Trief

Trief

5 de julho de 2026

WAGNER PRECISA SER REELEITO PARA TER IMPUNIDADE

Nem todos baianos estão se deixando ser enganados pelo petista e as vaias que o constrangeram no desfile do 2 de julho, são sinais de que sua reeleição está fadada ao fracasso!

A Polícia Federal (PF) está no encalço do senador Jaques Wagner (PT) e previsões asseguram, que ele só não será preso, se permanecer se beneficiando da imunidade parlamentar, que é uma garantia constitucional concedida ao referido senador carioca da Bahia, que está sob acusação de receber vantagens indevidas e propina do Banco Master e de seu dono, Daniel Vorcaro.

A situação de Wagner está complicada, pois as apurações apontam repasses milionários a familiares do senador, uso de aeronaves e recebimento de um apartamento de luxo, em troca de apoio político. As investigações conduzidas pela PF revelaram os seguintes indícios de vantagens que teriam sido repassadas ao senador:

·         IMÓVEL DE LUXO: A PF investiga se o senador recebeu de presente um apartamento avaliado em mais de R$ 2,4 milhões em Salvador.

·         REPASSES VIA PARENTES: Cerca de R$ 3,5 milhões teriam sido destinados a empresas ligadas a familiares de Wagner.

·         USO DE JATINHOS: O senador é investigado por utilizar com frequência aeronaves particulares ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e seus sócios.

Em contrapartida, a suspeita é que Jaques Wagner tenha atuado no Congresso Nacional defendendo pautas de interesse do Banco Master, como projetos sobre aumento da margem de empréstimo consignado, inclusão de beneficiários de programas sociais nessa modalidade e medidas para o fundo garantidor de crédito.

O senador é alvo da Operação Compliance Zero. Ele nega qualquer envolvimento com o recebimento de propina, declarou que o dinheiro encontrado em buscas foi justificado e afirmou que o apartamento estava sendo adquirido de um amigo e sócio do banco.

Todavia, Jaques Wagner necessita ser reeleito senador, para evitar que sua situação se complique muito mais. Somente a imunidade parlamentar poderá evitar dissabores para ele, que também foi alvo da Operação Cartão Vermelho da Polícia Federal em 2018, sob a acusação de receber cerca de R$ 82 milhões em propina e caixa dois. O montante foi desviado das obras de reconstrução e gestão da Arena Fonte Nova para a Copa do Mundo de 2014.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente no blog do Val Cabral.

Publicidade: