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10 de dezembro de 2017

BENÉ NÃO É LOUCO

Itabuna tem que ser mais BENÉvolente com Ederivaldo!
Antes das pessoas propagarem falsas afirmações sobre declarações e ações estapafúrdias, esparafatosas, excêntricas, extravagantes e desconexas do jornalista, radialista, blogueiro, poeta, escritor e biografo, Ederivaldo Benedito (Bené), sugiro que elas entendam como louco não aquele que é dito clinicamente como insano, mas sim aquele que é louco por não pensar a frente dos outros. Pessoas como Bené, desejam quebras tabus, regras preestabelecidas e outras definições que fazem com que a revolução não aconteça. Perceba que muitas das coisas que temos hoje um dia já foram consideradas coisas de louco. E Bené brada, grita e abunda em suas bravatas, por acreditar no que defende e almeja. Não fosse o destempero de Dom Pedro-I, com seu grito às margem do Ypiranga e talvez ainda fôssemos uma republiqueta apêndice de Portugal. Quem um dia imaginária que poderíamos fazer cirurgia no coração, ou que quase todo mundo fosse ter um computador, ou até um telefone celular, já que na época as pessoas já tinham um telefone em casa. Seria loucura dizer que a terra era redonda, ou que o sol estava no meio da nossa galáxia. Ou até dizer que as mulheres poderiam fazer algo além de cuidar da casa e dos filhos. Hoje essas coisas parecem muito comuns, mas na época que os pioneiros tiveram essas ideias foram chamados de loucos, alguns foram mortos, outros tiveram que negar o que estavam dizendo. O que desejo mostrar é que são esses loucos que fazem o nosso mundo valer a pena, são eles que proporcionam alegrias para nós. Até mesmo na internet, quem é que imaginária nos primórdios da internet que alguém conseguiria sobreviver somente trabalhando nela, hoje sabemos que são muitas pessoas. Ou que seria possível ir parar na TV através de um simples vídeo. Apesar de haver existido diversos loucos, muitos não tiveram a oportunidade de se tornar revolucionários, alguns porque morreram antes desse dia chegar, outros porque desistiram de suas ideias na primeira vez que foram chamados de loucos, e quantos desses não existem até hoje. Então apesar de tudo, de todos que dizem que aquela ideia é louca, alguns loucos persistem e se tornam gênios. Então da próxima vez que ver alguém sendo chamado de louco por causa de uma ideia, lembre-se que foram os loucos que mudaram o mundo. Meus agradecimentos a Albert Einstein, Isaac Newton, Galileu Galileu, Steve Jobs, Santos Dumont, entre muitos outros. E obrigado Bené, por contribuir para que eu não me sinta isolado no protagonismo dos loucos... por uma Itabuna menos insana!

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