Um cavalo, ao ser engolido pelo mato em uma obra inacabada existente na vizinhança do sucateado Hospital de Base Luiz Eduardo Mag
alhães, desperta a atenção sobre o descaso público para com uma das áreas que tendem a ser único escape de crescimento de todo o município de Itabuna. Pois é isto mesmo: o espaço de terra projetado para fazer a cidade crescer, compõe uma das mais belas paisagens naturais de Itabuna. Num passado não tão distante assim, há cerca de uns 12 anos, imaginou-se em acrescer àquela área de rara beleza mais beleza e melhor utilidade para a sociedade itabunense, dando prosseguimento ao solo num corredor por sobre as matas e complementando o conjunto com uma construção sobre os afloramentos no meio de uma extensa área verde. Assim foi feito. A construção nunca conseguiu reproduzir a graça do projeto arquitetônico original resultando, mesmo no início da obra realizável, numa edificação incapaz de acrescer beleza ao ambiente. Mas, ao menos, era eficiente em sua proposta como área de artes, cultura e lazer. Acréscimos profundamente infelizes, como um desastroso empreendimento público cercado por uma horripilante mureta de estacas e arame farpado, com uma estapafúrdia entrada a imitar literalmente uma porteira de curral, foram os tiros de misericórdia no que tinha sido de pretensão, há alguns anos antes, uma expressiva proposta arquitetônica. Depois de virar um lixo urbano, o finado Centro de Convenções e do Teatro de Itabuna foi abandonado para uso público. Está transformado em estábulo. Abandonado, o imóvel serve apenas para criação de vacas e cavalos. Quem sabe, ao engolir o cavalo, o mato do esqueleto do natimorto Centro de Convenções e Teatro possa gritar para as autoridades públicas por alguma atenção, por algum respeito para uma das áreas mais carentes de Itabuna e para o dinheiro público.
alhães, desperta a atenção sobre o descaso público para com uma das áreas que tendem a ser único escape de crescimento de todo o município de Itabuna. Pois é isto mesmo: o espaço de terra projetado para fazer a cidade crescer, compõe uma das mais belas paisagens naturais de Itabuna. Num passado não tão distante assim, há cerca de uns 12 anos, imaginou-se em acrescer àquela área de rara beleza mais beleza e melhor utilidade para a sociedade itabunense, dando prosseguimento ao solo num corredor por sobre as matas e complementando o conjunto com uma construção sobre os afloramentos no meio de uma extensa área verde. Assim foi feito. A construção nunca conseguiu reproduzir a graça do projeto arquitetônico original resultando, mesmo no início da obra realizável, numa edificação incapaz de acrescer beleza ao ambiente. Mas, ao menos, era eficiente em sua proposta como área de artes, cultura e lazer. Acréscimos profundamente infelizes, como um desastroso empreendimento público cercado por uma horripilante mureta de estacas e arame farpado, com uma estapafúrdia entrada a imitar literalmente uma porteira de curral, foram os tiros de misericórdia no que tinha sido de pretensão, há alguns anos antes, uma expressiva proposta arquitetônica. Depois de virar um lixo urbano, o finado Centro de Convenções e do Teatro de Itabuna foi abandonado para uso público. Está transformado em estábulo. Abandonado, o imóvel serve apenas para criação de vacas e cavalos. Quem sabe, ao engolir o cavalo, o mato do esqueleto do natimorto Centro de Convenções e Teatro possa gritar para as autoridades públicas por alguma atenção, por algum respeito para uma das áreas mais carentes de Itabuna e para o dinheiro público.
Somente por este abandono de obra pública em Itabuna, o itabunense deveria tomar vergonha na cara e jamais votar em Wagner e todos os seus aliados.
ResponderExcluirMas o povo de Itabuna parece que adora ser tratado como saco de pancada.
Daniel Lopes
Isto é o que acontece na Bahia inteira.
ResponderExcluirNunca houve um governador tão ruim como esse Jaques Wagner.
Sandro Barbosa Rios
EU ACHO É POUCO.
ResponderExcluirQUEM MANDA VOTAR NESSA CORJA DO PT?
JURANDIR MARQUES
Pelo menos lá serve para criação de cavalos e bois.
ResponderExcluirWilson Mendes