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| A insegurança pública está prejudicando o turismo na Bahia |
Assustados com a
violência urbana, os operadores turísticos têm advertido aos seus colaboradores
que evitem levar visitantes aos parques metropolitanos de Salvador. A imagem do
abandono mais significativa é o Parque do Abaeté, o qual tem sido deixado de
lado pelas agências em função do abandono ao qual tem sido relegado ao longo
dos últimos anos. A lagoa escura arrodeada de areia branca é apenas um dos
exemplos do abandono pelo qual passa algumas daquelas que seriam, há alguns
anos, as principais atrações turísticas do estado. “Pense no Centro de
Convenções, que ficou tanto tempo sem manutenção que chegou a desabar”, observa
a vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis na Bahia
(ABIH-Ba), Renata Prosérpio. O turismo responde por 7,5% do PIB baiano, com a
geração de 200 mil empregos diretos e outros 700 mil indiretos. Ainda assim,
apesar dessa relevância, há uma redução do volume de investimentos e mais
investimentos seriam fundamentais, pois se refeririam à divulgação da Bahia em
mercados os quais poderiam ser foco da emissão de visitantes ao estado. Houve,
inclusive, redução dos volumes investidos em turismo, pelo governo do estado,
com queda de 0,48% do PIB, algo verificado há 12 anos, contra os atuais 0,23%. Diante
da situação, representantes do próprio trade têm empreendido iniciativas de
visitar feiras e eventos internacionais no sentido de divulgar a Bahia como
destino turístico.

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