A televisão mostra. O mundo está em sofrimento. Enchentes, desabamentos, gente desabrigada, desaparecida, morta. Em outro lo
cal, seca de lascar, de torrar o chão, gente em fuga. A terra treme; o mar engole o litoral. Erupções escurecem o céu; radiação contamina. Desgraças naturais por todo canto, e nós aqui, achando que estamos salvos. Salvos de que? Das desgraças naturais talvez. E do resto? Somos um povo de rompantes, de arranque como carro velho, mas incapazes de ações coletivas, contínuas; de posições efetivas, concretas, de reivindicação. Setores da sociedade isolados, e em defesa do seu próprio grupo, ainda o fazem, lutam por melhorias, mas a sociedade como um todo, é apática, covarde. Se não nos atinge é problema do outro. O problema do pobre é só do pobre, o do rico, só dele. Patrão e empregado em lados opostos. Povo ignorante pensa e reage assim. Sofremos todos, os males comuns. O governo faz a sua parte para manter esse quadro. Ao invés de boas escolas fundamentais, melhor abrir cotas. Planejamento urbano custa caro, deixa favelar. Desculpas são muitas, ações poucas. Nós fazemos o que? Aceitamos, e vamos aceitando. Povo fraco, sem raça. Somos os deixa para lá. Vive-se num mundo de fantasias. A televisão nos diz o que fazer, e o que não se deve fazer. Coma isto ou aquilo. Ovo fazia mal, era colesterol puro, agora não. Notícias recentes não só recomendam, como incentivam. Tome bobagem. Tome lixo televisivo. Viva a vida dos big brothers. Tome a bunda da mulher fruta rebolando na cara. É tudo balela. País do faz de conta, valores de merda. Somos assim, permissivos, sem a prática dos valores éticos nem morais. Não seria melhor que não tivéssemos petróleo, mas tivéssemos educação. Faltassem as jazidas e sobrasse patriotismo, caráter, noção do bem comum. Não seria melhor ter alguns vulcões, e que uns tsunamis nos atingissem de vez em quando, do que ter essa corja de ladrões de gravata? Contra os vulcões e tsunamis teríamos como nos prevenir e não seriamos culpados de nada. Os terremotos, erupções, tsunamis matam rápido, e esta cambada de salafrários que mata nossas crianças de fome, de humilhação, matam suas esperanças de justiça. Certos da impunidade, de cara lisa, estes ladrões sabem, que é só ter paciência que estarão na “boa”, continuando do mesmo jeito, rodeado pelos mesmos aproveitadores e bajuladores. Exemplos eles tem. Antes deles outros fizeram, e estão soltinhos da silva. O poder é corrupto. Político, infelizmente, e comprovadamente, é em sua maioria sinônimo de ladrão. Culpados, somos nós. Voto vendido, interessado, irresponsável, e tome o troco. Responda honestamente. Não seria melhor uns bons tsunamis, pois quem sabe, levassem de arrasto pelo menos metade destes calhordas.
cal, seca de lascar, de torrar o chão, gente em fuga. A terra treme; o mar engole o litoral. Erupções escurecem o céu; radiação contamina. Desgraças naturais por todo canto, e nós aqui, achando que estamos salvos. Salvos de que? Das desgraças naturais talvez. E do resto? Somos um povo de rompantes, de arranque como carro velho, mas incapazes de ações coletivas, contínuas; de posições efetivas, concretas, de reivindicação. Setores da sociedade isolados, e em defesa do seu próprio grupo, ainda o fazem, lutam por melhorias, mas a sociedade como um todo, é apática, covarde. Se não nos atinge é problema do outro. O problema do pobre é só do pobre, o do rico, só dele. Patrão e empregado em lados opostos. Povo ignorante pensa e reage assim. Sofremos todos, os males comuns. O governo faz a sua parte para manter esse quadro. Ao invés de boas escolas fundamentais, melhor abrir cotas. Planejamento urbano custa caro, deixa favelar. Desculpas são muitas, ações poucas. Nós fazemos o que? Aceitamos, e vamos aceitando. Povo fraco, sem raça. Somos os deixa para lá. Vive-se num mundo de fantasias. A televisão nos diz o que fazer, e o que não se deve fazer. Coma isto ou aquilo. Ovo fazia mal, era colesterol puro, agora não. Notícias recentes não só recomendam, como incentivam. Tome bobagem. Tome lixo televisivo. Viva a vida dos big brothers. Tome a bunda da mulher fruta rebolando na cara. É tudo balela. País do faz de conta, valores de merda. Somos assim, permissivos, sem a prática dos valores éticos nem morais. Não seria melhor que não tivéssemos petróleo, mas tivéssemos educação. Faltassem as jazidas e sobrasse patriotismo, caráter, noção do bem comum. Não seria melhor ter alguns vulcões, e que uns tsunamis nos atingissem de vez em quando, do que ter essa corja de ladrões de gravata? Contra os vulcões e tsunamis teríamos como nos prevenir e não seriamos culpados de nada. Os terremotos, erupções, tsunamis matam rápido, e esta cambada de salafrários que mata nossas crianças de fome, de humilhação, matam suas esperanças de justiça. Certos da impunidade, de cara lisa, estes ladrões sabem, que é só ter paciência que estarão na “boa”, continuando do mesmo jeito, rodeado pelos mesmos aproveitadores e bajuladores. Exemplos eles tem. Antes deles outros fizeram, e estão soltinhos da silva. O poder é corrupto. Político, infelizmente, e comprovadamente, é em sua maioria sinônimo de ladrão. Culpados, somos nós. Voto vendido, interessado, irresponsável, e tome o troco. Responda honestamente. Não seria melhor uns bons tsunamis, pois quem sabe, levassem de arrasto pelo menos metade destes calhordas.
Estou com voçe Val, que essa raça de pt não entre aqui mais nunca, povo que nunca trouxe empresa para dar emprego ao povo, eles só querem a oportunidade para tirar a forra da derrota passada.Que esse povo vá pra o Japão, lá ninquém conhece eles.Já era Geraldo,Jussara e seus sequidores.
ResponderExcluirÉ por culpa e irresponsabilidade de eleitores que elegem bandidos como o Geraldo Simões, que este país é considerado um dos mais corruptos do planeta.
ResponderExcluirTanto o politico corrupto, quanto quem vota nele, são causas dos efeitos dramáticos como, principalmente, o sucateamento da saúde pública.
NÃO EXISTE NENHUM POLÍTICO MAIS LADRÃO QUE GERALDO SIMÕES.
ResponderExcluirMAS, "SEM O INTRUJÃO, NÃO HÁ O LADRÃO"!
EDMILSON XAVIER