28 de fevereiro de 2016

MORO MERECE O MELHOR DOS ACARAJÉS

Sérgio Moro hoje, é a personalidade mais importante do Brasil
A Operação Acarajé trouxe para o centro da crise nacional figuras que gravitam muito próximas da ocupante maior do Palácio do Planalto e o atingiu com um raio: as tenebrosas transações do marqueteiro João Santana e esposa Mônica Moura. Considerado um dos principais conselheiros da presidente da República, teve seu patrimônio e o da esposa multiplicado milagrosamente nos governos petistas. Fica cada vez mais evidente que, nos bastidores desse teatro, o governo petista maquinava um crime quase perfeito: os contratos superfaturados com as empresas acumpliciadas, cuja “sobra” era encaminhada ao PT, que por sua vez os declarava ao TSE, como se fossem doações na forma da lei. Dessa forma e à sua revelia, o TSE passou a fazer parte do esquema como lavanderia de propinas. Essa conclusão não é perseguição política e muito menos “terceiro turno”, está baseada no conteúdo dos depoimentos de vários delatores que dependem da veracidade de suas informações para obter os benefícios da Justiça. Está também nas afirmações contundentes do procurador-geral da República e nas do juiz Sérgio Moro, e são decorrentes do exame das provas já coletadas, no produto das ações de busca e apreensão feitas pela Polícia Federal e na sustentação que os tribunais superiores têm dado aos procedimentos da Lava Jato. Paralelamente, o País aprofunda-se em cruel crise, em que o desemprego e a inflação apavoram as famílias, mas os criminosos João Santana, Mônica e Zwi Skornicki, arrogantemente debocham de tudo e de todos, e confiantes na impunidade ostentam sua riqueza obtida ilicitamente. O juiz Sérgio Moro, que detesta mentirosos, malfeitores e ladrões, está muito faminto. Mas não é fome por acarajé. É fome por justiça, compartilhada pela maioria honesta da população brasileira que por bandidos do colarinho branco humilhada, sofre injustamente e não suporta mais tanta devassidão.

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