22 de abril de 2017

AS PERDAS DOS JOVENS DE UM PAÍS, QUE NÃO SE ACHA ELES

Mulheres bêbadas sentadas na calçada - ilustração
As pesquisas mostram que os adolescentes [de ambos os sexos], estão fumando e bebendo bem mais cedo. Isso não é bom. Tanto o fumo quanto o álcool que, em geral, fazem uso em excesso, vão alterar o seu organismo e o seu comportamento. A nicotina atua sobre o sistema nervoso liberando estimulantes e depressoras, dependendo do número de cigarros fumados durante o dia. Para o jovem, o vício de fumar é muito prejudicial, principalmente se ele já é portador de uma sensibilidade alérgica respiratória, o que lhe vai lhe causar tosse, pigarros constantes, secreção nos pulmões, coriza etc. Diversas reportagens têm mostrado jovens de 14 e 15 anos iniciando a prática de usar o cigarrinho, o qual, pela repetição, transforma-se em vício. Um dado preocupante: as meninas em número acentuado também entraram no grupo dos jovens fumantes. Esquecem que serão adultos doentes. O monóxido de carbono e a nicotina causam com o passar dos anos, nos tabagistas, alterações profundas no organismo. O mundo vai caminhando e por influência da mídia, das revistas, os jovens vão querendo se autoafirmar. E também por ser uma característica própria da idade. O cigarro, apesar de todos os seus efeitos negativos, sempre foi usado como símbolo de machismo, de conquistas. Basta dar uma olhadinha nos bares das avenidas Kennedy, Fernando Cordier e principais praças dos bairros da periferia de Itabuna, principalmente nos fins do dia e nos fins de semana, para ver que estão sempre lotados de jovens adolescentes. O jovem que começa muitas vezes na “cervejinha” do fim de semana com os amigos, sem se aperceber, daqui a pouco está sendo objeto de uma dependência que irá preocupar. A adolescência é a antessala do amadurecimento, é o verdadeiro prefácio do livro da vida. As modificações que se processam no organismo nesta fase de transição são acentuadas. É a fase da irreverência, do protesto. Cabe aos pais vigiá-los, orientá-los através do diálogo para que não se percam. Cabe aos pais mostrar-lhes os seus limites. Os adolescentes de hoje serão os futuros dirigentes do Brasil e com perseverança, coragem e fé, tentarão modificar essas escandalosas manchetes de corrupção na política e que se tornaram rotina nos jornais do País. Eles tem que conhecer a paz, a dignidade, a decência, o respeito e o amor ao seu próximo, virtudes essas que serão imprescindíveis para o sucesso de suas vidas. O Brasil de hoje está difícil de ser corrigido, corrompido e superdesorganizado. Só criando uma geração com um sentido de vida, de ética e de sensibilidade, podemos ter no futuro aquele País que todos almejamos, com paz e progresso.

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