PREF ITABUNA

Natal Itabuna

Natal Itabuna

Trief

Trief

18 de maio de 2018

DEPUTADA ÂNGELA ESTÁ ENCRENCADA COM A JUSTIÇA


A irmã Ângela entre o santo e o profano,
queimando no caldeirão da Justiça Federal
 
A deputada estadual, Ângela Souza (PSD), tem se notabilizado pela mediocridade e inutilidade do seu mandato como “representante sulbaiana na Assembleia Legislativa da Bahia. Este fato poderá fazê-la ser submetida à penalidade do voto de revolta e indignação, principalmente do eleitorado de Ilhéus e Itabuna. Perder a reeleição não é tão prejudicial e endemoninhado, quanto está processada sob acusação de integrar uma organização criminosa, condenada pela Justiça Federal num bloqueio de R$ 12,3 milhões, com outras 10 pessoas, todas rés no âmbito da Operação Àguia de Haia, que investiga desvio de recursos federais para a Educação em municípios baianos. A Corte atendeu pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) em Ilhéus/Itabuna, que investiga junto com a Polícia Federal o esquema criminoso com atuação em prefeituras baianas. Ângela é acusada de pertencer a um grupo de corruptos, que fraudava licitações. O procurador da República, Tiago Modesto Rabelo, acusa a deputada de estar envolvida na fraude de um contrato de R$ 2,2 milhões entre a Prefeitura de Buerarema e a empresa Ktech Key Technology Gestão e Com de Software Ltda, para a prestação dos serviços com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). No entanto, as investigações comprovaram que a licitação foi fraudada, por meio da simulação da licitação. Os deputados estaduais Ângela Maria Correa de Sousa, Carlos Ubaldino de Santana e o ex-prefeito de Ruy Barbosa (BA) José Bonifácio Marques Dourado, também integrantes da organização criminosa, utilizavam seus mandatos para divulgar a atuação das empresas da organização e aliciar prefeitos para aderirem ao esquema, recebendo, em contrapartida, valores indevidos diretamente ou por meio de interpostas pessoas. O MPF afirma que, além de direcionar a contratação, da fraude na disputa, do aliciamento de prefeitos e agentes públicos mediante pagamento de propina, do alto custo da contratação e do sobrepreço, foi provado que o serviço não era executado e o produto não foi entregue, apesar dos valores pagos pelo município à empresa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente no blog do Val Cabral.

Publicidade: