sim do estado do Espírito Santo nos últimos dias. Cabeças cortadas não são atos somente de terroristas do Estado islâmico, mas imagens repetidas nos noticiários durante as rebeliões nos presídios em todo o país. Extermínios, como em regiões da África, fantasiados de chacinas em Porto Seguro, na Bahia. O que os números já alertavam, agora ganham as ruas das grandes cidades, de norte à sul. A criminalidade declarou guerra contra um Estado falido e está ganhando a batalha. Segundo os dados do 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgados no fim do ano passado e que refletem 2015, uma pessoa é morta no Brasil a casa nove minutos. O problema não é tão recente, mas por que somente agora parece que o caos existe? A criminalidade sem limites sempre ficou as margens da sociedade, escondida em baixo do tapete. Quando se vê os números, não se sente na pele, e consequentemente, não se cobra soluções. Assim como em outros setores, a má gestão do dinheiro público demora em aparecer, mas não deixa de apresentar a conta. Em casa, se você gasta mais do que recebe ou com as coisas erradas, é possível viver por um período no vermelho ou de cartões de crédito, entretanto uma hora a cobrança chega. Sem investimento em infraestrutura, inteligência e em profissionais, as polícias se enfraquecem e se omitem. Com isso, o crime organizado ganha espaço e se fortalece. Mas do que uma crise pontual, deve se analisar de forma macro. A ausência do Estado não é somente em segurança, mas em educação, moradia, saneamento básico, oportunidades de emprego. Tudo isso contribui muito para o cenário atual. Sem chances de um futuro, o crime surge como a única opção para colocar comida na mesa e crescer na vida. Vira um plano de carreira. Não é de hoje e não será resolvido de um dia para o outro. O exército como forma de conter a violência é somente um paliativo e não pode ser visto como a solução. Para um caso de emergência servem como tampão, mas é necessário rev er todas as políticas públicas a fim de frear a criminalidade crescente. A incompetência do estado e a corrupção intrínseca em todo o sistema precisam ser denunciadas e combatidas incessantemente. O fundo de poço sempre será mais abaixo se não cortamos o mal pela raiz. É importante entender que dos dois lados do ciclo vicioso da violência está a população. Se não cobra atitude dos governantes, não vigia suas atitudes e não vota de forma correta, no fim é ela própria que tem de conviver com os problemas e pagar a conta. É preciso ter a noção de que o público é de todos. Temos de zelar pelo nosso bairro, comunidade e cidade como se fosse a nossa casa. Vivemos por anos fingindo que a violência não é aqui, que guerra só existe no Oriente Médio. Precisamos sair desta cortina de fuma& ccedil;a. A batalha está nas ruas e precisa ser enfrentada por todos. Mudar o canal da sua televisão não vai evitar que a sua casa seja roubada. Ou a população cobra ações efetivas dos governantes, ou seguiremos derrotados. O exército somos nós.

15 de fevereiro de 2017

JURI É MARCADO PARA ABRIL EM ITABUNA

Ato lembrará nesta quinta, 11h30., em frente a Catedral de
São José o assassinato covarde do adolescente Nadson Almeida
Está marcado para o dia 11 de abril, a partir das 8:30hs, a sessão do Tribunal do Júri em Itabuna em que será julgado o PM Wallace Feitosa da Silva, acusado de dirigir a viatura que vitimou o adolescente Nadson Pereira de Almeida, de 15 anos, no dia 16 de fevereiro de 2014. Amanhã, quinta-feira/16, 3 anos após a morte do adolescente, os familiares e amigos de Nadson irão realizar uma manifestação pacífica às 11h30 na praça em frente a Catedral de São José e em seguida participarão da Missa ao meio dia, em memória de Nadson. No dia 16 de fevereiro de 2014, Nadson foi perseguido por uma viatura da PM, após não atender a uma ordem para estacionar a moto, houve perseguição policial e o adolescente foi atropelado e morto. O fato aconteceu no bairro Lomanto, em Itabuna. Dezenas de testemunhas foram ouvidas na Delegacia de Polícia de Itabuna e na Vara do Júri, todos moradores do bairro Lomanto, e contaram que o atropelamento foi proposital. As testemunhas afirmam categoricamente que a viatura derrubou a moto, o adolescente foi lançado para a frente, o capacete saiu de sua cabeça, caiu ao chão e a viatura passou por cima do mesmo. A Vara do Júri de Itabuna pronunciou o PM Wallace, que recorreu da decisão para o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia e este manteve a decisão de julgamento pelo Tribunal do Júri. A Tese da defesa do PM, que não foi aceita pela Justiça Criminal em Itabuna e nem no Tribunal de Justiça é que o fato teria sido um acidente de trânsito. Na época, o caso Nadson teve uma grande repercussão, inclusive, no dia do crime a cidade de Itabuna foi palco de protestos e vandalismo, ônibus foram incendiados e vários veículos que estavam no pátio da Secretaria de Transporte e Trânsito (Settran) foram destruídos.

CÂMARA REINICIA ATIVIDADES COM PERSPECTIVA DE MUITO TRABALHO PARA 2017

Chico Reis crer que os vereadores serão grandes protagonistas
da retomada do desenvolvimento no Município de Itabuna
Com a presença do prefeito Fernando Gomes, que apresentou a sua mensagem de início de ano ao Poder Legislativo, a Câmara de Vereadores de Itabuna retomou oficialmente, nesta quarta-feira (15), os trabalhos de 2017, isto depois de já ter realizado um período de sessões extraordinárias, em janeiro, para análise e votação de projetos relacionados à reforma administrativa proposta pelo Executivo e aprovada pelo Legislativo. O presidente da Câmara, Chico Reis (PSDB), entende que 2017 será um ano de muito trabalho para os vereadores e disse que, entre outras coisas, “pretendemos fazer uma revisão no Regimento Interno da Casa”, ou seja, da própria Câmara, e promover alterações na Lei Orgânica do Município. Outro projeto do presidente Chico Reis é realizar um congresso de vereadores em Itabuna, atraindo para esta cidade legisladores de muitas outras cidades da microrregião sulbaiana. “Na verdade, temos muito o que  fazer ao longo do ano. Vamos apresentar projetos capazes de melhorar a qualidade de vida da  nossa população, sem esquecermos  de outras coisas igualmente importantes, e necessárias, como por exemplo, a capacitação dos servidores da Câmara”, atesta Chico Reis. Já o prefeito Fernando Gomes, anunciou para o final de abril a inauguração da barragem do Rio Colônia, em Itapé, e que já está com 60 por cento de seus serviços de concretagem concluídos. O prefeito também  anunciou a construção de uma passarela  sobre o Rio Cachoeira, interligando as avenidas Firmino Alves e Aziz Maron.

14 de fevereiro de 2017

POR QUE ESTÁ SEMPRE CONTRA TUDO?

Há um labirinto de equívocos para quem está sempre contra tudo
As circunstâncias atuais leva-nos a usar, de forma irresponsável, o vocábulo “contra”. Observado a acepção da palavra acima citada, com seu significado retirado de um dicionário online de português, temos os seguintes sentidos: oposição, direção contrária, obstáculo, inconveniência, coisa adversa, dentre outros. É uma significação simples, todas semelhantes, embora de classes gramaticais diversas. A questão é que nós, brasileiros, viralizamos (usando uma linguagem bem atual e virtual), talvez d e forma inconsequente, devido à nossa ignorância ou falta de informação. É comum, nos dias atuais, que sejamos apenas contra alguma coisa, alguém ou determinado assunto. Não há nada de anormal, é verdade. Porém, o problema reside no fato de que, muitas das vezes, não sabemos justificar as nossas posições, dizer os porquês. Muitos brasileiros não sabem justificar a oposição à reforma da previdência, à reforma do ensino médio, à reforma da legislação trabalhista, por exemplo. Muitos brasileiros não sabem a razão pela qual Dilma foi cassada e seu vice, Temer a substituiu. Sobre a política da segurança, da saúde da educação de investimentos, que sabemos que não dá certo, somos todos contra, mas por que somos? Em diálogos com nossos familiares, somo s contra. Nas escolas, alunos e professores são contra. O mesmo acontece nas universidades: a maioria é contra. Mas é certo que poucos são aqueles que possuem justificativas plausíveis para seus contras. E digo que nosso problema é gravíssimo, mas podendo ser, facilmente, resolvido. O exercício da leitura, o senso crítico, a necessidade de assistir a um simples noticiário, ler um jornal, uma revista informativa ou participar/acompanhar um debate de especialistas sobre determinado assunto… Maneiras de combater a nossa humilde ignorância. Possuímos um senso perceptivo que é peculiar dos seres humanos. Temos a noção do certo e do errado, porém muitas vezes por não termos conhecimento argumentativos. Observamos a informação de vários ângulos, sendo, então, que o certo pode se tornar errado, e, mesmo assim, continuamos no contra. Até porque, afinal, a maioria das pessoas usam o contra. Aquele meu professor que admiro é contra, meus pais dizem que são contra, meu amigo – que é muito informado – é contra. Então vos digo que, apesar do caos que estamos, com perspectivas péssimas, com a falência dos estados, do país como um todo, com nossos representantes sem credibilidade nenhuma para reerguer a nação, a impressão que tenho é que as únicas coisas que a maioria de nós ainda não é contra são: na crença em papai Noel e coelhinho da páscoa (e, mesmo assim, poucos sabem a histórias de tais mitos). No final das contas, é assim que caminha um país onde seus principais atores não querem aprender seus textos e acabam optando pela cultura do contra. Mas fica sempre o questionamento: por que o contra?

13 de fevereiro de 2017

O RETORNO ÀS AULAS NO CICLO DA CIDADANIA

Até policia está sendo acionada, para que escola deixe de estar
sob uso de sindicatos, para voltar a ser a servir à educação
O início das aulas está aí, e um grande número de alunos estará iniciando um novo percurso em suas vidas, regados de muitos sonhos, muitas noites insones e tantas expectativas. Mas, como seria importante se todos esses aspectos pudessem ser partilhados e trilhados por educadores que também sentem e partilham, vibram, sonham e planejam mundos melhores e também se colocam de forma especial na mesma vibração, querendo contribuir e não reprimir, querendo construir e não desiludir, contribuindo e construindo de verdade uma vida melhor, mais completa e mais digna. Um novo ciclo escolar está iniciando e muitos calouros iniciam suas atividades e tantos outros que já se integraram à vida escolar recomeçam suas atividades. Que os momentos de encontro, de prazer, de crescimento, de integração, sejam fortalecidos através de uma avaliação que seja o despertar para uma melhoria das relações e de seres melhores e mais completos. O fato é que não há nenhum bom aluno, se antes não existir um bom professor. Ambos são vitais para que tenhamos uma educação evolutiva, construtiva e geradora de excepcionais cidadãos e cidadãs. 

REFLEXÃO É SEMPRE OPORTUNA EM NOSSA VIDAS

Elevar-se aos céus é muito mais digno que prosperar se rastejando
Avaliação é uma constante em nossas vidas. Desde pequenos, somos avaliados continuamente, nas pequenas e grandes ações. Todos somos passíveis de sermos avaliados. Em todo novo dia que amanhece, há sempre a esperança de que boas coisas aconteçam e que as desagradáveis fiquem no passado. No entanto, muitas das nossas atitudes e crenças continuam intactas, mesmo querendo e sonhando com mudanças, com coisas maiores e melhores. Nesse sentido, vale parar e avaliarmos seriamente nossas ações o que deu certo, o que alcançamos o sucesso e o que o motivou. O procedimento de avaliação deveria ser entendido como uma oportunidade de crescimento, de melhoria das ações e principalmente de nossa compreensão dos processos que nos cercam. Deveria ser, antes de tudo, uma busca por qualidade. De quem somos como amigos, companheiros, irmãos, filhos, estudantes, colegas, radialistas... E por que muitas vezes esse processo não é tão bem aceito nem digerido? Vendo avaliação como um processo, fica mais fácil tanto avaliar como ser avaliado. Isso porque ninguém nasce pronto, nem perfeito, o ser humano vive em constante aperfeiçoamento e assim fica mais fácil contribuir e aceitar as “imperfeições”, porque o burilar faz parte do processo, o polir para aos poucos acontecer um crescente brilho. Avaliar deveria passar basicamente pelo processo de compreensão de si e do outro, porque a avaliação não representa apenas o desempenho do avaliado, mas também a conduta e expressão do avaliador, como um ser que partilha e compartilha momentos, vivências, sentimentos, expressões, nesse contexto se torna muito importante a participação conjunta e a compreensão sobre como estamos contribuindo para o desenvolvimento, amadurecimento e crescimento do outro. Será a avaliação um caminho de mão única? Acreditamos que ela pressupõe também a forma como um ser estimula, contribui e alimenta o crescimento e desenvolvimento do outro, portanto, se esse não consegue um bom desempenho também temos responsabilidades sobre isso, qual foi a nossa contribuição, qual foi o nosso compromisso diante do processo?

12 de fevereiro de 2017

JORNALISMO PERDE HOJE JOSÉ ADERVAN

Tive a honra e o privilégio de homenagear José Adervan em vida
Faleceu  agora a  pouco, o  jornalista José  Adervan,  proprietário do  jornal  ”Agora". Adervan  vinha doente e  estava internado no hospital  Calixto Midlej  Filho.  O  local  do  velório e  hora  do sepultamento  ainda não  foi  divulgado pela  família. - Em 11 de setembro de 2011, publicamos neste nosso blog, a seguinte homenagem: 
JOSÉ ADERVAN É NOSSA PERSONALIDADE DE DESTAQUE - Nas páginas gloriosas da história da nação sulbaiana estão inscritos os nomes dos notáveis cidadãos que dignificaram a existência humana e lições com seus feitos imortais. Em nossa cidade as gerações se sucedem reverenciando a vida dos predestinados que exaltam em sua terra, seu povo, suas instituições com despreendimento, idealismo, sacrifício e seriedade, no sentido de conduzir sua terra a seus destinos de felicidades, grandeza e prosperidade. Todos os municípios sulbaianos para glória da comunidade regional têm tido o privilégio de trazer ao cenário estadual e nacional os nomes daqueles que se tornaram dignos da gratidão, do respeito e da admiração de nossos conterrâneos. Nessa conjugação de esforços itabunenses tem tido notável atuação pelo bom trabalho de seus filhos. E para ser itabunense, não é necessário que se tenha nascido em Itabuna. Estão registrados em nossa história os nomes dos ilustres itabunenses, louvados pelo povo e glorificados pela região inteira. É a justiça dos homens consagrando para a imortalidade seus heróis e benfeitores. Neste sintético comentário, meu propósito é focalizar o personagem despretensioso, dinâmico, honrado, idealista e boa de José Adervan. Bancário aposentado, jornalista, político e empresário, Adervan de índole arrojada e criadora, imbuído de superiores ideais, marca a trajetória de sua vida com atuações impressionantes na imprensa sulbaiana. Atento aos magnos problemas da região cacaueira, ele é um dos que lutam pela criação Estado Bahia do Sul, ou Estado de Santa Cruz. Não seria possível no limitado espaço destinado a um artigo explanar toda a grandiosa atuação realizada por este valoroso homem político, privado e público. Assim, ressaltarei apenas uma de suas realizações: o Jornal AGORA, o maior do interior baiano. Através do seu jornalismo democrático, ele ajudou Itabuna e demais cidade da Bahia em áreas importantes como o ensino, a saúde pública, o problema habitacional, a construção de estradas, o transporte, a ampliação das redes de água, esgoto e eletricidade e as obras de reurbanização, a reestruturação dos serviços públicos e a normalização das instituições e organizações da sociedade, tudo isso foi fator decisivo para o bom jornalismo no estado da Bahia. Em verdade, somente os predestinados como José Adervan, homem de gênio, são capazes de realizar verdadeira diferença entre os humanos. Ao traçar o perfil de José Adervan, os aspectos de sua maravilhosa existência, procurei cumprir um dever sagrado: reverenciar perante a região, perante o nobre povo itabunense, um cidadão útil, honesto, sério, ético... um herói, verdadeiramente um gênio.

HOJE TEM ALINNE ROSA NO CARNAVAL DE ITABUNA

Alinne Rosa é atração hoje no carnaval antecipado de Itabuna
O Carnaval antecipado de Itabuna, aberto na sexta-feira/10, será encerrado hoje, domingo/12, com minitrio para crianças, a partir das 18h. Entre as atrações deste domingo estão a cantora Alinne Rosa e os grupos Descarga Elétrica e Cacau com Leite, que puxam os foliões nos trios que circulam pela estrutura montada nas avenidas Aziz Maron e Mário Padre. No sábado, se apresentaram as bandas Lordão, Vera Cruz, Imaginação, Tropa da Bregadeira, Busão da Fuleragem, Minha Banda, Furacão Katrina, além de Ely Marques, Sinho Ferrari e Boyzinho. A organização da festa é da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), que, por meio do presidente, Daniel Leão, salientou a importância do evento para o entretenimento da população, incentivo à cultura e para movimento da economia. Coordenador da folia, Jorge Vasconcelos observou que com parcerias e patrocínios “estamos fazendo um bonito Carnaval, com o mínimo de gastos e o máximo de aproveitamento dos talentos locais e regionais”.

CARNAVAL DE ITABUNA RECEBE ELOGIOS DE JOSIAS GOMES

O carnaval está sendo palco para consolidar a parceria entre o
prefeito Fernando Gomes e o governador Rui Costa, com Josias
Gomes sendo interlocutor dessa união que fortalecerá Itabuna
Quem esteve ontem à noite no camarote  do prefeito  Fernando  Gomes, foi o  secretário  estadual de Relações Institucionais,  Josias  Gomes, que destacou a importância de Itabuna voltar a contar os festejos carnavalescos, que tanto estavam no anseio dos itabunenses. Josias Gomes não poupou elogiou a organização  da  festa  e  como  representante   do governador  Rui  Costa,  garantiu  que ano  que  vem,  nesta  parceria  com  o  prefeito  de  Itabuna, o  carnaval  terá  maior  investimento, assim  como  todas  as  obras  que  estão  sendo  apoiadas  pelo  governo estadual da Bahia.  Josias também   elogiou  o povo itabunense,  que  tem contribuído para o carnaval ser ordeiro  e de  paz.  O prefeito  Fernando  Gomes,  disse  que  a vinda  de  Josias,  mostra   que  o  governo  está  alinhado com  o  município e anunciou  um  grande  carnaval  para  2018.

CAMPANHA DE PREVENÇÃO A AIDS NO CARNAVAL

Para o secretário Vitor Lavinscky, o CERPAT e as ONGs são
vitais para que Itabuna possa melhor conter a Aids na cidade
O Centro de Referência em Prevenção, Assistência e Tratamento (CERPAT), o Grupo Humanos e o Grupo de Apoio à Prevenção da Aids (GAPA), estão realizando mais uma iniciativa em favor da saúde pública. A “Operação Carnaval com Prevenção” funciona como um reforço à campanha de prevenção à Aids em Itabuna. Essas entidades estão nestes 3 dias de carnaval antecipado na maior cidade sulbaiana, disponibilizando mais de 21 mil preservativos masculinos, 1 mil "camisinhas femininas", 2 mil gel lubrificante e milhares de panfletos de alerta às Infecções Sexualmente Transmissíveis e Aids, no circuíto do carnaval antecipado, como forma de alertar a população, especialmente os foliões, transmitindo a importância de se prevenir contra o HIV. 900 ativistas do Gapa, Grupo Humanus e servidores do CARPAT, estão atuando em toda a extensão do carnaval, em busca de fazer chegar ao maior número possível de foliões, as informações de prevenção as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), especialmente a Aids. PREVENÇÃO IST/AIDS: O MELHOR PROGRAMA DO CARNAVAL. - O Carnaval antecipado de Itabuna, para muitas pessoas, significa um feriadão de três dias tão aguardado e que normalmente é aproveitado para descansar, viajar ou mesmo para cair na folia. Qualquer desses programas são excelentes opções, desde que sejam sempre observados os cuidados com a prevenção contra um dos principais inimigos da saúde pública: as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Por que os casos aumentam nesta época? Para o Secretário Municipal de Saúde, Vitor do Amor Lavinsky, "O clima propício para descontração e para a paquera, associado à ingestão de bebidas alcoólicas ou drogas, facilita a aproximação entre as pessoas e também a transmissão de diversas doenças, entre elas, a sífilis, a gonorréia, o condiloma (HPV), herpes etc, que por causarem lesões na pele, também servem de porta de entrada para o vírus da Aids.  E estes fatos nos condiciona a realizar ações preventivas em momentos cruciais, como é este caso do carnaval antecipado de Itabuna"- concluiu o secretário Vitor Lavinscky.

O POVO NÃO PODE SER REFÉM DE QUEM TEM DEVER DE PROTEGÊ-LO

Caos e Pânico no Espírito Santo com Greve da Polícia Militar
Todos, cidadãos e poderes públicos, estamos submetidos às leis. É o que chamamos estado de direito democrático. O que está acontecendo no Espírito Santo, uma das 26 unidades que formam a República do Brasil, é um atentado a este e a outros princípios democráticos. Desde o último dia 3, a população capixaba se vê acossada por uma onda de violência sem precedentes. Reclamando reajuste salarial para eles, familiares dos policiais militares bloqueiam as saídas dos quartéis na Grande Vitória e em cidades do interior, impedindo-os de saírem para o trabalho. Em consequência dessa ação, os índices de criminalidade alcançaram níveis assustadores. Uma crise de segurança pública que já provocou mais de 120 mortes. Pessoas estão morrendo vítimas de balas perdidas, disparadas em confrontos de criminosos; lojas foram saqueadas, causando um prejuízo até agora estimado em R$ 90 milhões no comércio capixaba; e mais de 200 registros de roubo e furto de automóveis estão sendo computados como consequência da paralisação dos policiais militares. O governo daquele Estado tenta negociar o retorno à normalidade, mas os PMs rebelados recusam-se a um acordo. Segundo o governo, eles querem 43% de aumento salarial, e isso implicaria num adicional insustentável para as despesas com pessoal. Alegando ser impossível conceder o reajuste, o governo propôs avaliar promoções, carga horária e outras reivindicações. Sem êxito! O movimento recrudesce a cada dia, e já há sinais de que pode ‘contaminar’ agentes da Polícia Civil. Os PMs do Espírito Santo, como os da Bahia, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Pernambuco, do Amazonas, da Paraíba, têm direitos que devem ser respeitados. Se as reivindicações são justas, é natural e justo que se mobilizem para torná-las realidade. Entretanto, a luta por melhores condições de trabalho e salário não lhes dá o direito de tornar o povo refém. Não é aceitável, nem lá nem em qualquer outro estado, o extremismo de um movimento que mata aqueles a quem os militares têm o dever de proteger. Os policiais militares do ES dão exemplo de desrespeito às leis, além de arranhar profundamente a credibilidade de uma instituição valorosa como é a Polícia Militar. Lamentavelmente, pela forma como foi conduzida, sua luta se transformou num atentado ao estado democrático de direito.

11 de fevereiro de 2017

POLÍCIA CAUSA VIOLÊNCIA NO CARNAVAL

Há policial que prefere primeiro espancar... pra depois dialogar
Observei ontem à noite, no transcurso do carnaval antecipado de Itabuna, o quanto a polícia e a guarda municipal estão despreparadas para assegurar tranquilidade e paz, em eventos de grandes aglomerações de pessoas. Sobretudo, no entorno do trio elétrico onde se apresentava a Banda Tsunami, quando milhares de negros e pobres dançavam feitos loucos, mas sem causarem riscos à segurança dos demais foliões, ou estarem brigando. A polícia chegou aterrorizando. Espancando, esbravejando e empurrando, inclusive pessoas que não tinham nada a ver com o que se supunha ter sido alvo da sua ação. Este fato se repetiu diversas vezes. Mais de dez vezes. O alvo sempre foi o negro. Sobretudo, negro com aparência de pobre. Isto me fez acreditar, que aqueles policiais, são racistas e intolerantes contra pobres. Alguns deles vi sendo achincalhados e desrespeitados no acesso ao Camarote do prefeito, quando tentavam impedir a entrada de "brancos e ricos", sem contudo, esboçarem nenhuma atitude de revide, ou inclemência. É pertinente salientar, que há nosso reconhecimento de que este comportamento, não significa um comprometimento de mácula à imagem da briosa Polícia Militar. Todavia, a corporação está infectada por bandidos fardados, que devem ser monitorados, reeducados e punidos por seus excessos e abuso de poder. Essa truculência implica em apreensões para foliões, que acabam temerosos de serem as próximas vítimas de agentes públicos, despreparados para cuidarem bem das pessoas. E Itabuna não merece isso, nesse momento em que nossas autoridades estão focadas na recuperação do tempo perdido e assegurar alto-estima para o itabunense.

10 de fevereiro de 2017

SERPA ALERTA SOBRE CELULAR NO TRÂNSITO

Coronel Serpa é exemplo de excelência e gestão onde comanda
Pontual e extremamente necessária a campanha de fiscalização, educação e conscientização, realizada pela 13ª Ciretran, em parceria com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) e Secretaria de Trânsito da Prefeitura de Ilhéus. Essas ações, por exemplo, alertam não apenas os motoristas, como também os demais usuários das vias que a combinação celular e trânsito pode aumentar em até 400% as probabilidades de acidentes. Levantamentos afirmam que o condutor perde cerca de cinco segundos de atenção ao desviar seu olhar para ler uma mensagem no celular. Se estiver a 80 km/h terá percorrido um campo de futebol sem ver o que está acontecendo do lado de fora. Ou seja, tempo mais do que suficiente para provocar um gravíssimo acidente. É preciso que todos os usuários das vias, sobretudo os motoristas, tenham consciência desse grande risco e evitem a utilização de celulares no trânsito. Manusear ou falar pelo celular ao volante, infração que se tornou corriqueira, é uma falta gravíssima, com 7 pontos perdidos na carteira e R$ 293,47 no bolso! Não custa nada deixar o celular de lado por alguns minutos para manter concentração total no trânsito. Pelo contrário, evita-se multa e também pode preservar vidas!

A MORTE EM DOSE DUPLA PARA UMA PESSOA

Negligências em hospitais resultam em "suicídios" e "homicídios"
de pacientes esquecidos, ou jogados nos corredores e ambulatórios
Há um ditado pelo qual dizemos que a ‘morte só quer uma desculpa’. Mas nos casos dos falecimentos das pessoas, que definham sem médicos, medicamentos e equipamentos hospitalares, o Estado deve, e muito, essas desculpas pela omissão, pelo pouco caso que faz das vítimas. A insensibilidade dos profissionais de saúde das Unidades de Pronto Atendimento chega a ser assombrosa. É como se alma não tivessem, aliás, talvez seja mesmo esta frieza da alma a responsável. Se estivéssemos num país mais sério, com certeza, o Artigo 196 da Constituição prevalecia na sua íntegra, o de que a “Saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução dos riscos de doença e de outros agravos e o acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. O dispositivo constitucional vai mais além, pois é complementado pela Lei 8.080/90, que em seu Artigo 2º garante que a “Saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício”. Cada paciente morto em hospital, por falta de atendimento médico, medicamentos e equipamentos, é morto duas vezes. Uma pela enfermidade em si e outra pela desumanidade que permeia as salas de emergência dos hospitais. É lamentável.

AJAMOS LOGO PELA GERAÇÃO QUE VIRÁ

É preocupante a vulnerabilidade a que está submetida a criançada
Se há um consenso entre os grandes pensadores da humanidade, o da Educação plural, inclusiva, aquela que envolve todas as pessoas da comunidade, indistintamente, já sendo redundante, é a ideal. Não basta que o professor fale de conceitos sobre cidadania a seus estudantes ou que ele estimule práticas do bem, ou qualquer outra estratégia, se os pais, tios e avós não sejam participantes do processo. São exatamente projetos como esses, que se propõem a se não dar um basta de uma vez nas condutas perniciosas, pelo menos, reduzir a criminalidade, que merecem ser apoiados. Basta de violência. Existem gestores que estão dispostos a fazer o melhor pela comunidade. E por que não apoiá-los? Por que não abraçar uma causa que é sua, que está lendo esse artigo, que é do blogueiro que o está escrevendo e que é do seu vizinho, cuja leitura pode ser feita se você tiver interesse de repassá-lo este texto. Faça a diferença. Ajude a Escola a exercer seu papel. Seja um multiplicador de informação e participe do programa da maneira que lhe for conveniente. Seu filho, seu sobrinho e o seu neném que ainda está prestes a nascer agradecem.

9 de fevereiro de 2017

NÃO HÁ COMO CONFUNDIR SELVAGERIA COM ENTRETENIMENTO

A selvageria do UFC e MMA não tem nada de entretenimento
Vivemos os dias contemporâneos, conhecidos pela história como pós-modernidade, na verdade, parece que muita coisa, hoje, é pós alguma coisa, pós isto e pós aquilo e nada de concreto e natural nas pessoas, que também parecem ter se tornado pós-humanos, sim, tendo em vista o quanto é intrigante ver certos comportamentos e nos leva a perguntar o que nos tornamos? Haja neologismos para definir tudo isso. Quando analisamos as lutas e competições de MMA, percebemos a complexidade do que se tronou o ser humano. Estes eventos, segundo suas organizações, é para os jovens e a família, para diversão e lazer. Que fique claro, o questionamento aqui, não é quanto à organização de eventos assim, mas ao comportamento de alguns que altera a ordem de tudo.  Alguns atletas exageram nas pancadas e se pouco se importam com o sangue do oponente jorrando no octogono. Vivemos em um tempo mesclado de espetáculos naturais e artificiais, este último parece ser o preferido ultimamente. É difícil entender alguém que diz querer divertimento e partir para a violência. É uma cultura híbrida, onde a cada dia imergimos sem esperança de retorno. Aos que têm fé que se apeguem a ela, aos que não tem encontre algo a que se apegar, pois assustadores são os comportamentos de hoje.

CHEGA DE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES

Mulher violentada reluta em prestar queixa contra marido agressor
As mulheres precisam ser respeitadas, disso, não há dúvidas. Mas é evidente que isso não acontece. Infelizmente, apesar de todos os avanços conquistados por elas ao longo do tempo, a realidade, praticamente, ao que parece, continua a mesma: necessitam ser valorizadas e respeitadas. Para que a realidade possa ser diferente, tramita na Câmara dos Deputados, um projeto de lei que aumenta a pena para o assassinato de mulheres por questões de gênero em diversas situações. Com a aprovação deste dispositivo pelos senadores, milhares de mulheres poderão contar com a Justiça, para não serem mais expostas à violência e a impunidade. Antes de tudo, devemos lembrar, que precisamos que a Constituição Federal seja mais rigorosa e, também, que as mulheres passem a denunciar. Homem de verdade não bate em mulher. Mulher de verdade, se protege.

AS ESTATÍSTICAS DESDENHAM DE CRIMES MENORES

As estatísticas nem sempre revelam os fatos "inexpressivos"
Execuções na periferia e o crescimento dos roubos a mão armada. Como noticia o fato de assassinatos que se sucedem na periferia de Itabuna. Se forem acertos de contas entre gangues por ponto de drogas, não interessa. O que deve ser preservado é o cidadão de bem, honesto, que não tem condições de morar em locais mais seguros da cidade. Aliás, segurança, seja em qualquer lugar de Itabuna, está sendo algo raro nos dias de hoje. É fato que roubos e furtos cada vez mais escapam, não apenas ao controle, mas ao interesse das forças de segurança pública. Os esforços da polícia são no sentido de coibir crimes de expressiva repercussão, “jogando para a geral” os casos de casas arrombadas, por exemplo. Resta à população recorrer à segurança privada, aos muros altos e às câmeras. Faz mal às políticas de segurança pública ignorar determinadas camadas de violência, por tomá-las como desimportantes. O medo não se constrói apenas em torno de grandes eventos. Desenha-se, igualmente, nas situações de hoje. O “sistema” de insegurança não é isolado: funciona como um organismo, afeta todas as relações sociais. Altera, para pior, o urbano.

8 de fevereiro de 2017

SER É DIFERENTE DE TER

É tão bonito ver aquelas pessoas que deixam seus celulares para estar na vida, com os amigos, com a família. É bonito ver pessoas fora de moda, fora dos padrões, pessoas excêntricas, esquisitas, especiais. Que descartam opiniões que não servirão para crescimento. Que acreditam no amor, não esse tipo de amor atual efêmero, mas aquele que cuida, que está presente independente dos quilômetros, que transcende o nosso ser, amor genuíno. É tão bonito ver pequenas gentilezas, em um mundo hostil que só consegue enxergar o próprio umbigo. Como diria Gandhi: "Seja a mudança que quer ver no mundo". Ou "Todo mundo pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo." Até mesmo: "Ontem eu era inteligente, queria mudar o mundo. Hoje eu sou sábio, estou mudando a mim mesmo." Frases assim, nos fazem querer mudanças. Tentar enxergar os nossos mundos mais profundamente e encontrar o que nos falta e o que é descartável. Mas mudar não é só trocar os pensamentos, é agir, é ser. Aquele que vê uma briga e não faz nada, também está tomando uma atitude. Pensar é diferente de agir, eu sei, você sabe, a teoria sempre foi mais fácil do que a prática. Nós nunca precisamos de muito, do tanto que a mídia exibe que precisamos. Na verdade o muito acaba se tornando pouco, muitas vezes. A questão não é ter o melhor de tudo, mas é valorizar o que você tem, é ser o melhor que pode ser, não querer ser o melhor de todos, a vida não é uma competição, nós não devemos ser inimigos uns dos outros, devemos juntar forças, devemos nos ajudar. O mundo exige união, mas só cria situações de discórdia. No fim o que fica é o que a gente foi, não o que a gente teve. Um coração cheio ou vazio. Uma alma pequena ou grande. Se abra para o mundo, aceite que talvez o seu nariz não é tão bonito mesmo, mas os seus olhos podem ser deslumbrantes. Aceite que talvez você não tenha uma mansão, mas tem um lar cheio de amor e acolhimento. Aceite que a sua vida não é como os comerciais de TV. Aquilo nem existe. Se aceite e aceite o outro que está do seu lado. Viva a sua vida, não a vida que dizem por aí nos outdoors. Nós podemos ser mais, mas temos a péssima mania alienada de acharmos que somos menos. 

STF ARQUIVA PROCESSO DE MULHER QUE FOI PRESA POR FURTO DE CHICLETE E DESODORANTE


Enquanto deputada do PT é impune por praticar corrupção...

Georgina Gonçalves entrou em um supermercado na cidade mineira de Varginha e colocou na bolsa cinco frascos de chiclete de menta a dois desodorantes com aroma para adolescentes. A conta daria R$ 42, mas ela saiu sem pagar. Logo que deixou o estabelecimento, foi abordada pelos seguranças, que chamaram a polícia. Os produtos foram devolvidos às prateleiras e Georgina foi presa em flagrante. O fato ocorreu em 18 de fevereiro de 2011. Ao contrário do que foi divulgado anteriormente, ela não está presa, foi solta depois, mas até hoje responde a processo criminal. Nesta terça-feira, no julgamento de um habeas corpus, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou a ação penal contra ela. O STF enquadrou o caso como “crime de bagatela”, um tipo de delito que não causa prejuízo a ninguém – nem financeiro, por conta do baixo valor dos produtos furtados, nem físico, pela conduta não violenta do autor. A votação terminou em três votos a dois. Enquanto Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli defenderam o arquivamento do processo contra a ré, os ministros Ricardo Lewandowski e Edson Fachin, que é o novo relator da Lava-Jato no STF, queriam que o processo continuasse aberto até o julgamento final, que ainda não ocorreu. Ao votar, Celso de Mello, o mais antigo integrante da corte, comparou a irrelevância do crime com os milhões desviados de cofres públicos por políticos recentemente condenados, sem citar nomes. - Eu examino este caso, onde houve mera tentativa de furto simples, tendo por objeto rés furtiva cujo valor não ultrapassou a cifra de R$ 42, e comparo esse fato com o noticiário em torno de condenações penais já decretadas contra empresários e ex-governantes deste país envolvidos em delitos gravíssimos de que resultou desvio ou a ilegítima apropriação de centenas de milhões de reais ou até mesmo de dólares. Nós estamos tratando aqui de uma tentativa de subtração patrimonial sem qualquer violência física ou moral à vítima, que na verdade é uma sociedade empresarial que mantém estabelecimento comercial - ponderou o decano. Embora o caso seja curioso, é comum esse tipo de crime chegar ao STF. O tribunal costuma liberar presos por furto de valores considerados insignificantes e arquivar o processo. Mas costuma haver divergência entre os ministros quando o réu tem histórico criminal. É o caso de Georgina, que tem oito registros judiciais. Entre os crimes pelos quais ela já foi presa, estão lesões corporais, ameaça e furto. Por isso Lewandowski e Fachin defenderam que o processo continuasse aberto. — É certo que a conduta em si mesma examinada se reveste de uma certa insignificância, mas o contexto revela que se trata de uma pessoa com conduta reiterada no crime — argumentou Lewandowski, que é relator do processo. Celso de Mello ponderou que em nenhum dos casos Georgina foi condenada em última instância. Portanto, em tese, ela ainda deve ser tratada como ré primária. Desde que foi presa pelo furto no supermercado, a Defensoria Pública assumiu o caso da acusada, porque ela não tem dinheiro para pagar advogado. Antes da vitória no STF, Georgina já tinha tido habeas corpus negado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).