29 de abril de 2013

O CRIME DESTROI A PAZ E O BEM ESTAR DO POVO DE ITABUNA



Os historiadores e sociólogos costumam afirmar, com muita precisão, que o povo que não tem história, nem muito menos cultura ou tradição não faz parte do contexto da universalidade do nosso planeta, visto que é através do registro de atos e ações praticados por determinados grupos humanos, que se conhecem suas origens e projeções no ambiente social que sobrevivem. Portanto, gente sem história é semelhante a alguém que existe biologicamente, todavia, jamais demonstrou sua marca (e por que não dizer sua destinação?) neste mundo. O título deste artigo conduzirá certamente o distinto leitor a uma retrospectiva de uma Itabuna vivenciada quando adolescente, quando a cidade possuía aproximadamente 100 mil habitantes. Éramos provincianos no sentido autêntico da palavra. Aqui tudo era paz e amor. As famílias e seus integrantes eram por demais conhecidos. Após a ceia vespertina, os pais costumeiramente ficavam sentados às portas de suas residências até tarde da noite, descansando e contemplando no firmamento as estrelas cintilantes e às vezes a beleza da lua cheia. Vivíamos no verdadeiro paraíso. Os bairros Conceição, Mangabinha, Santo Antonio e até o São Caetano formavam pedacinhos dos céus. Hoje, tudo é diferente. As famílias trancam suas portas logo cedo, como estivessem em celas prisionais com o receio de quaisquer investidas por parte dos delinquentes.  Recordamos a Itabuna festiva durante o período natalino, onde o QG de Natal era instalado na Praça Adami, ou na Praça Camacã. Durante mais de 15 dias tínhamos as apresentações de alto de Natal e exposição de presépios. Dificilmente era registrada qualquer bagunça por delinquentes amadores ou profissionais. Naquela época, apenas operava no policiamento ostensivo a Polícia Militar e a Guarda Municipal. Tudo isto era transformado numa verdadeira apoteose, onde as famílias itabunenses se dirigiam até o local dos festejos natalinos juntamente com os familiares, objetivando participar da festança ali existente.  Lamentavelmente, tudo terminou. Paz nunca mais. Temos, sim, ondas violentas de oceanos revoltos e vingativos. Como resultante da atual conjuntura não apenas de Itabuna, porém desta imensa nação, nosso povo vive amedrontado e acuado com a insegurança implantada em nossa cidade. Mesmo com abnegação e a presença dos órgãos de segurança, a população do nosso município já nos parece necessitar urgentemente de assistência psicológica e até psiquiátrica para enfrentar a impunidade e a insegurança que formam o biônimo destruidor da paz e do bem-estar do povo itabunense.

4 comentários:

Anônimo disse...

Cadê a tão prometida "cidade da paz"?
Os políticos enganam o povo até naquilo que mais o prejudica e se elege com promessas, que nunca são cumprida. Isso é lamentável. Fernando Andrade de Lima

Anônimo disse...

Itabuna não é mais a mesma. Não acredito que os políticos possam transformá-la em Cidade da Paz... só Deus na causa.

Anônimo disse...

Itabuna é odiado por Wagner e mal tratada por Vane.
A cidade está no mato sem cachorro, com esse indivíduos insensíveis, desumanos e irres´ponsável.
Daniel Araújo Dias

Anônimo disse...

"O CRIME TEM DESTRUIDO A VIDA DE MUITA GENTE FAZ MUITO TEMPO"


http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/seu-viriato-e-pobre-seu-viriato-contribuiu-38-anos-com-o-inss-seu-viriato-usa-camisa-e-sapato-que-os-assassinos-de-sua-filha-nao-usariam-seu-viriato-nao-cheira-cocaina-seu-viriato-agora-procura-um/attachment/pais-da-dentista/