9 de julho de 2017

ITABUNA CONTINUA MORIBUNDA

Itabuna esteve sempre sendo empurrada para sua própria cova
por quem mais a explorou: Vane, Geraldo, Fernando e Azevedo!
Fênix, como o leitor já deve saber, é uma figura da mitologia grega, uma ave que renasce das próprias cinzas, mas bela e mais forte que antes. Itabuna, que já foi a terceira maior cidade da Bahia e que atualmente está em sétima posição, tem certa semelhança com esse pássaro. Numa dramática realidade de quase ter sido destruída por uma sequência desastrosa de administração municipal que quase ateou fogo em tudo, a cidade segue sua saga de permanecer governada por políticos, que só cuidam bem dos seus próprios interesses e do enriquecimento súbito e ilícito dos seus parentes e aderentes. Coincidentemente, nestes últimos 30 anos em que o atual prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, esteve e está, direta, ou indiretamente, no comando da prefeitura, a cidade perdeu muito mais que ganhou. Perdeu fabricas, hospitais, postos policiais e os propagados ganhos não conseguiram acompanhar metade do que foi conquistado por cidades como Vitória da Conquista, Camaçari, Juazeiro e até Lauro de Freitas, que eram muito menores e mais pobres que Itabuna, antes de Geraldo Simões, Capitão Azevedo, Vane do renascer e Fernando Gomes, a governarem. Esses indivíduos não deram a mínima de perspectiva de crescimento e de desenvolvimento para is itabunenses. Geraldo era simples assalariado da rede de supermercados Messias e hoje é um dos homens mais ricos do sul das Bahia. Fernando Gomes era vaqueiro e atualmente se vangloria de ser gigolô das mais de 10 mil vacas que possui. Vane e Azevedo não tiveram competência, nem para roubar o dinheiro público, que deixaram roubar e desperdiçar. Estes fatos requerem que Itabuna não permaneça sendo queimadas e que ressurja das cinzas, com vôos que a façam mais bela e forte, como uma reedição da ave Fênix!

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