14 de março de 2017

A SAÚDE PÚBLICA ESTÁ ENFERMA

No Hblem, em Itabuna, aparelhos de respiração artificial foram
furtados, assim como equipamentos odontológicos em UBS.
Se analisarmos com rigor aspectos vários do nosso país, depararemos com destaque a política sobre a saúde pública. Uma enorme tristeza nos adoece e passamos a vê-la como a doença mais difícil de tratamento, onde se acentua o descaso e a negligência das autoridades direcionadas a esses cuidados. É comum o noticiário nacional de televisão mostrar que pacientes são tratados com descaso desumano com situações de parturientes após o parto ficarem "instaladas" nos corredores das maternidades; pessoas feridas por diversos tipos de acidente não terem atendimento honrado. Médicos envaidecidos com suas funções se tornam ásperos nos seus atendimentos, como se fossem eles tão significativos e superiores nas suas condições de seres humanos. Desleixo com aparelhos e medicamentos é uma prática muito comum nas entidades hospitalares mantidas pelo governo. Equipamentos quase sempre novos e medicamentos vencidos, por falha de alguém que nunca aparece para assumir a responsabilidade desses crimes, então esses materiais perecem no arquivo morto das unidades hospitalares, alojados em locais inadequados, ao léu, numa demonstração de completo descaso, o que é geral em todos os estados brasileiros. Padecem disso e não vemos perspectivas de solução desses problemas, o que nos faz pensar que a coisa é até proposital por infinitas razões. Com esses procedimentos nos repassam a ideia de que isso alerta na sociedade a busca das empresas particulares que trabalham com a saúde. Essa prática conscientiza os usuários de que se querem melhorar suas vidas, que o façam por critérios particulares. Para sermos um país com decência, necessitamos agir com responsabilidade e mudarmos essas amarguras! Sintamos assim apenas uma amostra de como a medicina é praticada e colocada num escuro labirinto.

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