Trief

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22 de maio de 2014

MÃE DE JOVEM ASSASSINADO HÁ 5 ANOS EM BUERAREMA CLAMA POR JUSTIÇA

O dia do Natal já não é tão ansiado assim por Dona Norma Alves, isto porque, ela, uma mãe que, no dia da tradicional festa familiar em que se comemora a vida, ela deparou com a morte do seu filho único, de forma fria e cruel. Um jovem estudante de direito, trabalhador, responsável e bastante querido pelos familiares, amigos e colegas. O fato aconteceu no dia 25 de dezembro de 2008, no município de Buerarema, sul da Bahia. Rafael Alves Xavier, a vítima, voltava de um tradicional “baba de saia” (comemoração de futebol entre amigos, onde homens se vestem de mulher), que fora convidado para um momento de diversão, foi assassinado com um tiro de revólver, sem ter chance de defesa, ou tão pouco conhecer o seu algoz. De acordo com relatos do processo, o jovem que era residente na cidade de Itabuna, era considerado de bem e não estava envolvido na briga em que foi alvejado. Ainda, segundo os autos, uma briga envolvendo dois amigos da vítima que estavam vestidos de mulher, em virtude da tradicional comemoração, foi o motivo pelo qual o jovem teve a sua vida ceifada. Testemunhas contam no processo que o jovem Rafael não estava envolvido no desentendimento, mas tentou separar um amigo, que teria sido vítima de chacota pelos irmãos Regis e Arlei (réu confesso do disparo) e por isso fora atingido. O julgamento do acusado será no próximo dia 04 de Junho de 2014, a partir das 9h, no município de Buerarema. A mãe que ainda chora bastante ao lembrar-se do seu único filho, a qual tanto se dedicou para transformar em um homem de bem, só tem um desejo: Justiça. “O meu desejo é que seja feito justiça e que o caso não caia no esquecimento, pois Rafael era um jovem tranquilo, meu único filho, que inocente, perdeu a vida dessa forma brutal”, diz ainda bastante abalada. O acusado, segundo Norma Alves, está vivendo tranquilamente na cidade de Buerarema, depois de retornar da cidade de São Paulo, para onde na ocasião do crime fugiu. A família ainda pede aos amigos e colegas que juntos clamem por justiça no momento do julgamento. (Nancy Macedo).

Um comentário:

  1. Val Cabral22 maio, 2014

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