| Clodovil ainda não disse a que veio na Settran |
A divisão clássica do corpo humano em cabeça, tronco e membros, que data de
antigas era, talvez antes de Cristo, está sendo substituída na maioria das
cidades por uma classificação automotiva: cabeça, tronco e automóvel. Claro que
é uma metáfora e lembra a rapidez e necessidades das cidades. Quando a
ligeireza ultrapassa limites da prudência, pode provocar uma tragédia variante
– cabeça, tronco e cadeira de rodas. São consequências do comportamento
antissocial de alguns traduzidos em velocidades excessivas, álcool, drogas,
descuidos e desobediências. São consequências da ausência de políticas públicas
e de gestores desqualificados para a organização do trânsito. Mas não se pode
acusar de inércia as tentativas para se resolver os graves problemas causados
pelo caos no trânsito. São intensos os debates na procura de uma solução para o
trânsito desordenado nas principais avenidas de Itabuna, mas as ações são
lentas, insignificantes, ou inexistentes. As avenidas Fernando Cordier, Inácio
Tosta Filho, Amélia Amado e Juracy Magalhães, são exemplos preocupantes das
disputas de espaços por ônibus e veículos pequenos. Torna-se necessário um estudo extensivo, avaliando
o trânsito por dois lados: usuários de transporte público e usuários de
veículos particulares. Como a cidade não foi projetada para situações futuras,
a única alternativa será a criação de rotas alternativas que desafoguem o
trânsito. Os números não ajudam. A cidade cresce e, a cada mês, centenas de
novos carros entram em circulação em Itabuna, enquanto muitos poucos saem das
ruas. Itabuna é um corpo pequeno para o número de veículos que é grande.
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