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1 de setembro de 2026

NETO IRONIZA A “MUDANÇA” DE JERÔNIMO

Certas coisas nunca mudam e na Bahia, as mudanças com petistas e comunistas no comando do governo estadual, sempre são para piorar a qualidade de vida dos baianos!

O candidato ao Governo da Bahia pelo União Brasil, ACM Neto, criticou o discurso de mudança adotado pelo governador Jerônimo Souza, do PT. As declarações foram feitas durante comício na noite de sábado (31), em Buerarema, com a presença de candidatos, prefeitos e outras lideranças políticas do sul da Bahia.

“Eu fico impressionado porque o nosso adversário é governador da Bahia há quatro anos. Ele representa um grupo que governa o nosso estado há 20 anos. E aí, quando a gente olha a propaganda dele, ele vem falar sabe de quê? De mudança. Gente do céu, haja cara de pau. Eles estão falando que representam a mudança para a Bahia. Veja se isso é possível”, ironizou Neto.

O candidato também questionou o cumprimento das promessas feitas pelo petista na eleição de 2022. "A população continua convivendo com problemas graves em áreas essenciais, como saúde e segurança pública". E disse que os baianos decidirão, em outubro, entre a continuidade e uma mudança real.

Na área da saúde, Neto voltou a criticar o funcionamento da regulação. Segundo ele, moradores do interior continuam enfrentando demora para conseguir transferências, exames e consulta especializada. Ele também contestou declarações do governador sobre o prazo de atendimento dos pacientes.

“Na propaganda e no discurso de Jerônimo, na Bahia ninguém espera, porque ele disse que todo mundo é atendido em até 24 horas. Isso é verdade, gente? Jerônimo está falando a verdade? Pelo amor de Deus. É um desrespeito com as pessoas que não têm dinheiro para pagar um tratamento particular".

Neto ainda direcionou críticas à política de segurança e afirmou que a população sofre diariamente com a criminalidade. O governador sustenta que o estado ampliou o efetivo, os investimentos e as operações contra organizações criminosas, além de registrar redução nas mortes violentas.

“Jerônimo disse que a Bahia é um estado sem violência, que não existe na Bahia a presença do crime organizado. Infelizmente, nós sabemos que isso não é verdade. E quando eu digo infelizmente, eu não falo com alegria. Eu não queria estar falando dos problemas da Bahia, mas eu tenho que falar”, disse.

A Bahia continua sendo o estado mais perigoso do país, com 23 facções atuando, liderança em homicídios, feminicídios, assassinato de negros e de jovens. O estado tem o dobro de assassinatos do segundo colocado, São Paulo, que tem o trilho da população.

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