Caneta emagrecedora vira a nova picanha de Lula na reta final da eleição. O STF está omisso sobre o uso dessas promessas de saúde de alto custo como ferramenta de engajamento nas urnas.
A pretensão eleitoreira do presidente Lula de distribuição da caneta Mounjaro, está ganhando forte e acalorado debate no cenário político brasileiro, devido a anúncios de fornecimento gratuito desses medicamentos em pleno período de campanha.
Em setembro de 2026, o presidente Lula anunciou a intenção de distribuir as canetas emagrecedoras gratuitamente pelo SUS. A medida foi imediatamente classificada pela oposição como "eleitoreira" e uma tentativa de "comprar votos".
O senador Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário e crítico da proposta, argumentou que o anúncio, feito no mesmo período de um reajuste de 15% no Bolsa Família e poucas semanas antes das eleições, carecia de planejamento real e servia apenas como palanque eleitoral.
Flávio Bolsonaro alerta falta de viabilidade técnica e entidades médicas apontam o improviso, já que em 2025 o SUS havia rejeitado a incorporação do remédio devido ao impacto financeiro bilionário (estimado em até R$ 8 bilhões por ano).
Lula e seus cabos eleitorais estão desesperados em tentarem evitar uma derrota acachapante no próximo domingo. As medidas estapafúrdias de manipulação casuísta e abuso de poder, vão de usarem a padroeira do Brasil em suas trapaças políticas, a extinção das Bets, criadas pelo próprio governo petista; promessa de reajuste de 15% no Bolsa Família e mais recentemente a distribuição da caneta Mounjaro.
Críticos alertam contra transformar um medicamento complexo em "slogan de campanha", prometendo distribuição sem definir critérios de financiamento e logística. Estes fatos revelam o pânico petista e comunista, diante da iminente derrota na urna e defenestração dos cargos públicos federais, do seu gigante exercito de parasitas e corruptos.
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