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O que prometem Rui e Cuma, tem
equivalência de estrume
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As horas correm,
o tempo voa, e, daqui a pouco, começará a campanha político-eleitoral (16 de
agosto). Falam-se todo dia sobre as disputas. Disputas que pautam os mais
variados debates no país, a imprensa e até a maioria das conversas nos
botequins. Especulações são realimentadas e notícias fabricadas. Há, neste
processo, uma gangorra de nomes. Nomes vão e vem. São colocados, outra hora
retirados, para depois serem reacomodados. Depende muito dos interesses.
Interesses individuais e grupais. Nunca os coletivos ou da sociedade. Contudo,
os políticos falam que trabalham para a coletividade. Acredita-se, (e) leitor?
Esta pergunta não é feita pelos partidos, nem pelas lideranças políticas. Não
os perguntam, pois já sabem a resposta, e, mesmo assim, continuam com a
lengalenga de sempre. Parece disco furado rodando na vitrola. Não se tocam.
Teimam e teimam, sem destoarem. Até porque já sabem de cor e salteado o velho
script. Decoraram o enredo. Sabem cada passo que precisa ser dado. O cenário já
lhes é conhecido. Não titubeiam. Mesmo se o esquecessem, seriam alertados a
entoar o velho refrão. Usam e abusam de projetos e promessas que nunca são
cumpridos. E nem se envergonham diante do fato de que um projeto ou programa de
governo nunca deveria ser de cunho pessoal, de responsabilidade do político
"A", "B" ou "C". Mas, isto sim, do partido
político. O que o obrigaria, bem como suas lideranças, a montar estratégias com
o fim de provocar os setores da sociedade, e, então, retirarem-se destes
subsídios para esquema do discurso e do tão falado projeto alternativo. Então,
é mentira dizer que o suposto candidato "A", ou "B", ou
"C" ou "D" virá para a disputa com projeto alternativo
debaixo do braço. Nenhum deles tem ou terá. O que eles apresentarão, é bom que
se diga, são listas de promessas. Promessas não são o mesmo que propostas. Há
uma enorme diferença entre estas e aquelas. É preciso dizer isto. Assim como
também é preciso dizer que nenhum dos partidos e dos supostos candidatos tem
planos de ações ou planejamentos de coisa alguma. Durante a campanha, repetirão
textos escritos por encomendas, como velhos refrães ou scripts mal traçados e,
por certo, desalinhados e descompromissados com a verdade. E, o eleito, então,
governará de improviso. É isto.

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