15 de junho de 2017

A SUJEIRA DE CUMA É MUITO MAIS CARA QUE A DE VANE

Cuma e seus "cumistas" esbanjam erário com '"limpeza pura"
Enquanto fecha Restaurante Popular, SineBahia, Escolas e o Programa Ei Mamãe, sob justificativa de contenção de despesas, o prefeito Fernando Gomes (DEM), esbanja dinheiro público num processo em que a sujeira é utilizada, para beneficiar empresa de amigo. Neste contexto, o alcaide autorizou um segundo aditivo no contrato com a Biosanear Tecnologia, que terminou em abril. A empresa continuou prestando o serviço desde então, o que mostra uma certeza de que este aditivo chegaria. Ele é retroativo a 2 de maio e vale por mais 60 dias. As parcelas mensais são de R$ 1.669.070, um valor escandaloso diante do que era pago, à mesma Biosanear, pela gestão anterior. Até dezembro, a Prefeitura de Itabuna pagava cerca de R$ 670 mil mensais pelos mesmos serviços. Neste ano, Itabuna vai pagar à Biosanear cerca de R$ 10 milhões pela limpeza urbana até julho, sem licitação. Mas o escândalo ficará ainda maior depois da concorrência, pois o edital prevê pagar mais de R$ 2,8 milhões por mês, R$ 1,2 milhão acima do pago atualmente. Este contrato suspeito, acontece com o beneplácito da cegueira do Ministério Público da Bahia, que não tomou providência para apurar as condições em que ele foi assinado. O contrato emergencial da limpeza urbana já recebeu um aditivo suspeito e agora a Prefeitura de Itabuna prorrogou sua “emergência”. É oportuno relembrar, que em 2004, a prefeitura pagava R$ 400 mil à empresa Torres pelos serviços de limpeza urbana. Assim que assumiu, Fernando Gomes fechou um contrato de R$ 600 mil (que hoje equivalem a R$ 1,2 milhão, corrigido) com a Ecolimp. Seu vice, José Nilton Azevedo, o sucedeu e fechou outro contrato, de R$ 1,5 milhão. Quando Claudevane Leite assumiu a prefeitura em 2013, mostrou que o mesmo serviço poderia custar bem menos, fechando um contrato de R$ 614 mil com a Biosanear. O contrato sofreu aditivos ao longo dos anos e, em 2016, tinha um custo mensal de R$ 670 mil. Assim que Fernando Gomes, assumiu a prefeitura, decretou “estado de emergência”. Logo em seguida, no dia 3, repetiu o que fizera em 2005, fechando um novo contrato, “emergencial”, com o preço saltando dos R$ 670 mil para R$ 1,7 milhão por mês. 

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