31 de maio de 2017

O VICIADO EM INTERNET DEVE BUSCAR TRATAMENTO MÉDICO

Milhões de pessoas estão presas na redes sociais e internet
É muito difícil atualmente conhecer alguém que não goste de atualizar seus perfis nas redes sociais com fotos, check-ins e vídeos, porém essa rotina virtual, às vezes, traz sérios problemas à vida real. Os efeitos negativos da internet já fazem parte do quadro de doenças contemporâneas e estão cada vez mais frequentes nos consultórios médicos. Especialistas em psicologia, apontam que os principais problemas por conta do uso exagerado da internet são o afastamento social, alienação, isolamento e depressão. Há consenso de que as pessoas estão usando a internet como uma válvula de escape para distúrbios de personalidade e, até mesmo, para tentar fugir dos problemas da vida real. O vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de serem ignorados. Por isso, segundo especialistas, é preciso cuidado, moderação e saber avaliar se o tempo que está dedicando ao mundo online afeta a execução das atividades no mundo real. A internet possui o poder de distrair o indivíduo ao ponto de que ele não perceba o tempo passar, deixando de fazer outras coisas e de ser mais presente entre amigos e família para permanecer conectado. Esses efeitos negativos não são resultados apenas da quantidade de tempo perdido nas redes sociais, mas, também, de abrir mão de eventos para ficar na companhia da web. Percebe-se o vício quando a pessoa deixa de fazer outras coisas para estar conectada à internet, jogando online ou checando mensagens. O uso excessivo da internet, quando identificado como patológico, pode ter tanto poder quanto o vício da bebida e das drogas. É uma doença que precisa ser diagnosticada e tratada o quanto antes, porque o prolongamento da situação acarreta problemas de saúde, psicológicos e sociais ao indivíduo, além de afetar a todos que convivem com ele, prejudicando seriamente suas relações interpessoais. A pessoa que tiver consciência de que não está mais conseguindo controlar esse tipo de comportamento, deve buscar orientação médica. 

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