31 de dezembro de 2017

NOSSA ORAÇÃO PARA 2018

2018 será ótimo, se os políticos e governantes não atrapalharem
Eis novamente diante de nós os 365 dias de um novo ano. Ainda estão envoltos nas trevas da eternidade divina. Eles fazem parte do tempo divino que nós não conhecemos. Apesar das profecias, apesar dos grandes planos e das esperanças ligadas a estes planos, ninguém pode saber como será o próximo dia e o próximo ano e o que eles nos trarão. Nós não gostamos muito disso. Gostaríamos de saber, com antecedência, o que vai acontecer, pois queremos planejar, decidir. A humanidade, muitas vezes, acende luzes enganosas, luzes que se apagam com a menor brisa, luzes que não iluminam o caminho. Mas sabemos que Deus está ao nosso lado e sempre disposto a atende4r nossas súplicas: “Ainda que eu ande no vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois tu, Senhor, estás comigo. Tu és o meu Bom Pastor!” É verdade que Deus não promete nos mostrar o que vai acontecer no decorrer do ano que está à nossa frente. Mas ele promete iluminar e facilitar nossa caminhada rumo ao Reino do céu. É mais ou menos corno se iluminássemos um caminho escuro com urna lanterna. O destino final ainda está envolto em trevas, mas cada passo seguinte está iluminado. Isto faz com que se caminhe com cuidado. Mas cada passo que damos é um passo na luz da graça de Deus. Luz para um passo! É o que nos basta. Vamos, pois, caminhar para dentro do escuro. Mas cada passo, um passo na luz. E isto torna nosso caminhar seguro – mesmo para dentro do escuro desconhecido. Isso nos leva a orar: Seja Deus gracioso para conosco e nos perdoe tudo o que não esteve de acordo com sua santa e boa vontade no ano que termina! Seja Deus gracioso para conosco e nos acompanhe e abençoe no novo ano, diante das incertezas e dos receios do desconhecido que está diante de nós neste novo ano. Ó guia nesta vida, Senhor meu Deus, até findar a lida, os passos meus. Em tua luz meus passos serão seguros e alcançarei o destino desejado – a eternidade bem-aventurada em tua presença. Amém. Um abençoado Ano-Novo!

30 de dezembro de 2017

ANO QUE VAI, ANO QUE VEM... É VIDA QUE SEGUE


Ano novo vem e com ele vem também "coisas" do ano velho
Com a aproximação do final do ano, temos aquela sensação recorrente de mudança. Começamos sempre a fazer uma reflexão do que deu certo ou não, do que foi bom ou nem tanto, principalmente de que vamos fazer as coisas diferentes. Fim de ano é quase sempre assim. Navegando pela internet encontrei bons textos, que falam com muita propriedade desse momento pelo qual todo ano passamos, como se fosse um processo que nos faz pensar com mais força na eminente possibilidade de mudarmos uma série de coisas em nossa vida. Coisas e situações que vamos driblando ao longo do ano com o passar dos meses, aquela sensação de que vai ser diferente, que vamos fazer de outra forma, que desta vez vamos fazer ou realmente deixar de fazer, nos acompanha o tempo todo. Está presente em nossos pensamentos, em nossos discursos e em nossos planos para o próximo ano. Algumas frases e mensagens me chamaram a atenção para o fato de que nesse momento é tudo processo, que muitas vezes nos envolvemos nessa onda sem percebermos, por costume. No entanto, pode significar sim um momento de renovação, de novas escolhas, de abandonar velhas escolhas. Afinal vivemos de ciclos, que se encerram e se iniciam. E cabe a cada um de nós permitirmos ou não, termos coragem ou não de realizarmos grandes ou pequenas mudanças. Ou de deixarmos as coisas continuarem como estão. Essa espécie de aflição de final de ano é inventada por nós mesmos, em nosso inconsciente, que costumeiramente aflora com maior intensidade nesta época do ano. Uma avalanche de sentimentos adormecidos durante o ano todo vem à tona: uma solidão sem graça, uma carência fria, uma euforia boba, uma necessidade de companhia, de afeto, de abraço. Preocupações com os familiares, com as contas para pagar, com os sonhos a serem realizados, com inúmeras incertezas que aparecem nem sabemos de onde. O importante é termos a coragem para, de forma sensata, ainda que em pequenas ações, começarmos a buscar a capacidade de sermos mais felizes, um tanto mais alegres e nunca perdermos a sensibilidade de acreditar na possibilidade de realizar os nossos sonhos, não importando quantos finais de ano vamos demorar para torná-los realidade. Enfim, final de ano é assim mesmo. Uma longa lista de coisas para encerrar e outra longa lista a começar. E como o nobre poeta Carlos Drummond escreveu com imensa sabedoria, o final de ano passa, o novo ano se inicia e logo adiante tudo começa novamente.

NÃO DEVEMOS PERDER A ESPERANÇA DE UM BRASIL MELHOR

2018 virá para que possamos superar. resistir e sermos melhores
Mais do que lamentarmos as incoerências de um ano marcado por injustiças, devemos aproveitar a chegada de 2018 para caminharmos juntos em direção à solidariedade e ao respeito mútuo. Parece simples, mas isso requer um princípio básico: tolerância, o que não ocorreu no período que finda. As relações humanas foram enfadadas pela discriminação, pela rudeza, pela perseguição pura e simples; o ódio prevaleceu em várias ocasiões, o que nos deixa entristecidos, mas também nos motiva a apostarmos na paz. Sou de uma geração que acompanhou uma revolução de costumes, com movimentos que pregaram paz e liberdade, que defenderam os direitos das mulheres, dos negros e das minorias. E hoje vejo com pesar o aumento de ideias extremistas, a ascensão de governos totalitários em vários países do mundo, o cerceamento das liberdades individuais: retrocedemos. O ano que chega oferece também a possibilidade de mudanças estruturais, com um parlamento novo e um Executivo que esteja comprometido com os desejos do povo. Esperamos que essas mudanças acabem chegando ao Judiciário, que em 2017 protagonizou cenas espantosas com idas e vindas processuais que confundiram a sociedade. Em muitos momentos, os juízes guiaram-se mais pela emoção do que pela razão e se deixaram levar pela onda midiática, o que acabou resultando na supressão do direito de ampla defesa em diversas ocasiões. E ainda não prendeu Lula. Como pai, avô, cidadão, não posso ceder ao pessimismo, acho que ninguém pode. O Brasil é ainda regido por uma Constituição, a ela devemos respeito. Precisamos aprimorá-la, é fato, mas ela nos une. Somos mais fortes se formos solidários, se obedecermos a Lei e valorizarmos os direitos humanos. Temos que continuar acreditando que o ser humano é naturalmente bom. Feliz 2018!

29 de dezembro de 2017

NÃO HÁ MAIS COMO SER APENAS UM "POSTE" NA ESCOLA

Nunca se fecharam tantas escolas municipais em Itabuna,
quanto nos governos de Vane do Renascer e o atual de Cuma
Sou comunicador e há bastante tempo venho observando as práticas docentes na escola contemporânea. Hoje pela manhã chamou-me a atenção um termo utilizado por um colega radialista em um programa matinal: assistir aula. Essa expressão não mais deveria ser utilizada nos tempos modernos, pois é advinda de práticas docentes antigas onde o professor era o detentor de todo o conhecimento e, o aluno, mero expectador. Daí o termo “assistir aula”. O professor planejava aulas expositivas, utilizava-as em diferentes turmas de alunos desconsiderando suas particularidades e possíveis questionamentos ou imprevistos. Os planejamentos eram guardados como tesouros junto a modelos de atividades objetivando facilitar a vida do professor nos anos subsequentes. Esse equívoco foi prática comum durante um longo período nas escolas. Comparemos essas aulas agora a uma ida ao cinema: sabemos o nome do filme (disciplina); temos noção do enredo (conteúdo); podemos gostar ou não, porém jamais nos será permitido fazer qualquer alteração no desenrolar e no desfecho da história. Nos resta apenas a opção de assisti-lo até o final ou desistir antes do fim. Assim ficava caracterizado o papel do aluno naquela época: mero expectador. Mas, diante de um mundo globalizado em que as informações chegam com rapidez e em quantidades surpreendentes e onde nenhum setor cresceu tanto como o da comunicação, inevitavelmente, a escola também mudou. O aluno agora deve ser o protagonista de sua aprendizagem e, o professor, um mediador do conhecimento. Hoje, ele não “assiste aula”, mas, sim, participa ativamente dela buscando e trocando conhecimentos, construindo conceitos por meio da vivência, da pesquisa. Com isso o desenrolar e o desfecho dessa história não é tão previsível pois tudo pode ser questionado, ampliado, compartilhado e construído por meio das relações e das interações. Ou pelo menos, deveria ser...

O IMPORTANTE É NUNCA DESISTIR DE LUTAR

Insista, persista e nunca desista
Tem gente que luta em busca do tratamento igualitário. Outras que lutam pelo filho prematuro. Ainda tem aquelas que lutam com todas as forças em busca de uma vaga no mercado de trabalho ou na conquista de um grande amor. O que seria de nós sem uma luta para travar? Independente da luta é ela que nos incentiva a sair da cama todos os dias. Mas, nem sempre o mundo é um lugar convidativo e as pessoas nem sempre são meigas, puras e confiáveis. As circunstâncias também podem colaborar com a luta como atrapalhar bastante. Não basta querer com todas as forças possíveis. É preciso se concentrar no desafio e esquecer a dor das topadas nas pedras pelo caminho. Imagina fazer por uma semana? Por dois anos? E por 20 anos? O cansaço é inevitável. Mas, o prematuro vai crescer. O emprego vai ocorrer também. Pode até não ser o que você almejava, mas vai rolar. E quanto o amor, ele vai estar onde menos você esperar. E quando acontecer vai compensar todo sofrimento daquele caminho cheio de pedras e espinhos. Vai ser mágico. Estar no ápice é sensacional. Quando não, é mais fácil você lidar com coisas pequenas. Afinal um caminho aberto, dificilmente será fechado. O aprendizado obtido junto com a experiência é algo que irão te deixar. Não estar no topo é melhor ainda. Seu corpo descansa, o foco nas pequenas coisas aumenta. O problema agora é que você já sabe como se portar como gente grande. A principal indagação agora é: como viver diante de tanta mediocridade? Para uns, a força que se esvaiu percorrendo o caminho vai voltar no instante que você atingir seu objetivo. Para outros, o choro é forma de expressar o turbilhão de emoções. No lugar da força que incentiva a sair da cama, está um vazio. Até achar outro motivo para levantar todos os dias, o corpo e mente sentem. O que resta saber é se você quer de fato se doar tanto novamente. Hoje tenho lá minhas dúvidas. E o amanhã? A Deus pertence, porque eu não tenho planos.

28 de dezembro de 2017

O DUPLO PAPEL DOS BONS VELHINHOS NUM LAR

Quanto mais envelhece, mais as pessoas se tornam crianças!
A velhice quase sempre se associa a decrepitude, perdas, inferioridade. Num tipo de sociedade que se ergue sobre valores materiais, não poderia ser diferente: o desprezo pelo idoso está na raiz desse tipo de estrutura social. Neste mundo em que se exalta a juventude como um estado eterno, o vigor e a beleza como referências existenciais, a pouca idade como síntese de todos os valores, nesta época, neste mundo de hoje, algum papel existe para ser desempenhado pelo avô? Num tempo que se alicerça no materialismo, terá sentido cultuar essa figura que, antigamente, era santificada? Dentro de uma economia de mercado, que tem no pragmatismo sua diretriz, é cabível consumir recursos públicos com um grupo etário que pouco produz? Os avós têm um duplo papel: na família e na sociedade. Na família os avós são conselheiros dos pais e dos netos. Podem transmitir ao vivo a experiência que nenhum livro, ou programa radiofônico, ou televisivo, é capaz de traduzir. Os avós são apoio em inúmeras situações e emergências. Integram a família. Feliz da família na qual comparecem os avós. Na sociedade, os avós transmitem ao presente a herança do passado. São depositários da sabedoria acumulada através de milênios.Até os pequenos gestos revelam a atitude respeitosa ou desrespeitosa para com os idosos. Ceder o lugar ou a passagem ao idoso, mostrar-se disponível para ajudar nas mais pequenas e breves situações, tudo isso demonstra o nível de educação de uma comunidade no relacionamento com os avós. Precisam todos, mas principalmente os jovens, de orientação para escolher caminhos que contrastam com o modelo social imperante, vazio, sem alma, desumano. Um dos pesos da idade para muitos idosos é a viuvez. Se o casal desfrutou, em plenitude feliz, de longa vida em comum, aquele cônjuge que fica sofre muito a ausência daquele que partiu. A respeito desse fato, que belo o exemplo do grande pensador Ernesto de Souza Campos. Viúvo, Ernesto lia toda manhã uma das cartas de sua mulher. Somente uma. Nunca mais de uma. Era a fruta saborosa daquele dia, segundo suas palavras.

BLOG DO VAL CABRAL FESTEJA ANJOS EM ITABUNA

O blogueiro Val Cabral homenageou ontem, instituições
e personalidades de relevantes serviços humanitários!
O blog do Val Cabral realizou na noite de ontem, quarta-feira/27, no plenário da Câmara Municipal de Itabuna, uma festa para comemorar os bons resultados de 2017, brindar a chegada do ano novo e homenagear personalidades e instituições com relevantes serviços prestados à comunidade itabunense. A Câmara estava repleta de convidados, que protagonizam ações importantes para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas enfermas, deserdadas e que somente os possuem como amparo em suas necessidades de subsistência. E as homenagens contemplaram desde instituições que cuidam de idosos como o Abrigo São Francisco de Assis, Fundação Baldoino Lopes e Albergue Bezerra de Menezes, a entidades atuantes nas ações de assistência social para crianças como a APAE, Núcleo Cuidar e Grupo Desbravadores. Também receberam Certificado de Honra ao Mérito, o GAPA, Narcóticos Anônimos, Simpi, Alcoólicos Anônimos, Grupo Humanus, Fundesb e Lar Fabiano de Cristo. Entre as personalidades homenageadas, por seus esforços e atividades, que contribuem para o desenvolvimento de Itabuna, estavam Carlos Alexandre Brandão (Ceplac), Júlio Brito (Cerpat), Augusto Castro (Deputado Estadual), Elvis de Souza (Aetu), Gilmar de Abreu (Águia Branca), Joselito Moraes (Blog do Chaparraus), Edmar Margotto (Empresário), Carlos Leahy (CDL), Antonio Mangabeira (Médico), Leninha da Auto-Escola (Empresária), Jean Baraúna (GAC), Cosme Araújo (Advogado), Edmundo Dourado (Professor), Marcos Vinicius Nascimento (CEF), Renato Costa (político), Eric Ettinger (Santa Casa), Marcos Wense (Empresário), Maruse Dantas (Atleta), José Henrique Carvalho (Médico), Bruno Santana (AGP) e os vereadores Júnior do Trator, Babá Cearense, Enderson Guinho, Nel do Bar e Charliane de Souza.

POR QUE O SILÊNCIO DIANTE DE TANTOS CRIMES?

Facções criminosas mandam matar de dentro dos presídios!
786.870 pessoas foram assassinadas no Brasil em 15 anos (2001 a 2015). Um assassinato a cada dez minutos. Número assustador, sem paralelo no mundo. Acrescento outros números, todos tirados do documentário e de reprodução em jornais de circulação nacional. Em 15 anos os assassinatos no Brasil superam todos os assassinatos havidos no mesmo período em oito países sul-americanos juntos. Se juntar também os 28 países da União Europeia, no Brasil se matou mais gente nos mesmos 15 anos. O terrorismo no mundo matou, entre 2001-2016, 238 mil pessoas. Na Síria, que enfrenta uma guerra com quatro grupos diferentes se pegando, morreram, entre 2011-2017, em números redondos, 331 mil pessoas. No Iraque, entre 2003 e 2017, foram 268 mil mortes. Um exemplo mais perto de casa. Aqueles assassinatos no Brasil é como se fosse dizimada quase o dobro da totalidade das populações de Itabuna e Ilhéus juntas em 15 anos. No ano de 2014 foram assassinados 60.474 indivíduos no Brasil. Na Índia, com 1.2 bilhão de pessoas, mataram 41 mil indianos. No México, foram 20 mil, na Venezuela 19 mil e na Colômbia 13 mil. Nos EUA, com 300 milhões de habitantes e onde todos podem ter armas, mataram 14 mil. Encabula o número da China, país com 1,3 bilhão de habitantes, mataram "apenas" 10 mil. De acordo com dados do 11º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgados no dia 30 de setembro último, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a Bahia registrou em 2016 o maior número de mortes violentas intencionais no país, em números absolutos. De janeiro a dezembro do ano passado, foram contabilizadas 7.110 mortes - média de 19,47 por dia. Em segundo e terceiros lugares, respectivamente, aparecem os estados do Rio de Janeiro (que em 2016 somou 6.262 mortes) e São Paulo (4.925). Como o Brasil não discute um tema desse porte? Saber os motivos da tragédia para tentar minorar essa chaga que estonteia o mundo inteiro. Só se tem perguntas, é o que faço agora também. Seria por causa da pobreza e desigualdade? Mas a Índia e a China, com mais pobres que o Brasil, não tem aqueles números de mortos. Seria a educação? Mas não se fala tanto que o país já universalizou o ensino básico ou que a quase totalidade dos jovens está nas escolas? Talvez o prende e solta do Judiciário ou a atuação não adequada das forças de segurança? Seria a indiferença da classe média e da elite nacional que veem os assassinatos como algo distante, que matam pobres nas periferias das cidades? Se for, essa indiferença é muito burra, os crimes estão chegando perto das casas de todos. Sei lá a resposta, o que encabula é como um assunto desse tamanho não mereça uma atenção maior do país inteiro. Tem algo estranho nesse momento nacional anestesiando a nós todos, você não acha?

AETU PROMOVE RECADASTRAMENTO DOS USUÁRIOS DO VALE TRANSPORTE EM ITABUNA

O sistema de transporte urbano está sendo modernizado
em Itabuna, para dar mais facilidades para seus usuários
A Associação das Empresas de Transportes Urbanos de Itabuna (AETU) está antecipando o recadastramento de todos os usuários do transporte coletivo que se utilizam do vale transporte no município. O processo foi iniciado na última quarta-feira (27), no saguão do Centro Administrativo Firmino Alves tanto para os servidores municipais quanto para o público em geral que usa o vale transporte e estiver na prefeitura. É necessário a apresentação de um documento de identidade. O representante da AETU, Marcel Junior, informou que a partir da próxima terça-feira (dia 2), o recadastramento só poderá feito na sede da entidade, na avenida Amélia Amado (em frente ao terminal rodoviário), no horário comercial. Ele explicou que a partir do próximo ano os ônibus terão novo sistema de bilhetagem eletrônica no transporte coletivo urbano em Itabuna. Segundo ele, a modernização do sistema é uma ação da prefeitura  em parceria com as empresas para  dar mais segurança para quem usa o cartão inteligente validado por máquinas no interior dos ônibus, bem como para  melhorar a qualidade de vida e a mobilidade dos usuários do sistema de transporte urbano. Só na prefeitura, devem fazer o recadastramento, cerca de 1.120 servidores da administração, incluindo os funcionários da Secretaria de Educação, que usam o cartão de transporte, segundo informou o Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Administração, que acompanha o recadastramento do funcionalismo municipal.  

27 de dezembro de 2017

AS CORTES SE APEQUENAM SOB OS PÉS DOS PORCOS DA POLÍTICA

A coisa estava preta pra Cuma, mas, subtamente
ficou "cor de Rosa" e ele permanece impune!
A Justiça brasileiras tem no Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral, circos de palhaços enlutados, um cenário onde a desonra e a indignidade parecem enraizadas, um espetáculo grotesco protagonizado por falsos juristas escondidos sob togas de seda negra. Não há que se falar em Ética, conceito apartado aos que insistem trajar colarinho branco. É uma questão de estética. Por óbvio, as Altas Cortes do país são hoje labirintos sombrios, poços de insegurança que abastecem a vida e o cotidiano do Povo. Não por acaso, abundam “espertalhões” dentre nós… e dentre eles! O Poder Judiciário está ilegítimo, injusto e desacreditado pela sociedade e em nada se distingue do alicerce do coronelismo, da criminalidade desenfreada, da devassidão ética, moral e cívica e, consequência última, da corrupção institucionalizada. Ao apagar das luzes de 2017, decisões monocráticas de alguns ministros do STF e TSE, solaparam os esforços de uma coletividade que busca transparência, moralidade pública e punição efetiva para os ladrões de primeiro escalão e governantes fichas sujas mantidos como guardiões do erário. As últimas capas de revistas semanais de grande circulação estampando escândalos de magistrados das Cortes e os embates avistados à derradeira sessão do Pleno do STF neste ano foram capazes de envergonhar até o mais simples cidadão. Conclui-se que é uma vergonha ser honrado e honesto neste Brasil… deles. Não espanta, portanto, que o discurso de Ruy Barbosa de exatos 103 anos atrás, pareça-nos tão atual, tão próximo à realidade do país, das instituições e do nosso povo: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”

E QUE VENHA 2018

Crie ânimo, aja e a crise jamais conseguirá ofuscar seu êxito
E finalmente o calendário chegou na última folha e na semana que antecede o ano novo é inegável o desejo de limpeza que invade a nossas vidas. Eu sou assim. Quero limpar e purificar minha casa e o meu ser. Associado a isso, uma vontade imensa de abrir espaço para o novo ou o inesperado, seja ele como for.Vontade de arrumar as prateleiras, viver pela última as emoções das vividas em janeiro e jogar fora aquele caderninho (e como um radialista, tenho vários deles). Tirar um dia para arrumar o guarda roupa e provar cada uma das calças e camisas. Vê o que está bom, o que ainda serve e descartar de vez aquela roupa que não uso desde 2016. Jogar fora os calendários de mesa, esvaziar as gavetas, apagar os áudios gravados e revelar ou salvar na nuvem as fotos no celular. Criar coragem de jogar fora aquele sapato que você adora, mas que não tem mais condições de uso, principalmente, nessa época do ano. Limpar a casa de verdade mesmo. Tirar os móveis do lugar e quem sabe até mudar a disposição deles. Para quem acredita, passar um bom pano com água de sal grosso pode melhorar o astral das coisas. É o que dizem. Se planeje para comemorar a despedida de 2017. Sim, apesar de tudo, você e eu sobrevivemos a ele. E sabemos que não foi fácil em meio a tanta descrença nas pessoas e instituições. Ao mesmo tempo se organizar para as primeiras semanas de janeiro. Se vai fazer check-up médico ou vai visitar aquele amigo, ou parente distante. Se programe, planeje, estabeleça datas. O ano de 2017, já acabou, agora é só festas, feriados, panetone, praia, piscina, comida com uva passas e ver a parentada e os amigos que você não via desde o último Natal. Eu agradeço a ano que tive, agradeço pelos tropeços, pelos bons amigos, por você caro leitor, que pacientemente me acompanha por aqui. E desde já agradeço por tudo que 2018 vai me proporcionar. Porque a fé e alegria no coração, mesmo com as rasteiras da vida, permanecem intactas e com o coração aberto eu digo: Vem com tudo, 2018.

26 de dezembro de 2017

A HUMANIDADE ESTÁ CADA VEZ MAIS NECESSITANDO DE PAZ

Imigrantes e refugiados, pressionados pelo EI e repelidos pela UE
O papa Francisco pediu em sua tradicional mensagem de Natal, paz para todo o mundo, especialmente para os povos que sofrem conflitos. Trata-se de um tema recorrente nas mensagens papais, especialmente na época natalina. Em outras ocasiões, Francisco afirmou que a série de conflitos atuais ao redor do mundo corresponde efetivamente a uma terceira guerra mundial. É fato que disputas de poder, políticas, territoriais, religiosas, conflitos diplomáticos e guerras civis sempre fizeram parte da história da humanidade. Em consequência desses conflitos, o mundo vive hoje um dos maiores fluxos migratórios de sua história. Milhões de pessoas tiveram de deixar suas casas, suas cidades e até seus países para fugir dos horrores da guerra. Em terras distantes, enfrentam ainda a discriminação e a xenofobia. Embora o Brasil não apareça oficialmente nas estatísticas de guerra, o País vive seu conflito urbano diário. Basta verificar que o número de pessoas assassinadas por aqui chega a supera o número de mortos na guerra da Síria. Isso sem falar no clima de intolerância disseminado nas redes sociais. Embora a paz seja algo a que qualquer pessoa com o mínimo de humanidade anseie, parece ser algo cada vez mais distante. Entretanto, sempre haverá aqueles que são movidos por essa utopia, enquanto o restante da humanidade, em sua insensatez, continua a jogar um jogo em que todos perdem.

A VERDADE SEMPRE DIGNIFICA E PREVALECE

Existem mentirosos que só enganam tolos!
Recentemente uma situação em especial me fez lembrar a história de Pinóquio. Para tornar real o seu sonho de ser um menino de verdade, o boneco de madeira, ao ganhar vida, envolveu-se em diversas situações perigosas. Embora ele soubesse que deveria praticar boas obras, isso não o isentou de agir deslealmente. Pinóquio percebeu que uma simples mentirinha poderia ajudar a conquistar seus objetivos. Sem pensar duas vezes e ele saiu pelo mundo mentindo e enganando quem cruzasse seu caminho. Já perdi a conta de quantos ‘pinóquios’ esbarrei na minha vida. São muitas as pessoas que com seus narizes, tentam furar os olhos dos outros. Estão por aí, aprontando, jurando inocência e depois culpando o colega. Mas, como a mentira tem pernas curtas e os mentirosos ficam com narizes que não conseguem esconder, acabam sendo descobertos e engolidos pela baleia. Alguns nem se constrangem e optam por continuarem sendo pinóquios. A vida tá boa desse jeito para uma boa parcela da nossa sociedade. Infelizmente, a competitividade que cerca a vida do ser humano o faz pensar que às vezes a mentira é indispensável. Vivemos um tempo em que cada vez mais a sociedade usa de engano para tirar proveito de alguma circunstância, seja na área profissional, familiar ou sentimental. Até parece que se não mentir, não se chegará a lugar nenhum. A mentira se tornou a chave do sucesso. Tornou-se essencial na vida do ser humano. Desculpe-me a sinceridade, mas, achar que uma pequena mentira não é ofensiva, é burrice. Sem falar no círculo vicioso que ela te envolve. Para manter uma mentira de pé, normalmente, se faz necessário inventar uma série de outras coisas e, esse círculo vicioso nunca acaba. A pessoa que tem tendência a sempre fazer o errado, quando percebe que aquela ‘simples’ mentirinha deu certo, mentirá sempre. O que vale mais para você: ter o seu ideal alcançado através de enganações ou é melhor ter sua integridade moral intacta? O ideal é ser conhecido como verdadeiro ou mentiroso? Ninguém confia no Pinóquio e nem o quer por perto. A pessoa que diz mentiras produz injustiça. Com suas palavras bajuladoras causa desgraças, prejudica os pequenos, conduz as pessoas ao erro. O fato é que não vale a pena alcançar os objetivos trapaceando, mentindo e, muito menos passando por cima das pessoas. Não se esqueça da lei da semeadura, só se colhe o que se planta. Quem planta mentira, colhe mentira.

QUEM PLANTA MENTIRA, NÃO COLHE VERDADE


Cuma terá que correr pra pagar os votos prometidos a Rui
Nessa semana uma situação em especial me fez lembrar a história de Pinóquio. Para tornar real o seu sonho de ser um menino de verdade, o boneco de madeira, ao ganhar vida, envolveu-se em diversas situações perigosas. Embora ele soubesse que deveria praticar boas obras, isso não o isentou de agir deslealmente. Pinóquio percebeu que uma simples mentirinha poderia ajudar a conquistar seus objetivos. Sem pensar duas vezes e ele saiu pelo mundo mentindo e enganando quem cruzasse seu caminho. Já perdi a conta de quantos ‘pinóquios’ esbarrei na minha vida. São muitas as pessoas que com seus narizes, tentam furar os olhos dos outros. Estão por aí, aprontando, jurando inocência e depois culpando o colega. Mas, como a mentira tem pernas curtas e os mentirosos ficam com narizes que não conseguem esconder, acabam sendo descobertos e engolidos pela baleia. Alguns nem se constrangem e optam por continuarem sendo pinóquios. A vida tá boa desse jeito para uma boa parcela da nossa sociedade. Infelizmente, a competitividade que cerca a vida do ser humano o faz pensar que às vezes a mentira é indispensável. Vivemos um tempo em que cada vez mais a sociedade usa de engano para tirar proveito de alguma circunstância, seja na área profissional, familiar ou sentimental. Até parece que se não mentir, não se chegará a lugar nenhum. A mentira se tornou a chave do sucesso. Tornou-se essencial na vida do ser humano. Desculpe-me a sinceridade, mas, achar que uma pequena mentira não é ofensiva, é burrice. Sem falar no círculo vicioso que ela te envolve. Para manter uma mentira de pé, normalmente, se faz necessário inventar uma série de outras coisas e, esse círculo vicioso nunca acaba. A pessoa que tem tendência a sempre fazer o errado, quando percebe que aquela ‘simples’ mentirinha deu certo, mentirá sempre. O que vale mais para você: ter o seu ideal alcançado através de enganações ou é melhor ter sua integridade moral intacta? O ideal é ser conhecido como verdadeiro ou mentiroso? Ninguém confia no Pinóquio e nem o quer por perto. A pessoa que diz mentiras produz injustiça. Com suas palavras bajuladoras causa desgraças, prejudica os pequenos, conduz as pessoas ao erro. Não vale a pena alcançar os objetivos trapaceando, mentindo e, muito menos passando por cima das pessoas. Não se esqueça da lei da semeadura, só se colhe o que se planta.

25 de dezembro de 2017

FELICITAÇÕES DOS NOSSOS PARCEIROS PARA NOSSOS LEITORES

Temos muitos parceiros, com mensagens natalinas para nossos leitores e em decorrência das limitações de espaço e tempo, decidimos postar seus banneres aqui...













EIS MEUS PEDIDOS AQUI, MEU BOM VELHINHO


Natal será melhor sem corruptos infernizando a vida do povo 
Como a maioria, fui criado em um lar cristão, onde minha mãe manteve até o último Natal de sua vida uma apaixonada e comovente veneração pelo período natalino. Ela reunia a família e realizávamos nossas preces, onde sob a égide da Bíblia, as suas preocupações iam muito além da família e dos amigos; estendiam-se sempre aos mais desfavorecidos, os que estavam desprotegidos e abandonados. Por sorte minha e da família, minha esposa mantém a mesma tradição. Sabemos todos, Bom Velhinho, que o senhor é lá das bandas da Noruega, Finlândia, lugares civilizados e desenvolvidos, onde se respeitam a cidadania e o dinheiro público. Lá os impostos são altos, mas o retorno em serviços públicos, em saúde, segurança, educação e transportes públicos são compatíveis com o cobrado e pago. Existe distribuição de renda adequada e respeitosa. Aqui nesse nosso país de bandidos de toga, gravatas e colarinho branco, infelizmente, a coisa é muito diferente... Como recomendam reflexões nessa época e com tantos desafios para 2018 tentei fazer essa cartinha para o senhor, até porque as possíveis soluções desses graves problemas nacionais são ao mesmo tempo tão difíceis quanto óbvias. Primeiro presente que lhe peço, meu Bom Velhinho: já que todos estão imbuídos do espírito natalino, faça-os acreditar que a aritmética existe, e que ela ao mesmo tempo em que soma os números, os divide, os multiplica e principalmente, os subtrai. Aritmética e matemática, diga a eles, baixinho e respeitosamente Papai Noel : são ciências exatas. Assim, Bom Velhinho, esclareça-os: se uma elite dos funcionários públicos quer ganhar entre R$ 150.000, 00 a R$ 220.000,00 mensalmente, além dos décimos terceiros, recessos, feriadões prolongados, aposentadorias precoces e outros privilégios, é só fazê-los ver que o Tesouro nacional é único e em uma dessas operações, a subtração, se mostra que o que se esbanja em setores da elite pública falta para a maioria dos brasileiros, que passam muitas necessidades, muita insegurança e muita humilhação, pela miséria a que são submetidos. Bom Velhinho, se não for pedir demais, solicite também aos poderosos do Legislativo e do Executivo que observem em seus quintais. Talvez, possa até dizer, com seu jeitinho bonachão e fazendo das tripas coração, que a corrupção por aqui já ultrapassou todos os limites toleráveis. Se aguentar, arrisque alertá-los que a indignação com a esbórnia no setor público é tanta que o descontrole, a violência e a insegurança se espraiam até nos campos de futebol – que horror! Papai Noel, sei que é muita pretensão de um simples blogueiro enjoado e repetitivo, que em uma época destas – quando todos só deviam trocar presentes, transmitir congratulações, desejar saúde e felicidade, dar abraços e beijos! –, vir com uma conversa chata destas! Mas é de quem vê tanto sofrimento, tanta dor, vê tanta insensibilidade, tanta falta de solidariedade, que, como uma criança que acredita em Papai Noel, perde a vergonha e faz uma cartinha dessas, pensando que o próximo Natal pode ser um pouquinho mais humano e mais digno para essa maioria de brasileiros despossuída e desprezada. Muito obrigado ao senhor, volte sempre!