4 de fevereiro de 2017

A “DAMA DE AÇO” VOLTOU!

A história de vida de Maria Alice, a "Dama de Aço",
é como a sombra do sol e da lua que nos sobrevoa
“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho...”. O trecho do poema de Drummond poderá servir para a reflexão de muitos que são surpreendidos por acontecimentos graves que lhes alteram as vidas de forma surpreendente e inesperada. Certamente o acidente que levou o ministro Teori Zavascki, foi aquela pedra gigantesca que surgiu inesperadamente no caminho do ministro do Supremo, justamente no momento mais importante de sua vida, na qual, segundo quase a unanimidade nacional, ele estava para dar continuidade ao seu até então irretocável trabalho. Nenhuma pedra que se interponha no caminho pode se assemelhar, nem mesmo de longe, à perda de uma vida humana. Tanto é assim que mesmo com o avanço dos anos, evita-se ao máximo se pensar e muito menos dela falar. As pedras surgiram muitas vezes na vida da intrépida, arrojada e infringível Maria Alice e ela resistiu, perseverou e se manteve altiva, ativa e vitoriosa. Manteve-se firme diante de trágicos acontecimentos de óbitos familiares. Sofreu, chorou e se resignou diante de perdas fatais de pais, irmãos, filha, esposo e grandes amigos. Não se curvou quando as perdas materiais tentaram subjugá-la à miséria e ostracismo. Não aceitou que as batalhas perdidas a fizessem perder a guerra e desistir das lutas. Seguiu obstinada seu destino de líder de um gênero escasso de guerreiras invencíveis em Itabuna. Lembrando ainda Drummond, Maria Alice foi removendo as pedras que encontrava no meio do seu caminho e em algumas situações, ainda as utilizava, para construir muros de proteção, contra outras pedras que lhe jogavam. Assim resistiu as adversidades. E hoje está no topo do podium, na posição de campeã. A “Dama de Aço” é “pedra noventa”!

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