Geraldo Alckmin se rendeu a quem ele taxava de gangster e quem mais ouve o grito de “Lula ladrão, seu lugar é na prisão”!
Ainda está na memória da maioria do povo brasileiro, a declaração de Geraldo Alckmin (PSB), de que Lula (PT) queria voltar acena do crime, pouco antes de se submeter à condição de lacaio e vice de quem ele acabará de chamar de ladrão! Geraldo agora apoia Lula se manter na cena do crime, pois teve confirmada sua candidatura de vice na chapa de reeleição do presidente Lula neste domingo (2), em São Paulo, durante convenção do PT no Expo Center Norte, na zona norte da capital paulista.
A convenção petista ocorre em meio ao desgaste sofrido pelo presidente Lula, diante da abertura de dois inquéritos, pela Polícia Federal (PF), para investigar suspeitas de tráfico de influência por parte de um de seus filhos, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
A PF quer investigar se Lulinha atuou na comercialização de cannabis medicinal em favor de uma empresa ligada ao Careca do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), e se agiu junto à Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência) para beneficiar um empresário e prospectar contratos.
Além disso, Lula também lida com o fato de um de seus aliados, o senador Jaques Wagner (PT), ter sido alvo de operação da Polícia Federal por envolvimento direto com Daniel Vorcaro, do Banco Master. Wagner teria recebido benefícios, como um apartamento de luxo, de um dos sócios de Vorcaro, Augusto Lima.
Apesar disso, Lula pediu votos a Wagner durante convenção do PT na Bahia, neste sábado (1°). O senador, no entanto, não compareceu à convenção nacional. A relação de Wagner com o caso Master deu munição para ataques adversários em um terreno onde os petistas vinham construindo muitas de suas críticas à campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
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