“Uma esmola a um homem qui é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”: o assistencialismo político e eleitoral, aliena o povo e prejudica o desenvolvimento humano.
Chega o momento em que a retórica da salvação social esbarra na dura realidade, quando a população finalmente acorda e olha ao redor e percebe que o ciclo do assistencialismo eterno não liberta.. aprisiona.
Promessas de igualdade que resultam na estagnação econômica e na expansão da pobreza revelam uma verdade inconveniente: o modelo que se diz defender os mais humildes, muitas vezes, apenas perpetua a miséria para garantir o controle político.
O verdadeiro papel do líder político não é criar cidadãos dependente do amparo do estado para sobreviver, mas sim construir pontes para o desenvolvimento. A verdadeira emancipação da sociedade vem através do trabalho, de uma educação de qualidade, da geração de emprego e da redução da carga tributária, permitindo que o indivíduo seja o único arquiteto do seu próprio sucesso.
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