16 de abril de 2017

LÍDICE MATA RIDICULARIZADA COMO FEIA POR DELATOR


A dupla de senadora medonha do PSB: Lucia Vânia e Lídice: A Laquê e a Feia
Na eleição em que foi eleita senadora pela primeira vez, 2010, Lídice da Mata (PSB) recebeu R$ 200 mil da Odebrecht, revelou delação premiada do ex-executivo da empresa Cláudio Melo Filho. Sob codinome “Feia”, a ex-prefeita de Salvador já mantinha uma “relação histórica” com a empreiteira, que conhece e admira, segundo o documento. “Eu acreditava na sua eleição como Senadora pelo momento político na Bahia, pois ela era da chapa do governador eleito Jacques Wagner”, afirmou Melo Filho. Após a eleição, o ex-executivo disse ter solicitado apoio direto para que Lídice ajudasse um projeto do Instituto de Hospitalidade na capital baiana, que teria relação com a Fundação Odebrecht. “Este projeto era vinculado a Secretaria de Turismo da Bahia, cujo secretário, Domingos Leonelli, era indicado pelo PSB, partido da Senadora. José Filho me relatou o descaso dela com o assunto, pois nunca recebeu sequer um retorno”, acrescentou. De acordo com a delação, a senadora ainda foi contatada em março de 2012, junto a outros parlamentares, para legislar a favor do Projeto de Resolução do Senado Federal n. 72/2010. Coube ao diretor do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, o papel de apelidar a senadora baiana, Lídice da Mata (PSB) de feia. O executivo foi preso preventivamente em março do ano passado na Operação Xepa, na 26ª fase da Operação Lava-Jato. Mais conhecido como Bel Silva, o supervisor do “departamento de propina" era o homem de confiança de Marcelo e Emílio Odebrecht sendo peça-chave nas investigações do Ministério Público Federal. O executivo da empreiteira foi apontado como operador de propinas por meio de empresas abertas em paraísos fiscais.

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