Depois da enfermeira e esposa do ex-governador Aline Peixoto ser indicada para cargo de marani no TCM, chegou a vez da indicação contemplar Camila Vasquez, casada com o deputado federal Mário Negromonte Júnior (PSB), ex-presidente do PP na Bahia.
Primeiramente, a ex-primeira-dama da Bahia e enfermeira, Aline Peixoto, esposa do ex-governador Rui Costa, foi indicada e assumir o cargo vitalício de conselheira do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) em março de 2023. Agora, chegou a vez de Camila Vasquez, esposa do deputado federal Mário Negromonte Júnior (PSB), também ser indicada para igual cargo. Ambas entram na folha das maranis do TCM, com salários superiores a 40 mil reais mensais!
A indicação de Camila Vasquez é do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Ela irá ocupar a vaga deixada pelo seu sogro, o ex-deputado federal Mário Negromonte, que se aposentou compulsoriamente da cadeira em julho do ano passado.
No último dia 26, o plenário da Alba aprovou a indicação do deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) para o cargo de conselheiro do TCM-BA. O parlamentar, que era candidato único ao posto, recebeu 51 votos favoráveis dos 53 deputados votantes.
MANDATO DE JERÔNIMO BATE RECORDE - Com a indicação de Camila, o mandato de Jerônimo Rodrigues deve se tornar o que acumulou o maior número de indicações ao Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia desde a criação do órgão, em 1971, pelo então governador Luiz Viana Filho. Com os dois nomes atualmente articulados para a Corte, o petista tende a alcançar a marca de cinco conselheiros encaminhados desde o início de sua gestão, em janeiro de 2023.
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) é o órgão de controle externo responsável por fiscalizar a aplicação dos recursos públicos em nível municipal (prefeituras e câmaras de vereadores). Suas principais funções incluem, analisar e emitir pareceres prévios sobre as contas anuais prestadas pelos prefeitos.
Julgar a regularidade das contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos; monitorar licitações, contratos, obras públicas e a folha de pagamento para coibir fraudes e desperdícios; apreciar a legalidade dos atos de admissão de pessoal, bem como de aposentadorias e pensões; e atuar de forma pedagógica, instruindo os gestores municipais para evitar irregularidades na administração pública.
Estes fatos requerem nossa suspeita de que indicação política de conselheiras para o TCM, funciona como gratidão do governador em benefícios para quem o bajulam e servem apenas para conselheiros fingirem que fiscalizam e malfeitores aliados do governador, fingirem que são fiscalizados!
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