Tragédia mundial que marca a saúde pública na virada do século 20 para o século 21, a Aids parece a
inda mais ameaçadora com a redução das campanhas de prevenção contra sua ocorrência. Há dias, uma notícia sobre a existência de uma crise na importação de remédios anti-HIV relembrou aos menos atentos do drama dos soropositivos. A interrupção do tratamento em vários locais do Brasil transformou-se numa grande angústia para todos as pessoas ligadas ao problema (pacientes, ativistas, profissionais de saúde, parentes e amigos). E mais uma vez, a mídia recordou a importância vital da prevenção. Apesar dos avanços das pesquisas, o HIV segue em sua letalidade, ceifando vidas em todas as regiões do mundo. A prevenção é o melhor remédio para todas as doenças. Para a Aids, prevenir é a grande opção de combate, posto ser de pleno conhecimento praticamente todas as suas formas de transmissão. E todas as formas de transmissão do vírus HIV são vulneráveis a preventivos tão óbvios quanto seguros, além de relativamente baratos. “Camisinhas” para o ato sexual, seringas descartáveis e cuidados na manipulação de sangue humano são regras de ouro que garantem a vida e a saúde de milhões que possam ter quaisquer risco de contágio. Precisamos de mais intensas e impactantes campanhas de alerta e educação pública sobre a indispensabilidade da prevenção. As mídias mais poderosas devem estar permanentemente mobilizadas pela publicidade governamental, educativa, informativa, incisiva. Preconceitos de todo o tipo, sejam comportamentais ou religiosos devem ser afastados neste esforço de defesa da vida. Remédios não podem faltar. A ciência médica, em suas pesquisas, não pode ser obstaculizada. Mas a prevenção precisa ser divulgada com muito mais força, atingindo todas as camadas sociais.
inda mais ameaçadora com a redução das campanhas de prevenção contra sua ocorrência. Há dias, uma notícia sobre a existência de uma crise na importação de remédios anti-HIV relembrou aos menos atentos do drama dos soropositivos. A interrupção do tratamento em vários locais do Brasil transformou-se numa grande angústia para todos as pessoas ligadas ao problema (pacientes, ativistas, profissionais de saúde, parentes e amigos). E mais uma vez, a mídia recordou a importância vital da prevenção. Apesar dos avanços das pesquisas, o HIV segue em sua letalidade, ceifando vidas em todas as regiões do mundo. A prevenção é o melhor remédio para todas as doenças. Para a Aids, prevenir é a grande opção de combate, posto ser de pleno conhecimento praticamente todas as suas formas de transmissão. E todas as formas de transmissão do vírus HIV são vulneráveis a preventivos tão óbvios quanto seguros, além de relativamente baratos. “Camisinhas” para o ato sexual, seringas descartáveis e cuidados na manipulação de sangue humano são regras de ouro que garantem a vida e a saúde de milhões que possam ter quaisquer risco de contágio. Precisamos de mais intensas e impactantes campanhas de alerta e educação pública sobre a indispensabilidade da prevenção. As mídias mais poderosas devem estar permanentemente mobilizadas pela publicidade governamental, educativa, informativa, incisiva. Preconceitos de todo o tipo, sejam comportamentais ou religiosos devem ser afastados neste esforço de defesa da vida. Remédios não podem faltar. A ciência médica, em suas pesquisas, não pode ser obstaculizada. Mas a prevenção precisa ser divulgada com muito mais força, atingindo todas as camadas sociais.
É preciso conseguir que haja condições reais para a sexualidade humana com responsabilidade, para que todos os homens usem camisinha em todas as relações sexuais, e saber fazer com que a camisinha jamais furasse.
ResponderExcluirJorge Carvalho
A AIDS - doença transmissivel - não é apenas transmitida pelo ato sexual.
ResponderExcluirEla pode ser adquirida de vários modos:
Por compartilhar ceringas
Através de transfusão de sangue
Através de relações sexuais com pessoas contaminadas, etc....
É importante a sua concientização de que estamos rodeados desse inimigo. Por isso nunca transe sem preservativo, nunca compartilhe ceringas em nem 1 ocasião, informe-se cada vez mais, pois o numero de pessoas contaminadas cresce cada vez mais.
José Henrique Tavares
NÃO DAR PARA ENTENDER UMA PESSOA QUE AINDA NÃO SE PREVINE CONTRA AIDS... SÓ PODE SER UM SUICIDA, OU UM LOUCO!
ResponderExcluirNUNES
Amigo Val Cabral, está faltando mais empenho do governo e atenção das pessoas, principalmente das mulheres, para que a Aids não permaneça como um dos maiores problemas de saúde pública no Brasil.
ResponderExcluirParece que está todo mundo sem consciência do mal que esta omissão pode provocar. E não podemos mais conviver com o drama de ter nossos amigos e familiares vítima do vírus HIV´.
Edmilson Fontes
A AIDS TÁ ROLANDO SOLTA E NINGUÉM TEM FEITO NADA PARA CONTER O CRESCIMENTO DESSA PRAGA ENTRE NÓS. A SITUAÇÃO ESTÁ TÃO COMPLICADA, QUE SUGIRO AOS MEUS AMIGOS, QUE EVITEM TRANSAR COM PESSOAS DESCONHECIDAS E QUE NUNCA DEIXEM DE USAR CAMISINHAS, AINDA QUE SUAS PARCEIRAS SEJAM AMIGAS E JÁ CONHECIDAS.
ResponderExcluirQUEM VER CARA, NÃO VER AIDS!!!
PAULO SÉRGIO DE NÓBREGA SILVA
Boa tarde! eu nao entendir essa frase ai do 3 comentario (principalmente das mulheres) o quer isso quer dizer? que eu saiba a prevençao contra a aids é dever de todos e nao so das mulheres... um absurdo desse so é possivel se ouvir no Brasil mesmo! Ei em que seculo vc vive, acordar!!!
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