8 de abril de 2017

OPERAÇÃO LAVA JATO NA CÂMARA DE ITABUNA

Mesa Diretora da Câmara de Itabuna dá exemplo de lisura
Premeditadamente, decidi usar essa manchete, com propósito de despertar a atenção dos meu leitores, para a leitura do que quero revelar sobre a conduta com que o presidente da Câmara Municipal de Itabuna, Chico Reis, atuou no processo de convocação dos membros da Comissão de licitação para contratação da Agência de Propaganda e suas determinações para que não houvesse, ou haja, qualquer negligência no processo. Saliento, entretanto, que o título deste artigo se refere a atuação de lavagem do toldo da escada, que dá acesso a portaria da Câmara, que estava sendo realizado através de um equipamento de lavagem á jato. E então, sarcasticamente, decidi usar esta manchete. Não é segredo que a maioria das licitações para contratação de agências de propaganda, para órgãos públicos, sempre ocorreram com ingerências e resultados previamente determinados. Entretanto, a busca de Chico Reis, para que não pairasse nenhuma dúvida sobre a seriedade e honestidade nos trâmites para contratação da agência, fez com que ele decidisse pela exclusão dos dois integrantes da comissão, que deveriam ser indicados por ele, entre os servidores da Câmara e os três nomes surgissem do sorteio entre treze jornalistas e radialistas, que definiriam os integrantes da comissão. Os sorteados foram Celina Silva dos Santos, Yrlaneide Cardoso de Oliveira Lima e Joselito dos Reis Santos. Os dois suplentes foram Joel de Freitas Matos Folho e Elias Fernandes de Jesus. Portanto, Chico Reis exigiu uma lavagem completa em qualquer possibilidade de sujeira, que por ventura já tenha ocorrido em gestões que o antecederam e isto significa, que mandar lavar a fachada da Câmara requer também, que a limpeza seja completa nas entranhas do Poder Legislativo de Itabuna. Nisto Chico agiu com merecimento do nosso reconhecimento e aplausos. 

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