O debate sobre cotas raciais nas universidades, promovido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Brasília nesta semana, chegou ao fim na sexta-feira (5). A audiência pública ocorre
u porque o STF terá que julgar duas ações contra políticas de cotas de instituições de ensino. A convocação foi feita pelo ministro Ricardo Lewandowski. Uma das ações que o STF terá que julgar, do DEM, vai contra o sistema de cotas da Universidade de Brasília (UnB). Na instituição, uma comissão decide por foto ou entrevista quem pode ser classificado como negro, pardo ou branco. A outra contesta a política adotada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que combina dois critérios: os alunos que estudaram em escolas públicas e a cota racial. A decisão sobre a inconstitucionalidade das cotas, ainda sem data para sair, será referência para todas as universidades públicas, afirmou Lewandowski. As discussões, que contaram com a participação de 45 especialistas convidados, ficaram concentradas na questão racial. Desses participantes, 28 se mostraram a favor das cotas raciais nas universidades públicas, 14 foram contra e três adotaram posição neutra. Entre os defensores das cotas estiveram representantes do governo e reitores de universidades que já adotaram o sistema. Do lado contrário, um dos manifestantes foi o senador Demóstenes Torres, que acha mais justo beneficiar as pessoas com menos recursos. Para ele, deve ser levada em conta a renda do estudante. Dos onze ministros do supremo, dois estavam presentes. Porém, de acordo com Lewandowski, os outros assistiram aos debates por circuito interno de tv. (As informações são do G1).
u porque o STF terá que julgar duas ações contra políticas de cotas de instituições de ensino. A convocação foi feita pelo ministro Ricardo Lewandowski. Uma das ações que o STF terá que julgar, do DEM, vai contra o sistema de cotas da Universidade de Brasília (UnB). Na instituição, uma comissão decide por foto ou entrevista quem pode ser classificado como negro, pardo ou branco. A outra contesta a política adotada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que combina dois critérios: os alunos que estudaram em escolas públicas e a cota racial. A decisão sobre a inconstitucionalidade das cotas, ainda sem data para sair, será referência para todas as universidades públicas, afirmou Lewandowski. As discussões, que contaram com a participação de 45 especialistas convidados, ficaram concentradas na questão racial. Desses participantes, 28 se mostraram a favor das cotas raciais nas universidades públicas, 14 foram contra e três adotaram posição neutra. Entre os defensores das cotas estiveram representantes do governo e reitores de universidades que já adotaram o sistema. Do lado contrário, um dos manifestantes foi o senador Demóstenes Torres, que acha mais justo beneficiar as pessoas com menos recursos. Para ele, deve ser levada em conta a renda do estudante. Dos onze ministros do supremo, dois estavam presentes. Porém, de acordo com Lewandowski, os outros assistiram aos debates por circuito interno de tv. (As informações são do G1).
Sou contra cotas raciais nas universidades, pois isso já implica numa certa forma de racismo!
ResponderExcluirÉ uma forma de minimizar a desigualdade salarial em nossa pátria.
ResponderExcluirSou a favor do Estado cumprir seu papel, oferecer condições de educação e competição para todos.É um absurdo o Estado cobrir sua deficiência educacional dando cotas...E os outros? E quem não for apto a cotas , e não tiverem uma educação favorável? Está fazendo o que fazem com as estradas...Tapando os buracos ao invés de recapar tudo...Mas depois os buracos aparecem de novo...
ResponderExcluirCotas raciais é racismo. Pois a partir do momento em que você determina cotas para um tipo de cor de pele já é discriminação.A universidade tem que selecionar os alunos pela sua nota e não pela sua cor.
ResponderExcluirExistem negros que nao precisaram usufruir do sistema de cotas para formar-se numa universidade, porque tem pais que possuem uma situacao financeira razoável que a de muitos outros negros. Porem como alguns acham que o sistema de cotas seria um privilégio para negros, faz-me rir, vejo esse “privilégio”como uma forma de pagar a divida do sistema político da época e consequentemente a sociedade branca tem para com a negra. Voces acham que no dia seguinte da aboliçao, um branco sentava na mesa do bar e convidava o negao pra tomar uma cerveja juntos??? Nao se esquecam de que enquanto os antepassados brancos estavam estudando, bons empregos e juntando riquezas, os negros estavam na chibata e no tronco… hoje os quilombos do passado sao as FAVELAS de hoje… onde se misturam toda as raças....isso hoje!!!!Existe uma divida de ontem SIM, os negros no passado sofreram exploracao durante seculos… hoje,os filhos dos beneficiados com cotas terão maiores oportunidades do que seus pais(os beneficiados) assim, em poucas décadas não necessitaremos mais desse sistema, as chamadas ações afirmativas é uma forma para diminuir o abismo entre brancos e negros = ricos e pobres! Cotas = dividas! Nao falamos da Africa,pois esse é um continente que o MUNDO inteiro tem uma divida para com eles, pois foi a base da Europa e America por anos…depois de roubarem todo o continente, largaram a populacao sem políticas sociais....etc ..restaram-lhe a merce da propria “sorte” Resumindo, esse assunto como todo é uma VERGONHA,pois somos seres humanos e isso nao deveria ter acontecido em epoca e em lugar nenhum do planeta, mas como aconteceu e ainda acontece(pois um negro ja comeca a vida perdendo) contra um branco, mesmo esse branco ter nascido na mesma favela do negro…somente quem é negro para entender o que e perder uma vaga de emprego pela sua cor….e nao por falta de qualificacao, isso acontece sim com os poucos negros qualificados. Éxiste sim uma discriminação velada.... Por outro lado sou a favor da discriminação positiva sim. Abracos! Angela
ResponderExcluirSabemos que princípio da igualdade impede tratamento discriminatório, exigindo que os iguais sejam tratados com igualdade e os desiguais com desigualdade. Por isso vemos as discriminações positivas, como fundamental para oportunizar a esses grupos étnicos, sociais e condição física ou.... Essas medidas que o Estado pode adotar visam compensar a discriminação generalizada e histórica sofrida por determinados grupos ..., medidas estas que são adotadas em caráter temporário, até que as condições desses grupos estejam equilibradas, de modo a permitir a justa competição pelas oportunidades . São as ações afirmativas estratégia de política social ou institucional voltada para alcançar a igualdade de oportunidades entre as pessoas. Sou absolutamente a favor das cotas.. Ângela
ResponderExcluirSegundo os cientistas e especialista, no Brasil, quando se fala de raça, parece que estamos falando de outras civilizações, etnias e paises estrangeiros. A cor da pele não tem raça ou características diferentes no ser humano. A pigmentação da pele não nos diferencia um do outro (brasileiros) em absolutamente em nada. O que nos diferencia é o egoísmo, soberba, maledicência, individualismo e falta de sentimento ao próximo. Educação, saúde, moradia, lazer, segurança, trabalho..., são obrigações do estado de direito nos dá. O que realmente devemos exigir dos nossos governantes é o máximo de respeito com a coisa pública, para que eles não as utilizem em coisas particulares. Cotas meus amigos, é um imbróglio que eles criaram para nos envolver e nos cegar de suas corrupções. Chega de ser manipulados e teleguiados. Acorda Itabuna, Bahia e Brasil!!!!
ResponderExcluirPaulo Cabral