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17 de junho de 2026

LOYOLO NÃO GOSTA DE RUI, QUE NÃO GOSTA DE WAGNER, QUE NÃO GOSTA DE JERÔNIMO

Arrumar a bagunça na campanha de reeleição de Jerônimo, está mais difícil que separar um balaio de gatos.

Há na atual campanha de reeleição do governador Jerônimo Rodrigues, um verdadeiro "balaio de gatos" onde o que impera é a bagunça, desordem, confusão e um ambiente com muitas coisas misturadas e difíceis de controlar. Como os gatos tendem a brigar quando presos juntos em um cesto, a metáfora representa o fato caótico e desorganizado entre petistas e comunistas baianos.

Essa desordem vem acontecendo por falta de liderança, divergência de interesses, opiniões e posições e falhas de comunicação. Não há definição de limites e diretrizes para que todos saibam como devem agir e o que é esperado de cada um, com qual um exponham seus pontos de vista separadamente, gerando interpretações conflitantes e discussões acaloradas.

Até as Freiras do Convento das Carmelitas sabem, que Jerônimo é somente um objeto dos mandos e desmandos do seus antecessores Rui Costa e Jaques Wagner; que eles não se suportam, mas agem com a hipocrisia de relações sociais, políticas e partidárias, que requerem a “Ópera-Bufa” do fingimento público de que são amigos e ‘um por todos e todos por um”!

Os conflitos velados envolvendo Rui e Wagner, se estende ao governador que gosta do vice Geraldinho, que não gosta de Rui, que não gosta de Wagner, que não gosta do Ronaldo Carletto, que não gosta de Loyola, que não gosta de Lídice da Mata, que não gosta de Alice Portugal.

O fato é que essa realidade faz a relação entre o ex-ministro Rui Costa e o secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, ambos do PT, ande de mal a pior. Interlocutores com trânsito no Palácio de Ondina afirmam que o secretário começou a adotar medidas internas para tentar frear o avanço de Rui Costa sobre o governo, inclusive na própria Serin, por temer as investidas do ex-ministro.

Além da autoproteção, Loyola também sustenta, nos bastidores, que Rui acaba enfraquecendo o próprio Jerônimo ao assumir negociações, interferir em acordos e concentrar decisões que deveriam partir do governador e de sua articulação oficial. No fim das contas, virou uma guerra silenciosa por poder dentro do coração do governo petista.

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