Eunápolis volta ao vergonhoso cenário nacional dos noticiários, que maculam sua imagem e novamente tem o nome de Cláudia Oliveira como protagonista de implicações de difíceis explicações: na delação ao MP-BA, Joneuma Silva Neres contou que conheceu Uldurico Júnior por meio da deputada estadual Claudia Oliveira (PSD).
Segundo o depoimento, eles se
encontraram pela primeira vez quando ela trabalhava em um cargo administrativo
na unidade prisional de Teixeira de Freitas. A ex-diretora do Conjunto Penal de
Eunápolis, Joneuma, afirmou que o ex-deputado federal Uldurico Júnior teria negociado
a facilitação de uma fuga em massa de detentos. A negociação pela fuga de 16
detentos, ocorrida em dezembro de 2024, seria de R$ 2 milhões.
Segundo a delatora, Uldurico Júnior
afirmou que metade do valor, ou seja, R$ 1 milhão, seria destinada ao
ex-ministro Geddel Vieira Lima, a quem Uldurico se referia como
"chefe". Joneuma relatou ter entregue parte do dinheiro em espécie
dentro de caixas de sapato na casa do pai de Uldurico Júnior, além de realizar
repasses via PIX e alegou que Uldurico
encaminhava mensagens supostamente enviadas por Geddel cobrando os repasses. Uldurico
Júnior foi preso por suspeita de negociar a fuga.
Já a ex-prefeita de Porto Seguro e atual
deputada estadual da Bahia, Cláudia Oliveira (PSD), foi condenada pela Justiça
Federal a 8 anos e 9 meses de prisão em regime fechado, por desvio de recursos
públicos do FUNDEB e FNDE (educação) em Porto Seguro. A acusação aponta o
pagamento de mais de R$ 735 mil a um escritório de advocacia sem capacidade
técnica comprovada, beneficiando aliados políticos.
Cláudia Oliveira e seu marido e
correligionário, Robério Oliveira, foram presos temporariamente em 15 de junho
de 2021 durante a Operação Fraternos, que investigava fraudes em contratos
públicos, mas foram soltos no dia seguinte por decisão judicial, após pagarem R$
200 mil por habeas corpus – embora o prejuízo aos cofres púbicos municipais
foram superiores a R$ 200 milhões!
RESUMO DESSA ÓPERA-BUFA: Cláudia e Uldurico eram parceiros nas últimas eleições; ambos estão com histórico de PRISÕES POR PRÁTICAS DE ILÍCITOS com o erário e ambos são protagonistas do álibi dos DOIS MILHÕES, que na metamorfose das alegações processuais, transformam “LOBOS GUARÁS” (esfinge da cédula de 200 reais) em espavoridos e surreais AGULHÕES!
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