10 de agosto de 2017

SALVADOR TEM PREJUÍZO DE R$ 15 MIL POR MÊS COM REPOSIÇÃO DE LIXEIRAS


mensalmente por conta de depredações ou furtos
Diante das ações de vandalismo ou furto, cerca de 70 coletores de lixo precisam ser repostos todo mês em Salvador. A medida tem um custo mensal de R$ 15 mil para a Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb). A prefeitura explica que além de implicar em um recurso que poderia ser investido na aquisição de novas papeleiras e contêineres, os atos de vandalismo acarretam em uma reação em cadeia, pois quando um item do tipo é destruído, a população passa a jogar lixo no chão. A consequência é o entupimento de caixas de sarjetas e bueiros em ruas, praças e avenidas, o que provoca alagamentos e enchentes, entre outros transtornos. O trecho onde esses atos são mais frequentes é a Orla, mas a Avenida Sete também concentra grande número de ocorrências. "Não há um porquê para esses delitos serem mais frequentes na Orla, mas é uma extensão com grande fluxo de pessoas ao final de semana", explicou o presidente da Limpurb, Kaio Moraes. O órgão aponta que para diminuir esse problema é preciso intensificar a fiscalização de agentes de campo. Como ação preventiva de educação ambiental, a empresa municipal conta com equipes que percorrem comunidades, associações e escolas públicas para conscientizar e orientar os cidadãos sobre os riscos de jogar lixo na rua, as formas corretas de descartes e resíduos orgânicos e recicláveis.

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