Há uma expressão de domínio popular, que ilustra fidedignamente, o martírio a que está submetido o ex-ministro Geddel Viera Lima (MDB): "quando o urubu está com azar, o de baixo defeca no de cima". Essa fase de maré de azar extrema, está sendo vivida pelo cacique do MDB baiano. Quando a gente acha que tudo está dando errado para Geddel, situações ainda mais improváveis e negativas acontecem e quanto mais ele está em uma situação difícil, logo sofre um novo revés surpreendente.
É isto o que cremos esteja acontecendo,
pois mal passou o “furacão das malas com 51 milhões de reais”, em abril de
2026, ei que surge uma delação premiada de uma ex-diretora de presídio na Bahia
envolvendo o ex-deputado Uldurico Júnior e Geddel Vieira Lima, em uma suposta
negociação de R$ 2 milhões para facilitar a fuga de líderes de uma facção
criminosa. A delatora afirmou que Uldurico indicou que metade do dinheiro seria
destinada a Geddel, chamado de "chefe"
Este fato é tal qual o “fogo amigo”, que
queima imagem e esquenta a batata que está pra ser assada, sob as patas dá
águia que se ver aprisionada e acorrentada pelas ingratidões, traições,
sabotagens e trapaças alheiras. Geddel paga pelo estigma de ser “o homem da
mala” e ter seu nome como “salvo conduto” de quem não tem com quem contar e se
agarra no estigma de um nome, que abre e fecha portas, sobretudo de
apartamentos com quartos cheios de “lobos guarás” e celas de feras!

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