15 de março de 2017

O DRAMA E COVARDIA DO ABUSO INFANTO-JUVENIL

Todos temos obrigação de lutar contra a violência infanto-juvenil
Os crimes mais covardes são aqueles praticados de forma silenciosa. Nessa categoria estão os abusos sexuais cometidos contra crianças e adolescentes, agravados pelo fato de a maioria ser praticada dentro dos lares e por pessoas conhecidas. Esse é um tipo de agressão que acompanha as vítimas pelo resto de suas vidas. A criança que sofre violência sexual se torna retraída, perde a confiança no adulto, fica aterrorizada, deprimida e confusa. Sente medo de ser castigada, às vezes até sente vontade de morrer. Ela perde o amor próprio e tem queda no rendimento escolar, além de uma série de outros sintomas que geram muito sofrimento. Por esse motivo, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) deixa claro que a proteção é um dos direitos primordiais da categoria e uma obrigação da sociedade. Ao saber do caso, o compromisso de imediato dos pais ou responsáveis é apoiar a vítima e levá-la a atendimento médico e psicológico o mais cedo possível. Para prevenir, os pais devem saber sempre onde as crianças e adolescentes estão, com quem e o que estão fazendo. Ensiná-los a não aceitar convites, dinheiro, comida e favores de estranhos, além de acompanhá-los em consultas médicas, conversar e criar um ambiente familiar tranquilo. Qualquer pessoa pode denunciar pelo Disque 100.

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