25 de maio de 2017

POR QUE FAZER DO PM, UM PARLAMENTAR?

O PMDB já pensa em fazer do vereador Antonio Cavalcante,
 colega de farda e de parlamento do Deputado Estadual Prisco
No resultado das eleições proporcionais de 2014, vemos policiais militares eleitos de forma destacada em São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais para citar alguns exemplos, que se somam aos eleitos para a bancada federal, em Brasília. Policiais militares, nas duas últimas décadas, com maior empenho, começaram também a investir na fundamental trajetória política. A cada 2 anos a sociedade movimenta-se como um pêndulo. Na senda deste relevante debate, participei na UNEB, em Salvador, da arguição de doutorado de um policial, que a certa altura questionava se a polícia era instrumento ou instituição? A teoria narrava sobre o sonho de que a conduta social em espaços públicos prescinda da presença física de um policial; que ao invés de Secretaria de Segurança Pública venhamos a ter um dia a Secretaria da Confiança Pública; referindo-se a todo o país. Lembrei que se pudéssemos trabalhar apenas com a “ideia de polícia”, a saber, a simples possibilidade de ser surpreendido em falta penal fizesse com que todos e todas agissem com educação e decência, sem linchamentos, sem depredações e sem invasões de propriedades; manteríamos acesso o fio civilizatório, que um dia nos uniu. A sociedade quando elege policiais militares e demais servidores que atuam no encalço criminal sinaliza o desejo simbólico de minimizar corrupção, frear desmandos, maior cumprimento das leis e prisão de criminosos, ou seja, este perfil de eleitor clama por segurança e teme outras anomias sociais, razão pela qual escolhe profissionais “da lei e da ordem”. Cobraremos para que os parlamentares possam sempre “ver com os olhos livres” e  continuem espalhando o fertilizante das ideias que fortalecem as Instituições, em especial as Polícias Militares, visando atender as mudanças que a sociedade tanto espera.

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