16 de janeiro de 2017

HÁ DE SE LUCRAR COM O PERÍODO DE FESTAS O ANO INTEIRO

Ilhéus está se preparando para atrair e receber mais turistas
Quando acabam as festas de final de ano, os brasileiros já começam a pensar se vão poder voltar a colocar o pé na estrada e viajar pelo País. A boa notícia é que o calendário de 2017 prevê 22 dias a mais de folga nos feriados prolongados, além daqueles já previstos, como Carnaval, Sexta-feira Santa, Natal e Réveillon. O que para muitos setores, entre eles a indústria e o comércio, pode soar como um dado negativo, para o Turismo o aumento no número de feriados prolongados é motivo de comemoração. Ao longo do ano, serão milhões de viagens nos fins de semana prolongados por feriados que caem na segunda, terça, quinta ou sexta-feira. A expectativa é que esses deslocamentos impactem em bilhões de reais na economia brasileira. Nosso sulbaiano pode se beneficiar, e muito, desse calendário. Estudos revelam que 50% das viagens são realizadas dentro da própria região, número que sobe para 80%. Isso significa que temos um potencial enorme de movimentação de turistas entre as cidades sulbaianas e que, aquele destino que souber aproveitar melhor seus potenciais, sua beleza, gastronomia e, principalmente, aquele que investir na promoção de seus roteiros, pode sair na frente e atrair mais visitantes. Aí é onde a disputa saudável será acirrada entre Ilhéus, Itacaré, Uruçuca e Canavieiras. Nesse sentido, é de extrema importância que os gestores locais invistam na melhoria da infraestrutura e divulgação de seus destinos. As obras de pavimentação de vias, duplicação de estradas, sinalização, urbanização de praças e orlas são extremamente importantes para a melhoria da experiência turística. Por isso, não adianta só investir em promoção, sem ter infraestrutura e serviços qualificados para receber bem o turista. Engana-se aquele que pensa que um destino turístico nasce naturalmente ou que os atrativos do meio ambiente, culturais ou arquitetônicos são suficientes para transformar um lugar num destino. É preciso mais: envolver toda a comunidade, garantir acesso, infraestrutura, seguranças e serviços de qualidade. 

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