Ela é silenciosa, pouco conhecida, pode levar a loucura e mata muito mais do que a Aids. Uma doença do passado, pouco lembrada nas
campanhas publicitárias, vem à tona com números alarmantes. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de um milhão de pessoas estão contaminadas com a sífilis, doença sexualmente transmissível, DST, no Brasil. Na Bahia, a Secretaria de Saúde, informou que não tem números de infectados no Estado. Outro dado preocupante é que a maioria dos portadores desconhece que está contaminada e procura tratamento quando a doença já está num grau avançado. Mulheres gestantes ou que desejam engravidar devem fazer o exame a fim de prevenir a transmissão para o feto. A sífilis pode ser evitada com o uso da camisinha e tratada com penicilina. Conhecida popularmente como cancro duro, a doença infecciosa é causada por uma bactéria, a Treponema pallidum, que uma vez não controlada pode causar problemas como a cegueira, paralisia, danos cerebrais e até mesmo a morte. De acordo com a ginecologista Ana Sanches, a sífilis pode ser confundida com outras enfermidades como herpes, rubéola, escarlatina, sarampo ou catapora. Ela se manifesta inicialmente, no primeiro estágio, como uma pequena ferida nos órgãos sexuais e com ínguas nas virilhas. “A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Após um certo tempo, num segundo estágio, a ferida desaparece sem deixar cicatriz, dando à pessoa a falsa impressão de estar curada. Se a doença não for tratada, continua a avançar no organismo, surgindo manchas em várias partes do corpo, inclusive nas palmas das mãos e solas dos pés, queda de cabelos, cegueira, doença do coração, paralisias, podendo levar a loucura e até mesmo a morte. Caso ocorra em grávidas, poderá causar aborto ou até a má formação do feto”, explicou. DOENÇA É FACILMENTE CURÁVEL - Ainda segundo a médica, a sífilis é facilmente curável nos primeiros estágios com uma injeção intramuscular de penicilina pode curar uma pessoa infectada com sífilis há menos de um ano. Doses adicionais são necessárias para tratar pessoas que têm sífilis há mais de um ano. Para pessoas alérgicas à penicilina há outros antibióticos disponíveis. O tratamento mata a bactéria da sífilis além de prevenir danos futuros. Pessoas que recebem tratamento para sífilis não deve ter contato sexual até que as feridas estejam completamente saradas e devem avisar seus parceiros sexuais para que eles possam ser testados e receber tratamento se necessário. Ter sífilis uma vez não protege a pessoa de sofrer a doença de novo”, afirmou. Em uma pesquisa elaborada pelo Ministério da Saúde sobre o comportamento sexual do brasileiro, constatou que apenas 45,7% da população brasileira faz uso consistente da camisinha em relações casuais. Quando o parceiro se torna fixo, os índices caem para 20,3%. O estudo também analisou que o uso da camisinha no sexo casual fora de uma relação estável, ainda é considerado baixo. Nessa situação, ficou constatado que 57% entre os homens e 75% das mulheres adotam o preservativo. Para a médica dermatologista Luciana Assis, outro fator preocupante é a ausência de campanhas publicitárias voltadas para a prevenção de outras DSTs.Enquanto as publicações contra a AIDS estão sendo veiculadas para o Carnaval, a última voltada para as demais DSTs, ocorreu no ano de 2009. A falta de informação das pessoas contribui para os altos índices. “Se for feita uma pesquisa vai constatar que mais de 90% das pessoas já ouviu falar na AIDS, enquanto a minoria vai desconhecer a existência de outras DSTs. Enquanto no Brasil temos mais de 32 mil pessoas com AIDS, estima-se que mais de um milhão estejam com a sífilis. Isso é um grave problema de saúde pública. Estamos correndo o risco da sífilis se tornar uma epidemia nacional”, declarou. (Tatiana Ribeiro).
campanhas publicitárias, vem à tona com números alarmantes. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de um milhão de pessoas estão contaminadas com a sífilis, doença sexualmente transmissível, DST, no Brasil. Na Bahia, a Secretaria de Saúde, informou que não tem números de infectados no Estado. Outro dado preocupante é que a maioria dos portadores desconhece que está contaminada e procura tratamento quando a doença já está num grau avançado. Mulheres gestantes ou que desejam engravidar devem fazer o exame a fim de prevenir a transmissão para o feto. A sífilis pode ser evitada com o uso da camisinha e tratada com penicilina. Conhecida popularmente como cancro duro, a doença infecciosa é causada por uma bactéria, a Treponema pallidum, que uma vez não controlada pode causar problemas como a cegueira, paralisia, danos cerebrais e até mesmo a morte. De acordo com a ginecologista Ana Sanches, a sífilis pode ser confundida com outras enfermidades como herpes, rubéola, escarlatina, sarampo ou catapora. Ela se manifesta inicialmente, no primeiro estágio, como uma pequena ferida nos órgãos sexuais e com ínguas nas virilhas. “A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Após um certo tempo, num segundo estágio, a ferida desaparece sem deixar cicatriz, dando à pessoa a falsa impressão de estar curada. Se a doença não for tratada, continua a avançar no organismo, surgindo manchas em várias partes do corpo, inclusive nas palmas das mãos e solas dos pés, queda de cabelos, cegueira, doença do coração, paralisias, podendo levar a loucura e até mesmo a morte. Caso ocorra em grávidas, poderá causar aborto ou até a má formação do feto”, explicou. DOENÇA É FACILMENTE CURÁVEL - Ainda segundo a médica, a sífilis é facilmente curável nos primeiros estágios com uma injeção intramuscular de penicilina pode curar uma pessoa infectada com sífilis há menos de um ano. Doses adicionais são necessárias para tratar pessoas que têm sífilis há mais de um ano. Para pessoas alérgicas à penicilina há outros antibióticos disponíveis. O tratamento mata a bactéria da sífilis além de prevenir danos futuros. Pessoas que recebem tratamento para sífilis não deve ter contato sexual até que as feridas estejam completamente saradas e devem avisar seus parceiros sexuais para que eles possam ser testados e receber tratamento se necessário. Ter sífilis uma vez não protege a pessoa de sofrer a doença de novo”, afirmou. Em uma pesquisa elaborada pelo Ministério da Saúde sobre o comportamento sexual do brasileiro, constatou que apenas 45,7% da população brasileira faz uso consistente da camisinha em relações casuais. Quando o parceiro se torna fixo, os índices caem para 20,3%. O estudo também analisou que o uso da camisinha no sexo casual fora de uma relação estável, ainda é considerado baixo. Nessa situação, ficou constatado que 57% entre os homens e 75% das mulheres adotam o preservativo. Para a médica dermatologista Luciana Assis, outro fator preocupante é a ausência de campanhas publicitárias voltadas para a prevenção de outras DSTs.Enquanto as publicações contra a AIDS estão sendo veiculadas para o Carnaval, a última voltada para as demais DSTs, ocorreu no ano de 2009. A falta de informação das pessoas contribui para os altos índices. “Se for feita uma pesquisa vai constatar que mais de 90% das pessoas já ouviu falar na AIDS, enquanto a minoria vai desconhecer a existência de outras DSTs. Enquanto no Brasil temos mais de 32 mil pessoas com AIDS, estima-se que mais de um milhão estejam com a sífilis. Isso é um grave problema de saúde pública. Estamos correndo o risco da sífilis se tornar uma epidemia nacional”, declarou. (Tatiana Ribeiro).
Atenção galera
ResponderExcluirSífilis é facilmente curável nos primeiros estágios. Uma única injeção intramuscular de penicilina curará a pessoa infectada com sífilis há menos de um ano. Doses adicionais são necessárias para tratar pessoas que têm sífilis há mais de um ano. Para pessoas alérgicas à penicilina há outros antibióticos disponíveis. O tratamento matará a bactéria da sífilis e prevenirá danos futuros, porém não reparará os danos já causados.
Pessoas que recebem tratamento para sífilis devem abster-se de contato sexual até que as feridas estejam completamente saradas. Indivíduos com sífilis devem avisar seus parceiros sexuais para que eles possam ser testados e receber tratamento se necessário. Ter sífilis uma vez não protege a pessoa de sofrer a doença de novo.
Joana Ribeiro - Enfermeira
Meu menininho lindinho:
ResponderExcluir- Eu já lhe havia dito que esse negócio de andar emprestando o anel por aí, não daria certo.
De tanto pegarem nesse teu anel, alguém deixou as impressões digitais nele...
O negócio agora, é você procurar alguém que saiba lustrar muito bem esse teu sofrido anel, ou seja um médico pra cuidar dessa tua sífilis...
beijos:
fui
Léo
A transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, incluindo sífilis, não pode ser prevenida ao lavar os genitais, urinar ou tomar uma ducha depois da relação sexual. Qualquer corrimento anormal, ferida ou erupção deve ser motivo de interromper as atividades sexuais e procurar um médico imediatamente.
ResponderExcluirDidi
Tenho uma colega que pegou herpes genital sendo tb casada, depois descobriu que o marido dava umas saidinhas de vez em quando.
ResponderExcluirAndréia
Quem vê cara não vê AIDS, HPV, Sífilis, etc...
ResponderExcluirRildo
Val Cabral... parabéns pelo texto... show de bola como sempre.
ResponderExcluirNivaldo Dantas
De acordo com a infectologista Maria Liz Cunha, se você tiver sífilis, tenha o seguinte comportamento:
ResponderExcluirConte à pessoa com quem você tem tido contato sexual sobre a sua infecção.
Evite o contato de outras pessoas com suas secreções corporais e feridas. Evite relações sexuais ou outros contatos íntimos até que seja tratado.
Lave as mãos depois de ir ao banheiro e antes de tocar em comida, louças ou utensílios domésticos.
A doença pode ficar estacionada por meses ou anos, até o momento em que surgem complicações graves (...), podendo, inclusive, levar à morte".
sífilis,é uma doença sexualmente transmissível (DST), e é assustadora, especialmente porque é uma doença infectocontagiosa sistêmica (acomete todo o organismo) e, se não for tratada precocemente, pode levar à morte.
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