Um artesão de
21 anos foi preso, suspeito de amarrar e queimar vivo um criança de 9 e uma
adolescente de 13 anos no Distrito Federal, na noite da segunda-feira (12).
Rômulo Sebastião Nascimento de Souza confessou que cometeu o crime, motivado
por uma dívida de R$ 500 com o irmão mais velho das vítimas. Ao ser preso,
Rômulo disse que cometeu o crime porque os irmãos gritaram quando ele invadiu a
casa da família, em Ceilândia, para levar um notebook, tablet e máquina
fotográfica. O crime aconteceu por volta das 17h da tarde de ontem (12). A mãe
das vítimas tinha ido ao supermercado, enquanto o pai estava no trabalho. Um
vizinho que chamou o Corpo de Bombeiros ao perceber que a casa estava pegando
fogo. Os objetos foram tomados como uma forma de pagamento. Os corpos de
Adriele Santos, 13 anos, e João Guilherme, 9 anos, foram encontrados na tarde
de ontem. De acordo com o G1 Distrito Federal, o artesão usou cadeiras para
impedir que nem o menino nem a adolescente saíssem dos quartos em que foram
colocados. Em seguida, ele ateou fogo na residência. Durante a confissão,
Rômulo não demonstrou arrependimento. "Ele confessou o crime, não chorou,
não se emocionou. Apenas narrou o que aconteceu", disse o delegado Johnson
Kenedy Monteiro, responsável pelo caso, para o G1 Distrito Federal. O artesão
era amigo dos irmãos da vítima há cerca de um ano, e já tinha dormido na
residência em uma ocasião anterior ao crime. O rapaz disse que vendeu, alguns
dias antes do crime, peças de artesanato para o irmão mais velho das vítimas.
Ele teria cobrado o valor do produtos no fim de semana, e o cliente disse para
ele aparecer na cada da família nesta segunda-feira (12), para receber o
pagamento. O artesão esteve pela primeira vez na casa das vítimas, onde recebeu
R$ 100 do irmão mais velho. Ele voltou ao local logo depois, e encontrou a
criança e adolescente sozinhas ao tocar a campainha. Rômulo disse para as
vítimas que voltou porque havia esquecido algo no local. Depois de entrar na
casa, o rapaz disse que iria levar um notebook para liquidar a dívida. Quando a
criança e a adolescente começaram a gritar, Rômulo reagiu. Ele colocou a menina
em um quarto e amarou as mãos delas com o fio do telefone. Em seguida, Rômulo
levou o menino para outro quarto e amarou a criança com um pedaço de lençol
rasgado. O artesão também colocou cadeiras contra as portas dos dormitórios
para impedir que as vítimas escapassem. Antes de fugir, ele ateou fogo à
residência. Ao sair do local, o rapaz ainda encontrou na rua com as mãe das
vítimas, e a cumprimentou como se nada tivesse acontecido. Ela precisou ser
encaminhada a um hospital de Ceilândia, onde permanece sedada, depois que soube
do acontecido. Rômulo foi preso horas depois do crime, e vai responder por
duplo latrocínio - roubo seguido de morte. O artesão pode ser condenado até 60
anos de prisão, e deve ser transferido para o Complexo Penitenciária da Papuda,
em Brasília, ainda hoje.Trief
13 de maio de 2014
JOVEM CONFESSA QUE AMARROU E QUEIMOU CRIANÇAS VIVAS POR DÍVIDA DE R$ 500
Um artesão de
21 anos foi preso, suspeito de amarrar e queimar vivo um criança de 9 e uma
adolescente de 13 anos no Distrito Federal, na noite da segunda-feira (12).
Rômulo Sebastião Nascimento de Souza confessou que cometeu o crime, motivado
por uma dívida de R$ 500 com o irmão mais velho das vítimas. Ao ser preso,
Rômulo disse que cometeu o crime porque os irmãos gritaram quando ele invadiu a
casa da família, em Ceilândia, para levar um notebook, tablet e máquina
fotográfica. O crime aconteceu por volta das 17h da tarde de ontem (12). A mãe
das vítimas tinha ido ao supermercado, enquanto o pai estava no trabalho. Um
vizinho que chamou o Corpo de Bombeiros ao perceber que a casa estava pegando
fogo. Os objetos foram tomados como uma forma de pagamento. Os corpos de
Adriele Santos, 13 anos, e João Guilherme, 9 anos, foram encontrados na tarde
de ontem. De acordo com o G1 Distrito Federal, o artesão usou cadeiras para
impedir que nem o menino nem a adolescente saíssem dos quartos em que foram
colocados. Em seguida, ele ateou fogo na residência. Durante a confissão,
Rômulo não demonstrou arrependimento. "Ele confessou o crime, não chorou,
não se emocionou. Apenas narrou o que aconteceu", disse o delegado Johnson
Kenedy Monteiro, responsável pelo caso, para o G1 Distrito Federal. O artesão
era amigo dos irmãos da vítima há cerca de um ano, e já tinha dormido na
residência em uma ocasião anterior ao crime. O rapaz disse que vendeu, alguns
dias antes do crime, peças de artesanato para o irmão mais velho das vítimas.
Ele teria cobrado o valor do produtos no fim de semana, e o cliente disse para
ele aparecer na cada da família nesta segunda-feira (12), para receber o
pagamento. O artesão esteve pela primeira vez na casa das vítimas, onde recebeu
R$ 100 do irmão mais velho. Ele voltou ao local logo depois, e encontrou a
criança e adolescente sozinhas ao tocar a campainha. Rômulo disse para as
vítimas que voltou porque havia esquecido algo no local. Depois de entrar na
casa, o rapaz disse que iria levar um notebook para liquidar a dívida. Quando a
criança e a adolescente começaram a gritar, Rômulo reagiu. Ele colocou a menina
em um quarto e amarou as mãos delas com o fio do telefone. Em seguida, Rômulo
levou o menino para outro quarto e amarou a criança com um pedaço de lençol
rasgado. O artesão também colocou cadeiras contra as portas dos dormitórios
para impedir que as vítimas escapassem. Antes de fugir, ele ateou fogo à
residência. Ao sair do local, o rapaz ainda encontrou na rua com as mãe das
vítimas, e a cumprimentou como se nada tivesse acontecido. Ela precisou ser
encaminhada a um hospital de Ceilândia, onde permanece sedada, depois que soube
do acontecido. Rômulo foi preso horas depois do crime, e vai responder por
duplo latrocínio - roubo seguido de morte. O artesão pode ser condenado até 60
anos de prisão, e deve ser transferido para o Complexo Penitenciária da Papuda,
em Brasília, ainda hoje.
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