8 de junho de 2017

O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL, É A FALTA DE UMA LIDERANÇA NACIONAL

Estamos apenas seguindo cegos perdidos no deserto
Assim que o presidente Michel Temer tornou-se o chefe do executivo, com a queda da presidente Dilma Rousseff pairava no ar a desconfiança do que poderia vir com o tempo incerto. A grande problemática foi a explosão dos últimos acontecimentos na política que inviabilizam o andamento das agendas reformistas propostas pelo governo Temer. Quando a economia brasileira começa a deixar para trás o pior da crise, estoura a delação da JBS misturada com uma crise institucional escondida no porão do planalto. Apesar do desemprego recorde, da instabilidade e da falta de recursos em diversas áreas e regiões do país, nas últimas semanas, a economia brasileira começou a apresentar alguns sinais positivos e a inflação se mantendo controlada, com projeção anual abaixo da meta estipulada pelo Banco Central. São dois, a meu juízo, os componentes reais da crise que o Brasil já está vivendo: a resistência irracional do Legislativo e de parcelas da sociedade a reformas imprescindíveis à recuperação econômica e expectativas negativas a respeito da eleição presidencial de 2018. No momento atual, não há como descartar a hipótese do ressurgimento populista com Lula, cenário em que a retomada dos investimentos obviamente não se concretizará. Enquanto esse componente permanecer ativo, o País ficará patinando, com escassas chances de superar a estagnação econômica. Com a rejeição gritante de Michel Temer, o lulismo reascendeu nos corações de milhares de brasileiros sedentos de uma “vingança” da turma que antes mandava e desmandava, roubava e deixava roubar. Quanto mais se demorar em resolver o imbróglio Michel Temer, as incertezas econômicas aumentarão e as ruas vão se inflar como uma bolha sedenta da sua queda. Precisamos de uma nova maioria no Congresso Nacional. Precisamos de uma liderança política!

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