Sem qualquer discussão prévia com os professores e as comunidades atingidas, o Governo do Estado está fechando escolas p
úblicas na capital e no interior, prejudicando milhares de alunos de famílias carentes. A denúncia foi feita pelo líder do PMDB na Assembléia Legislativa, Leur Lomanto, que recebeu em seu gabinete uma delegação dos professores de escolas da capital e um manifesto com mais de 800 assinaturas, protestando contra a decisão da Secretaria de Educação do Estado. Segundo o líder do PMDB, tem unidades de ensino que foram rechadas e outras que tiveram os turnos reduzidos. Muitas das escolas atingidas eram tradicionais, como o Góes Calmon, nos Barris, que foi inteiramente fechada e entre as que tiveram turnos reduzidos, está a Hildete Lomanto, no Garcia, que agora funciona apenas no horário matutino, já que a ordem da Secretaria da Educação foi eliminar os horários de aula à tarde e à noite. Outro caso é o do Colégio Odorico Tavares, na Vitória, que passou a não ter o horário noturno. Os professores recebidos pelo líder do PMDB denunciaram que não foram transferidos para outras unidades de ensino, como havia sido prometido pela Secretaria de Educação. No abaixo-assinado eles esclarecem que continua havendo uma grande procura por matrícula nas escolas, excedendo o número de alunos permitido por turma, como no caso do colégio Hildete Lomanto, que existe há 42 anos e havia sido reformado recentemente. “Ao impedir o funcionamento das escolas, o governo está ferindo os direitos dos cidadãos e deixando de investir em um setor que é de fundamental importância para o desenvolvimento da sociedade”, ressalta Leur Lomanto Jr.
úblicas na capital e no interior, prejudicando milhares de alunos de famílias carentes. A denúncia foi feita pelo líder do PMDB na Assembléia Legislativa, Leur Lomanto, que recebeu em seu gabinete uma delegação dos professores de escolas da capital e um manifesto com mais de 800 assinaturas, protestando contra a decisão da Secretaria de Educação do Estado. Segundo o líder do PMDB, tem unidades de ensino que foram rechadas e outras que tiveram os turnos reduzidos. Muitas das escolas atingidas eram tradicionais, como o Góes Calmon, nos Barris, que foi inteiramente fechada e entre as que tiveram turnos reduzidos, está a Hildete Lomanto, no Garcia, que agora funciona apenas no horário matutino, já que a ordem da Secretaria da Educação foi eliminar os horários de aula à tarde e à noite. Outro caso é o do Colégio Odorico Tavares, na Vitória, que passou a não ter o horário noturno. Os professores recebidos pelo líder do PMDB denunciaram que não foram transferidos para outras unidades de ensino, como havia sido prometido pela Secretaria de Educação. No abaixo-assinado eles esclarecem que continua havendo uma grande procura por matrícula nas escolas, excedendo o número de alunos permitido por turma, como no caso do colégio Hildete Lomanto, que existe há 42 anos e havia sido reformado recentemente. “Ao impedir o funcionamento das escolas, o governo está ferindo os direitos dos cidadãos e deixando de investir em um setor que é de fundamental importância para o desenvolvimento da sociedade”, ressalta Leur Lomanto Jr.
Esse deputado pode até não ser dos bons, mas é muito lindo.
ResponderExcluirAmigo Val Cabral
ResponderExcluirEsta denuncia do deputado Leur Lomanto tem fundamnento e para quem não quer acreditar, basta perguntar aos petistas onde está o colégio São José, que existia no bairro Conceição!
Esse desgoverno Wagner está sendo uma catástrofe para os baianos e ainda existem baianos burros, que querem continuar com Wagner VAGAREZA como governador!!!!!
Durma com um barulho desse!!!
Sandra Duarte de Lemos
O gonvernador tá serto mermo, pra que droga de iscola e farcudade neiuma, agente presiza mermo er de pagode pinga e futibol, o lula num istudou neim o ABC er o prizidente o vaganer tomou todas as pingas do RIO despois veio beber na BAIA nigem do pt istudou tar todo mundo comde rabo intupido de grana meus fios fez facurdade e tão dizimpregado, tar serto mermo o pt.
ResponderExcluirpestista dos bao
O Estado se empenhou tanto para acontecer o carnaval que esqueceu da Educação, aliás eles nem querem que o povo seja culto, quanto mais burro melhor porque continuarão a votar neles, não terão opiniões, serão comprados por sacos de cimentos, blocos, cestas básicas. Esse é o triste retrato de uma triste Bahia. Será que o sol voltará a brilhar para a nossa Bahia?
ResponderExcluirIsso é um descaso com a educação.
ResponderExcluirSe depender desse governo a Bahia vai continuar com os piores resultados no Enem no nordeste.
Quem dera que esses fossem os únicos problemas vivenciados pela educação em nosso estado.
ResponderExcluirEducação pública, gratuita e de qualidade quando alcançaremos?
Como política no Brasil é sinônimo de se dar de bem,de comidilha, mensalão, etc.; qual o governo,partidos aliados, que irão investir, priorisar educação para o povo? Quanto mais um povo, uma sociedade ignorante,alienada e sem qualquer poder de análise política e social, melhor para esta cambada. Pois, um povo refexivo, informado, crítico, sempre combaterá essas mazelas. Como a prioridade desse governo é propaganda, a educação e o povo que se dane. Esse ano tem eleições, educação política neles.
ResponderExcluirA educação no Estado da Bahia é algo de lamentável, enquanto o Governo gasta milhões em propaganda, os professores, funcionários e alunos sofrem com a falta de qualidade e segurança nas escolas.
ResponderExcluirO descaso com a educação na Bahia se agravou. O novo grupo que governa o estado aposta, também, na falta de informação do povo para permanecer no poder.
ResponderExcluirEu vou dizer uma coisa aqui que poucos estão dando a devida atenção: NINGUÉM aguenta mais a "educação" que vem sendo oferecida pelo Estado. Os professores com uma carga horária absurda e baixíssimo salário estão com os nervos à flor da pele; os alunos, diante de infra-estrutura tão ruim e desinteressante, não estão motivados. E falta professor sim! Quem quer seguir a carreira sabendo disso tudo? Percebam o que está acontecendo, os sinais estão evidentes e o governo só na politicagem. Triste!
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