O Senador Ângelo Coronel (PSD), tem sido rejeitado pelos petistas e comunistas, em sua pretensão de concorrer à reeleição, integrando a chapa situacionista e tem se esforçado bastante para prevalecer para si a mesma prerrogativa de candidatura natural a que Jaques Wagner já está submetido. O PT e seus asseclas partidários (PCdoB, PSB e PV) não querem Jerônimo, na mesma intensidade de não o quererem migrando para a oposição!
Para
prevalecer sua reivindicação de reeleição na horda petista, o Coronel deveria
contar com seu arsenal municipalista de mais de 150 prefeitos; mais de 15
deputados estaduais e federais e uns 800 vereadores. Mas eles são tão voláteis,
quanto nuvens que mudam de posição com o movimento da atmosfera e
circunstancias: pouquíssimos o seguiriam em sua provável demandada para o
palanque do favorito oposicionista, ACM Neto (União Brasil).
Quem poderia conter sua saída isolada, seria o colega de senado e correligionário Otto Alencar, que acaba de ser contemplado com o beneplácito do governador Jerônimo nomeando seu primogênito Otto Filho para o cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), com salário de cerca de R$ 39,7 mil. E aí é onde a porca torce o rabo, a jiripoca pia e a cobra fuma pro lado do Coronel. Sem Otto consigo, sua melhor saída é entrar na campanha para defenestrar petistas e comunistas do senado e do governo estadual!

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