28 de maio de 2017

NOME DE FHC É O MAIS FORTE NA OPOSIÇÃO PARA ELEIÇÕES INDIRETAS


FHC foi quem fez o Plano Real e isto o credencia na disputa
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu na sexta-feira (26) os nomes dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e do Deputado Tasso Jereissati na disputa de uma eleição indireta em eventual saída do presidente Michel Temer (PMDB). O tucano afirmou que não seria candidato e que pretende concorrer nas eleições gerais de 2018. Alckimin deu a declaração depois que se reuniu com o prefeito João Dória na casa de FHC, que já afastou a possibilidade de ser candidato, mas é apoiado por lideranças do partido. O ex-governador disse que Jereissati está conduzindo o partido com "muita sabedoria e serenidade" ao ouvir todas as lideranças.

TODA ATENÇÃO É NECESSÁRIA NAS SINALIZAÇÕES


As placas de sinalização devem merecer máxima atenção
Alguns motoristas se dizem surpresos quando recebem em suas residências correspondências do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/BA) informando multas por desrespeito à sinalização. Muitas das notificações ocorrem em consequência de o condutor estacionar o veículo em local proibido. Em casos dessa espécie, há quem argumente que fora autuado mesmo parando o veículo a alguns metros de distância da placa de proibido estacionar. Porém, se consultasse o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), perceberia que a legislação institui que “uma única placa, implantada no meio do quarteirão, vale para toda a quadra (sendo 30 m para a frente e 30 m para trás)”. É justamente por conta desse desconhecimento da legislação de trânsito que um grande número de motoristas acaba multado e, o que é mais grave, também cometem infrações que colocam em risco a própria vida e a de condutores, pedestres e ciclistas. É preciso que haja mais atenção às normas!

VEJA QUEM PODER SER PRESIDENTE DA REPÚBLICA, SE TEMER CAIR


Teorias da sucessão omitem generais sucedendo Temer
Quem pode ser o novo Presidente da República caso haja a vacância do cargo com a cassação da chapa no TSE no próximo dia 6. O nome mais forte é, sem dúvida o do Presidente do Congresso, Rodrigo Maia.  Maia teria inclusive convidado o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para ser seu vice. O problema é que ambos são investigados pela Operação Lava Jato. Outros dois nomes, pré-candidatos, também são citados: Nelson Jobim e Gilmar Mendes. Jobim é do PMDB, considerado durão e capaz de enfrentar a Lava-Jato e a PGR. Foi ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, mas teve como sócio André Esteves, investigado da Lava-Jato e prestou consultorias a empreiteiras investigadas. Gilmar Mendes tem se mostrado contra a Operação Lava-Jato, é a favor das reformas, mas não está filiado a partido e PT e PSDB dificilmente aprovaria sua candidatura. Tasso Jereissati e Henrique Meirelles são candidatos que agradam o mercado financeiro e o empresariado. Jereissati é senador do PSDB, muito rico, e não investigado pela Lava-Jato. Tem trânsito nos partidos e no Congresso. É considerado a escolha ideal. Meirelles é um nome que daria confiança ao mercado, mas foi presidente do Conselho de Administração da holding da JBS, o que o descredencia. Sobram dois nomes: o Presidente Fernando Henrique e Carmen Lúcia que preside o STF. FHC do PSDB é o mais experiente e poderia ser uma candidatura de conciliação, mas sofreria forte oposição de partidos como o PT e setores do PMDB. Tem 85 anos e diz que não quer ser candidato. Carmen Lúcia é o nome que mais agradaria a população, pois não tem ligações políticas, mas nunca teve cargo no executivo e teria pouca articulação no Congresso. É uma outsider e não está filiada a partidos. (bahiaeconomica).

FORA TEMER


Justiça com Temer fora do governo e Lula dentro da cadeia
Se já era delicada a condição do presidente Michel Temer, sem popularidade para governar o país, pode-se dizer que a situação do peemedebista tornou-se insustentável após o escândalo de divulgação do áudio em que Temer avaliza a compra do silêncio do ex-deputado cassado Eduardo Cunha, seu correligionário de partido que está preso em Curitiba, na Operação Lava Jato. Logo após ganhar enorme repercussão a delação bombástica dos empresários Joesley Batista e seu irmão Wesley, donos da JBS, vários pedidos de impeachment do presidente foram protocolados. Como Temer garantiu, em pronunciamento, que não irá renunciar, cabe à justiça agir rápido e tomar as providências necessárias para que o presidente seja afastado do cargo o quanto antes. E embora na Constituição esteja previsto eleição indireta quando a vacância ocorre no segundo biênio do mandato, o Congresso terá que ouvir o clamor popular e aprovar uma emenda constitucional para que o eleitor possa ir às urnas escolher o futuro presidente do Brasil, apenas entre os políticos que não estejam respondendo processos e condenações por praticas de corrupção e formação de quadrilha. É a única forma de tentar tirar o país do fundo do poço!