26 de maio de 2017

CELULAR AVANÇA TAMBÉM NO RISCO DA CRIMINALIDADE


O crime da moda nos tempos atuais: roubo de celulares
Há 70 anos o mundo conheceria uma invenção que mudaria a história e a forma como os seres humanos se relacionam, estou falando do telefone sem fio. O surgimento de uma tecnologia capaz de transformar telefones fixos em “andarilhos” representou uma verdadeira revolução em vários aspectos da vida humana. A atual tecnologia de comunicação móvel, só foi possível graças aos grandes avanços tecnológicos, que possibilitaram o desenvolvimento de coisas muito, muito pequenas, fazerem com que os “tijolões” como eram chamados os primogênitos da linhagem dos celulares, rapidamente darem lugar a aparelhos que são muito mais que telefones, são computadores, câmeras fotográficas, caixas eletrônicos, filmadoras, gravadores, enfim, o celular deixou de ser um simples aparelho de comunicação para se transformar um verdadeiro agente 007, cheio de truques e inquestionável quanto a seu potencial. Ouvi de uma amiga: “minha vida esta no meu celular, se eu perdê-lo pode me internar porque vou enlouquecer”. Claro que a fala da minha amiga era metafórica, mas retrata muito bem o sentimento que atualmente se estende as pessoas. Além de uma ferramenta de trabalho espetacular para inúmeros profissionais, o celular é sem duvida um dos maiores elos entre as pessoas no mundo moderno. A partir desse panorama não é difícil entender o elevado número de roubos e furtos de aparelhos celulares no Brasil, de acordo com o G1 (site de noticias), aumentou bastante o número de aparelhos móveis roubados, furtados ou extraviados. O comercio clandestino de celulares é um dos que mais cresce no país, alimentando o submundo do crime e incentivando o surgimento de novas vitimas, os criminosos se valem desde estratégias bem elaboradas para a prática do furto até o uso de grave ameaça ou violência. Irremediavelmente há que se ter ainda mais cuidado com o celular, redobre sua atenção e tome medidas simples como não andar com celulares a mostra, não atendê-lo, passar ou receber mensagens em áreas públicas, etc. Não permita ser colocado (a) na condição de vitima.

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