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O firme esforço da professora Anorina, para Itabuna ter educação de verdade, parece esbarrar-se na mentalidade retrógrada do acéfalo e decrépito Cuma! |
Quando considerada um
ambiente frio e estressante, a escola desestimula o prazer de ensinar e
aprender, a convivência e o sonhar. Automaticamente, os planos e os projetos
são substituídos pela obrigação, pelo fardo e pelo tédio de cumprir as tarefas
pertinentes aos professores. O desânimo por conta da rotina e a falta de
entusiasmo podem interferir até mesmo no desempenho de educadores considerados
excelentes profissionais. No momento em que a inércia toma conta, o “piloto
automático da educação” é acionado. Além de prejudicar quem está ensinando,
também interfere no processo de aprendizado dos alunos, os quais criam
estereótipos e padrões que nem sempre se aplicam à realidade. Frente às
evidências, podemos optar por duas alternativas: aceitar que a educação e a
escola são instituições em decadência, que não há nada a fazer; ou resgatar o
grande potencial existente em cada um de nós, atuar de forma consciente,
competente e motivada, repensar as relações e torná-las mais solidárias e
cooperativas – tudo em busca de criar ambientes mais saudáveis e propícios à
aprendizagem e ao desenvolvimento das potencialidades humanas, mesmo diante das
dificuldades e dos desafios que vão surgindo no percurso. É necessário criar e
fomentar fortes bases para a expansão das possibilidades de perceber,
reconhecer e construir uma nova abordagem de educação solidária, fundamentadas
no desenvolvimento humano para compreender e aplicar cada competência de forma
integrada e sinérgica. Quando falamos em ambientes saudáveis, em alunos e
professores motivados e felizes, em despertar o que há de melhor no outro e na
escola que desejamos, discutimos coisas que consideramos importantes e valiosas
para a vida – e, portanto, necessárias para a educação, a escola e a relação
professor-aluno. Seja a pessoa que fará toda a diferença na vida de alguém!
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