Há
situações “estranhas”, que parecem acontecer apenas na Bahia. Há dois anos, a primeira-dama
do Estado, Fátima Mendonça, se tornou alvo de inspeção do Conselho Nacional de Justiça,
devido acusação de “eventual acumulação irregular de cargos públicos”. A mulher
do governador Jaques Wagner ocupava um cargo no Executivo, como analista, e
outro no Judiciário, como assessora de supervisão geral. À época, a então
corregedora nacional de Justiça, declarou que a primeira-dama era funcionária
fantasma do TJ. Ocorre que o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia,
desembargador Eserval Rocha, concedeu “aposentadoria voluntária” à
primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, segundo publicação no Diário da
Justiça. Ela foi aposentada do cargo de técnica de nível superior da Comarca de
Salvador. O comandante da Corte também exonerou, “a pedido”, a primeira-dama do
cargo comissionado de Assessor de Supervisão Geral, pelo qual recebia um
salário de R$ 14.632, 88, de acordo com uma lista
nominal com a remuneração de servidores e magistrados que compõem o quadro do
TJ-BA.

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