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Trief

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2 de janeiro de 2025

A METÁFORA DO PASSARINHO E BRUMOCHENKEL

Poucos indivíduos possuem condições honrosas em está Vereador na sua mais alta concepção parlamentar, política, ideológica, ética, séria e Renato Brumochenkel, é uma dessas raríssimas personalidades na Câmara de Eunápolis!

A atual composição da Poder Legislativo de Eunápolis, me faz lembrar aquela história que tem como palco um incêndio na floresta, onde um passarinho ia até um riacho e de lá trazia algumas gotas de água no bico e lançava nas labaredas, com os demais animais achando aquela atitude estranha, inútil, boba, pois o fogo continuava alastrando-se, em nada, nada mesmo, influindo para debelar as chamas.

Nessa fábula outros bichos ao perguntarem ao passarinho se ele achava que poderia acabar com o incêndio obtiveram como resposta que ele não sabia, mas estava fazendo a sua parte. E assim termina a história. Mas, quase toda história ao ser contada apresenta suas variações. Há um ditado de que "quem conta um conto aumenta um ponto". Vai aqui a minha metáfora dessa fábula, que não é propriamente outra versão, mas a minha imaginação da história.

            Assim como o passarinho, o vereador Renato Brumochenkel está na Câmara, como o passarinho estava na floresta. A Casa está em chamas e Brumochenel sendo o único a tentar apagar o fogo das vaidades, personalismo, parcialidades e peleguismo dos outros vereadores; alguns atônitos e penalizados, outros indiferentes, acompanham o denodado esforço do colega , pagando para ver em que vai resultar.

            E numa dessas idas e vindas do Brumochenkel (nosso passarinho), ele cansa, extenuado, com as penas molhadas de suor, já não raciocinando direito, com o ar da Câmara saturado, impregnado de gás carbônico, ele cai em uma das labaredas e some. Alguns dos seus colegas ficaram torcendo para que ele conseguisse sair como uma fênix dali. Mas ele não saiu.

            Uns viram Brumochenel (em forma de pássaro de fogo) alçando ao céu e desaparecer. Outros riram da besteira. Teve quem lamentasse tamanha estupidez. E houve aqueles que nada disseram, saindo dali indiferentes. E o incêndio fez o estrago que todo incêndio grande faz. E como nada terreno é eterno, o incêndio acabou! E o passarinho (Brumochenel)? Ele, simplesmente, aparece todas as vezes que se ouvem vozes de seriedade, ética, honestidade, abnegação e proatividade numa Câmara.

Mas essa história serve para que reflitamos sobre o que nos cabe de responsabilidade em nossas atividades e condutas. Mesmo que às vezes todo esforço de nada serve e ninguém valoriza a tentativa de alguém tentar evitar o pior.

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