O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) afirmou nesta quinta-feira (19), em Itabuna, que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) não cumpriu as promessas apresentadas durante a campanha de 2022 nem os compromissos assumidos ao longo de sua gestão.
A declaração foi dada durante agenda nos festejos de
São José, padroeiro de Itabuna, que reuniu também o presidente do PL na Bahia,
João Roma, e o prefeito de Ilhéus, Valderico Júnior (União Brasil), além de
deputados e lideranças políticas de Itabuna e de diversos municípios da região.
Questionado pela imprensa local sobre a agenda de
viagens do governador pelo interior baiano, ACM Neto disse que a presença nos
municípios, por si só, não é suficiente para enfrentar os problemas do Estado.
Segundo ele, o que a população espera é resultado concreto da administração
estadual.
“O que resolve é governar, que é o que o governador
não faz. Infelizmente, os problemas da Bahia estão aí, a população quer
mudança, quer que se construa um novo momento para o nosso Estado, e Jerônimo é
um dos piores governadores da história da Bahia”, declarou.
Neto afirmou que o petista falhou tanto no
cumprimento das promessas eleitorais quanto nas palavras empenhadas durante o
mandato. “Ele prometeu muito e não cumpriu. Não cumpriu as promessas de 22, não
cumpriu as palavras que deu ao longo desse período seu do governo”, disse.
Na avaliação do ex-prefeito, a atuação do governador
tem sido marcada mais por propaganda do que por entregas efetivas à população.
ACM Neto afirmou que visitas e agendas no interior são importantes, mas perdem
valor quando não são acompanhadas de resultados concretos.
“É claro que viajar e estar presente no interior é
importante, é uma tarefa também do governador, mas se não tiver entrega, não
tiver resultado, se for só propaganda, se for só discurso e oba-oba como é
Jerônimo, não resolve, não adianta”, criticou.
Ao final, ACM Neto disse enxergar entre os baianos um sentimento crescente de insatisfação com o governo estadual e defendeu a necessidade de mudança de rumo na Bahia. “Eu tenho certeza que há uma compreensão hoje dos baianos que, para a gente ter um futuro diferente, precisa acreditar num caminho diferente, e esse caminho, é claro, não passa por Jerônimo”, afirmou.
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